Arquivo da categoria: Alimentação

COMO FAZER BOLO – Óleo de coco pode ajudar a soltar da forma

Agora ficou mais prático fazer bolo. Um novo desmoldante, spray que ajuda a tirar bolos de formas, mesmo as mais cheias de mimimis, chega ao mercado: o óleo de coco da empresa Copra, pioneira na produção desse óleo extravirgem no Brasil.

Óleo de coco em spray poderá ajudar a tirar da forma bolos e a não grudar comidas salgadas em panelas e frigideiras, preço sugerido de R$29

Uma nova opção no mercado, dominado pelo Mago, fácil de encontrar em lojas de produtos para festas. Agora fica mais fácil untar formas, assadeiras, chapas e panelas,
inclusive as de teflon. É indicado também para finalização de preparações doces e salgadas.

COMO FAZER BOLO – Sabendo untar não vai grudar

O óleo de coco em spray Copra não contém glúten, nem gordura trans e também não tem sabor. Está disponível em embalagem com 147 ml. Cada borrifada de 1 segundo libera 1 ml do produto, o que corresponde a oito calorias. A embalagem traz ainda aspersor para facilitar e promover a pulverização.

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EU FAÇO – Bolo de fubá saudável turbinado com tâmaras e damascos

O preço sugerido ao consumidor final é de R$ 29.  A Copra é especializada no processamento de coco seco. Criada há 19 anos, tem sede em Maceió, Alagoas, e foi a primeira no Brasil a produzir Óleo de Coco Extravirgem o que alçou a marca Copra a outro patamar de conhecimento por parte do consumidor.

GOSTOSO E ECONÔMICO – Receita de bolo fofo de chocolate belga

CHIQUE E BARATO – Castanha do Pará, estrela do bolo

Onde comprar:

Natue

vale mais

 Boas notícias para quem quer curtir coisas boas com pouca ou nenhuma grana  

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BOM, BARATO E GOSTOSO – Queijo Canastra a partir de R$ 26 no Mercado da Lapa

Cada vez mais o queijo Canastra marca presença na mesa do brasileiro. E porque tem tanta gente querendo comprar, mais empórios oferecem essa delícia. No Mercado da Lapa, em São Paulo, tradicional centro de compras da região oeste da cidade, dá para encontrar de vários produtores mineiros a partir de R$ 26. Preço excelente!

No Mercado da Lapa, em São Paulo, muito queijo Canastra na Amábile Queijos por R$ 33,99 e R$ 35,99

Na Banca de Frios São Miguel o Canastra é vendido a R$ 26 o quilo, produzido pelo Entreposto de Laticínios Brasil Novo _na embalagem informa ser da cidade de Abadia dos Dourados.

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Os queijos Canastra podem ser encontrados inteiros e em metades, como na Laticínios Iguape, a R$ 32 o quilo

No box Laticínios Iguape o queijo vem de São Roque de Minas e o quilo sai por R$ 32. O mesmo queijo no Almeida Queijos está R$ 34, R$ 2 mais caro.

No box Rei do Norte, que, lógico, está cheio de produtos da região Norte e Nordeste do país, o quilo sai por R$ 29 e o produtor é a Fazenda Conquista.

Na Amabile Queijos, dois tipos de Canastra: um vendido a R$ 33,99 o quilo e o outro, R$ 35,99. Vale experimentar _comprei o que seria menos salgado mas… estava beeem salgado.

Em quase todas as bancas os queijos estão entre o fresco e o meia cura, como no Rei do Norte, R$ 29 o quilo

Todos eles, vale ressaltar, embora sejam oferecidos como meia cura, estão, creio, na faixa entre o fresco e o meia-cura.

E para quem ainda não experimentou, o queijo Canastra é feito a partir de leite cru. Simplesmente fundamental no sanduba de queijo quente ou no hambúrguer gourmet que os novos chefs preparam em hamburguerias. Também pode ser ralado na tapioca ou usado no recheio da omelete, que fica sensacional.

O Canastra da banca de frios São Miguel o quilo sai por R$ 26

De aperitivo, regado no azeite para reinar sozinho na boca, não tem outro que caia tão bem com um pouco de orégano.

Com café, ou com vinho. Dá aquele toque gostoso na roda de conversa com os amigos.

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Há alguns poucos anos, não era tarefa fácil de achar essa delícia mineira.  Alguns empórios antigos recebiam o queijo ainda bem artesanal, sem embalagem de plástico ou outro material também usado.

Mesmo na zona cerealista, eram apenas dois pontos de venda do queijo Canastra. Hoje já está mais tranquilo.

Na banca Almeida Queijos, Canastra por R$ 34 o quilo

DELÍCIA – Onde comprar o famoso queijo da Canastra em MG, SP e RJ

Endereço:

Mercado da Lapa – rua Herbart, 47 – Lapa, São Paulo, fone (11) 3641-3946.

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 vale mais não se responsabiliza por alterações de informações e preços; ausência de produtos em lojas físicas, comércio online, vendas por telefone, estoques e tampouco durante promoções. Preços de 8 de agosto de 2017.

DELÍCIA – Onde comprar a ricota mais barata de São Paulo

Os tempos difíceis da nossa economia estão fazendo os preços subirem. Até da ricota fresca, tipo de queijo muito procurado porque cai bem em milhares de pratos. Mas em vez de pagar R$ 15, R$ 18 ou até R$ 25 o quilo nos supermercados que você frequenta, é possível e bem viável gastar menos da metade: de R$ 7 a R$ 9 ou pouco mais na zona cerealista, em São Paulo.

Ricota Camanducaia, R$ 7 o quilo, na zona cerealista, em São Paulo

Isso mesmo. Um pedaço de bairro do Bras, região central de São Paulo, com dezenas de lojas com especiarias, frutas secas, arroz integral, farinhas dos mais diversos tipos, vinhos, azeites, queijos italianos, Canastra e tantos outros. E ricota fresca.

A loja responsável pelo menor preço na área é a Camanducaia, empório que consegue vender a preços atraentes a ricota e outros queijos porque é produtor. Uma fazenda em Goiás produz os laticínios com marca própria, Camanducaia.

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Já experimentei e digo que a ricota é boa. Mesmo. Ela vem em pacotes de aproximadamente 500 gramas. No caixa, ele é pesado, como manda a lei. Ponto para a Camanducaia.

Ela vai bem em pratos salgados. No recheio de doces como o struddell, que tanto vende em padarias. Também ajuda muuuuuita gente a emagrecer porque tem pouca gordura. A ricota, todo mundo conhece, é um tipo de queijo que vale mais por essas características e outras mais.

No Mercantil Santa Paulo, três marcas de ricota de R$ 7,20 a R$ 9

A Casa Flora, um dos pontos comerciais da zona cerealista um pouco mais sofisticado, também tem a sua versão da ricota a R$ 7,40 o quilo. Logo vou querer experimentar.

Uma quadra distante, na rua da Alfândega, o supermercado Mercantil Santa Paula vende três marcas de ricota: Nova Nata, a R$ 7,20, Yema, a R$ 8,30, e Fazenda, a R$ 9. Na geladeira, a bandeja da mais barata está mais vazia, é claro. Você pode escolher a sua ou experimentar. Os vendedores dizem que a mais barata é a mais macia.

Valores nutricionais da ricota Camanducaia

Então, vale conferir.

Não conheço nenhum outra região com preços tão atraentes!

Queijo da Canastra tem preço imbatível na zona cerealista

DELÍCIA – Onde comprar o famoso queijo da Canastra em MG, SP e RJ

Boas compras!

Endereços:

* Laticínios Camanducaia: rua Santa Rosa, 187,  Brás, fone 11 3312-3505

* Casa Flora: rua Santa Rosa, 197, Brás, São Paulo, fone 11 2842-5199

* Mercantil Santa Paula: rua da Alfândega, 415 – Brás, fone 11 3326-2888

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COMO FAZER BOLO – Receita alemã com maçã, nozes e canela é fácil

Usar uma fruta comum do dia a dia para se obter um bolo pra lá de gostoso _e ainda por cima barato_ é mais fácil do que você possa imaginar. A receita de vale mais de hoje ensina como fazer um bolo em casa com maçã e nozes. Ah, e você vai gastar menos de R$ 8!

Bolo de maçã com nozes e canela, gostoso, úmido e facílimo de fazer

Garimpei esta receita super fácil em um site dos EUA e a usuária do site informa que é original da Alemanha. Puxa, nada mal, os alemães são mesmos bons em usar maçãs em doces.

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Maçãs, frutas que o brasileiro adora, foto de Nick Saltmarsh, agosto de 2008*

O toque diferente desta receita é a canela. E o cheiro do bolo, então… Delícia pura.

Vamos lá:

EU FAÇO – Bolo de fubá saudável turbinado com tâmaras e damascos

Ingredientes do bolo alemão de maçã com nozes e canela:

  • 2 xícaras de maçãs descascadas e cortadas em cubos pequenos (cerca de 1 cm)
  • 1 1/2 xícara de nozes picadas
  • 3 xícaras de trigo
  • 4 ovos
  • 2 xícaras de açúcar
  • 2 colheres de sopa de açúcar
  • 1 colher de chá de canela em pó
  • 1/4 de xícara de suco de maçã (de preferência natural)
  • 1 xícara de óleo (milho ou girassol)
  • 1 pitada de sal
  • 1 colher de chá de aroma de baunilha
  • 1 colher de sopa de fermento em pó
O bolo de maçã, nozes e canela caiu muito bem na nova forma que chegou via Ebay (vai ter post)

GOSTOSO E ECONÔMICO – Receita de bolo fofo de chocolate belga

COMO FAZER BOLO – Sabendo untar não vai grudar

Como fazer:

  1. Pré-aquela o forno a 180 graus (fraco para médio).
  2. Unte a forma com manteiga e passe a farinha, tirando o excesso.
  3. Lave, descasque e corte as maçãs suficientes para a quantidade pedida. Usei  cerca de 1 maçã e meia da Fuji.
  4. Numa
    Maçãs em cubinhos para o bolo, foto de The Boreka Diary, setembro de 2010*

    tigela ou prato fundo, misture os cubinhos de maçã com a canela, as duas colheres de açúcar e as nozes, misturando tudo. Reserve.

  5. Bata as claras em neve com a pitada de sal e reserve.
  6. Na batedeira ou em uma tigela, bata o óleo, as gemas, o açúcar. Comece a acrescentar o trigo peneirado e o suco de maçã se a massa ficou muito densa, coloque um pouquinho mais de suco, sem deixar que fique mole.
  7. Adicione as claras em neve, mexendo sempre de baixo para cima até que as claras fiquem incorporadas na massa.
  8. Acrescente a baunilha e o fermento, mexendo sempre de baixo para cima.
  9. Por último, coloque as maçãs e as nozes preparadas no açúcar e canela e mexa sempre de baixo para cima.
  10. Coloque na forma e ponha para assar a 180 graus centígrados (fraco ou fraco/médio).
  11. Asse por cerca de 35/45 minutos ou antes, fazendo o teste do palito (coloque em 2 pontos da forma, se sair seco, o bolo já está assado e pode ser retirado do forno.

CHIQUE E BARATO – Castanha do Pará, estrela do bolo

O bolo de maçã com nozes e canela cai bem com um cafezinho

♥ DICAS

  • Esta receita dá um bolo beeeem grande. Faça meia receita para obter um bolo como o da foto ou divida em duas formas do tipo de bolo inglês e asse ao mesmo tempo.
  • Para fazer o suco de maçã, use uma centrífuga na hora de colocar na massa, pois o suco escurece rapidamente mesmo. Se não tiver centrífuga, bata no liquidificador com um pouco só de água.
  • Você pode usar suco comprado pronto. Prefira aqueles de garrafa de 1 litro com o suco puro, sem conservantes, água ou açúcar.

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FINDE – Festival Fartura traz comida de chefs do Brasil todo em SP

É comida brasileira da gema, ainda por cima de chef. E com preços que vao de R$ 8 aR$ 30. Amanhã e domingo rola em São Paulo um dos eventos de gastronomia mais representativos das cozinhas brasileiras regionais, o Festival Fartura – Comidas do Brasil, que acontece no Jockey Club.

Acarajé do chef Jonatas Moreira, do Akuaba, prato do Festival Fartura que rola neste final de semana em São Paulo, no Jockey Club

São mais de 80 atrações de comida e mais de 25 atrações culturais que vão rolar no sábado, das 12h às 22h e domingo, das 12h às 20h. O programa é completo: são sete espaços gastronômicos, onde o público poderá conhecer, experimentar e aprender receitas elaboradas por chefs e cozinheiros dos quatro cantos do país.

Neste ano, Benny Novak (Ici Bistrô, SP), Leo Paixão (Glouton, MG), Onildo Rocha (Cozinha Roccia, PB), Felipe Schaedler (Banzeiro, AM), José Barattino (Eataly Brasil, SP), Checho Gonzales (Comedoria Gonzales, SP) e Edinho Engel (Amado, BA) marcam presença no festival que tem representantes de todos os Estados brasileiros.

E mais: shows de Mariana Aydar, Marina de la Riva, Mark Lambert e Quinteto Radio Swing, Dante e Ná Ozzetti, Charlie e os Marretas e Bluebell. Além de peças teatrais e pequenas atrações voltadas para o público infantil, como os espetáculos O Trogolodita, do grupo paulistano Parlapatões, e Círculo das Baleias, dos PiA FraUs.

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Mujica de Peixe Moqueado e Cogumelo Yanomami do chef Felipe Schaedler

As receitas e como preparar alguns dos pratos vendidos no festival serão distribuídos em folhetos para quem visitar os estandes. Também haverá receitas em vídeo, áudio, fotos e histórias no novo Portal Fartura – Comidas do Brasil, que entrou no ar em junho passado (links no final do post).

O ingressos custam R$ 20 e R$ 10 (meia entrada) e podem ser compradas também pelo site Ticket360.

Olha só a programação:

Espaço Chefs e Restaurantes:
Pratos especiais para que o público possa experimentar um pouco de tudo o que foi descoberto durante a Expedição Fartura – Comidas do Brasil, trabalho desenvolvido pelos organizadores do evento. Preço do prato: R$ 30.

  • Benny Novak, do Ici Bistrô (São Paulo – SP) – Responsável por um dos melhores restaurantes de cozinha francesa de São Paulo, estará no Fartura com uma receita de Cassoulet.
  • Leo Paixão, do Glouton (Belo Horizonte – MG)- Considerado um dos chefs brasileiros mais relevantes da atualidade, estará com uma Barriga de Porco no Melado.
  • José Barattino, do Eataly (São Paulo – SP) – O renomado chef paulistano, responsável pelas receitas do grupo St. Marché e sócio proprietário do Pastifício Due Grani, servirá uma sua receita de Gnocchi de batata roxa, fonduta de queijo e castanha de caju no espaço Chefs e Restaurantes.
  • Marcelo Corrêa Bastos, do Jiquitaia (São Paulo – SP) – Um dos chefs mais celebrados da gastronomia contemporânea, apresentará seu Arroz de Costela.
  • Gabriel Matteuzzi, do Tête à Tête (São Paulo- SP) – Adepto da culinária moderna, com toques francês e espanhol, fará um Guioza de Pato, com seu caldo ao perfume da Amazônia.
  • Oscar Bosch, do Tanit (São Paulo – SP) – O chef, que faz parte da terceira geração de uma família de cozinheiros da Catalunha, serve sua versão do Fideuá de Camarões, um prato típico espanhol.
  • Paulo Shin, do Komah (São Paulo – SP) – Dando um toque contemporâneo à tradicional gastronomia coreana, o chef apresentará o Samgyeopsal, prato típico da Coreia do Sul.
  • Onildo Rocha, do Cozinha Roccia (João Pessoa – Paraíba) – Um dos chefs mais renomados da Paraíba, fará uma Costela no Bafo.
  • Felipe Schaedler, do Banzeiro (Manaus- Amazonas) – Trazendo o que há de melhor da cozinha amazônica, o chef fará uma Mujica de Peixe Moqueado e Cogumelo Yanomami.
  • Joca Pontes, do Ponte Nova (Recife – PE) – Especializado em unir a técnica da culinária francesa com receitas e ingredientes regionais, o chef trará um Arroz de Linguiça com Pimenta de Cheiro.
  • Daniela Martins, do Lá em Casa (Belém – PA) – Especialista em cozinha paraense, a chef fará um Farofa de Camarão e ovo com temperos amazônicos.
  • Telma Shiraishi, do Aizomê (São Paulo – SP) – Mestra da culinária japonesa, fará um Peixe grelhado, milho doce em duas texturas e shiso roxo.
O chef Felipe Schaeler

Espaço Petiscos, Lanches e Doces:

Guloseimas, sanduíches e petiscos preparados por chefs de várias partes do Brasil ligados à gastronomia nacional. Preços: R$ 8 a R$ 30.

  • Marcos Livi, Napoli Centrale (São Paulo – SP) – Inspirado na tradicional comida de rua italiana, Marcos Livi, um dos maiores representantes da cozinha gaúcha no país, apresenta seu Pizza frita de linguiça calabresa.
  • Mario Santiago, A Pão de Queijaria (Belo Horizonte – MG) – Um dos principais nomes atuais da cozinha mineira, apresenta uma versão recheada do tradicional Pão de Queijo.
  • Gustavo Rozzino, O Sandoui (São Paulo – SP) – O chef, que já passou por importantes restaurantes pelo mundo, traz o Alidog ao evento.
  • Greg Caisley, Guarita Bar (São Paulo – SP) – O chef australiano Greg Caisley apresenta sua famosa versão do Bolovo.
  • Jonatas Moreira, Akuaba (Maceió – AL) – O chef, que é um dos novos talentos da gastronomia alagoana, traz para o Fartura São Paulo seu Acarajé, com uma opção vegetariana.
  • Fred Trindade, Trindade (Belo Horizonte – MG) – À frente de um dos principais restaurantes de Belo Horizonte, o chef servirá seu Sanduba de Costelinha de Porco com ora pro nobis e mostarda amarela.
  • Lia Quinderé, Sucré Patisserie (Fortaleza – CE) – A chef especializada em Cake Design na Wilton School, de Chicago, fará o Mil folhas de goiaba com musseline de queijo coalho e crocante de castanha de caju.
  • Paulo Tajra, Favorito Comida Típica (Teresina – PI) – Um dos principais nomes da gastronomia no Piauí trará ao evento o Quibe do Sertão.
  • Pedro Siqueira, Puro (Rio de Janeiro – RJ) – Entusiasta da cozinha com inspiração caseira, o chef carioca servirá seu Bolinho de Arroz Carreteiro com Queijo Minas.
  • Norberto, Frangó (São Paulo – SP) – O chef paulistano comanda o Frangó e servirá suas Coxinhas de Frango, uma das mais famosas da cidade.
  • Lisandra Amaral, Maria Farinha (São Paulo – SP) – A chef paulista, que desenvolve uma pesquisa sobre milho no interior de São Paulo, servirá seus Bolinhos caipira e vegetariano.
  • Rafael Pires, Pacco & Bacco (Tiradentes –MG) – Formado pela Escola de Artes Culinárias do Institut Paul Bocuse, o chef, que realiza o encontro da tradição francesa com a culinária mineira, serve seu Pastel de Angu com recheio de costela, ora pro nobis e melado de cana.
Quibe do sertão

Participação gratuita sujeita à lotação do espaço:

Espaço Interativo 

Espaço onde o púbico é convidado a participar de aulas práticas, colocando a “mão na massa”, sob a orientação dos mais renomados chefs brasileiros. As senhas para participação podem ser retiradas uma hora antes do início das aulas.

Sábado, 16/07
12h30 – Bruno Bertozo (Mancio – SP) – O Gastrônomo, chef de cozinha e gestor do Socorro Chef!, vai ensinar como se faz sua versão da Galinhada.

14h30 – Diogo Sabião, Jarude (Porto Velho – RO) – O jovem chef, que é um dos principais nomes da culinária de seu estado, falará sobre a Atual Cozinha de Rondônia.

16h30 – Simon Lau (Brasília – DF) – O chef do antigo Aquavit falará sobre a Baunilha Brasileira do Cerrado.

19h – Patrick Assumpção, Fazenda Coruputuba (Pindamonhagaba – SP) – O agrofloresteiro, que cultiva 300 variedades de ingredientes e é um dos parceiros do Maní, dará uma aula com o tema: “De Onde vem o seu Alimento?”.

Domingo, 16/07

12h30 – Elton Rico (São Paulo – SP) – Durante a oficina, o chef ensinará as técnicas utilizadas para produção das versões baiana e capixaba da Moqueca.

14h30 – Juarez Campos, Oriundi (Vitória – ES) – Eleito diversas vezes como o Chef do Ano no Espírito Santo, Campos dará uma aula sobre Garoupa Salgada: Bacalhau à Capixaba.

16h30 – Jean Ponce, Guarita (São Paulo – SP) – O bartender, que é um dos profissionais da coquetelaria mais respeitados do país, ensinará a fazer Drinks com Ingredientes Brasileiros.

19h – Marina de La Riva (São Paulo – SP) – A cantora ensinará o público a fazer suas Geleias Artesanais.

Bolinho caipira

Espaço Conhecimento: 

Profissionais da gastronomia fazem palestras sobre cases de sucesso, pratos, receitas e produtos de várias regiões do país. A participação é gratuita, mas sujeita à lotação do espaço. As senhas podem ser retiradas uma hora antes do início das aulas.

Sábado, 15/07

12h30 – Diego Barreto (São Paulo – SP) – O chef, que passou por cozinhas como La Brasserie, do chef Erick Jacquin, e Hotel Emiliano, ensinará uma versão do Baião de Dois típica da Paraíba.

13h45 – Larissa Mazolli, Hotel Pullman (São Paulo – SP) – A chef ensinará a fazer um Trio de Ceviche.

15h – Solange e Morubixaba Batista (Macapá – AP) – Os amapaenses falarão sobre o Picadinho de Tartaruga.

16h15 – Thais Gagliardi – A jornalista, sócia-diretora da Agência TAO, de São Paulo, mediará mesa de debate sobre Comunicação e Gastronomia na era das redes sociais, com a presença do chef Gabriel Matteuzzi, do Tête à Tête, da jornalista Roberta Malta, editora de LifeStyle da Revista Marie Claire, do foodie João Ferraz, da Casa do Carbonara, e com a influenciadora digital Ana Lembo, do blog Do Pão ao Caviar.

17h30 – Roberto de Freitas, Cimsal (Mossoró- RN) – Gerente da empresa Cimsal, que desde 1974 realiza extração de sal marinho, falará sobre a Flor de Sal 100% brasileira.

18h45 – Dona Kalu (Boa Vista – RR) – Uma das principais representantes da culinária indígena brasileira, falará sobre sua famosa Carne de Sol

20h – Rosa Nunes, Cabana do Lago (Palmas – TO) – Dona do primeiro restaurante de comida típica nordestina de Palmas, a chef dará uma aula com o tema Meio Maranhão, Meio Tocantins: surubim, cuxá e óleo de coco de babaçu.

21h15 – Marcos Torres, Marcos Gourmet (Rio Branco – AC) – O chef acreano, pioneiro em misturar os sabores amazônicos às saltenhas, falará sobre sua Saltenha com Tucupi.

Delícia da Tako Bike

Domingo, 16/07

12h30 – Giovani Matsuno (São Paulo – SP) – Especialista em comida japonesa, o chef, pós-graduado em gastronomia, ensinará a preparar um Pirarucu ao leito de Tapereba, com banana da terra e farofa de castanha do Pará.

13h45 – Ebe Lima , Projeto Mulheres Coralinas (Goiânia – GO) – A coordenadora do Projeto, que faz um trabalho de desenvolvimento profissional através da culinária com mulheres da região, falará sobre as Flores de Coco, Tradição Goiana.

15h – Prazeres Quaresma, Saldosa Maloca (Belém – PA) – A chef falará sobre o Piracumbú, da Ilha do Combu.

16h15 – Stefano Pollacia, Pollacia (Cuiabá – MT) – Mestre queijeiro premiado, Pollacia contará a história do queijo Nostrano Braz e o Salame Bresciano.

17h30 – Marcelo Schambeck, Del Barbiere (Porto Alegre – RS) – O chef falará sobre seu Projeto Identidade RS, que percorre o estado atrás de histórias culinárias, e o Aspargo Marinho.

18h45 – Edinho Engel, Restaurante Amado (Salvador – BA) – Um dos mais criativos cozinheiros do país, dará uma aula com o tema “Um Mineiro que Descobre o Mar”. Ela mostrará também o prato Grelhado de Frutos do Mar com Bolo de Milho Verde.

Um pouco mais, só clicar para ver a programação de cada área:

 Food trucks – Festival Fartura

➡ Livros do Festival Fartura

➡ Programação de shows e espetáculos – Festival Fartura

 Programação do Espaço Produto e Produtores – Festival Fartura

Festival Fartura – Comidas do Brasil – São Paulo

Dias 15 e 16 de julho – Jockey Club de São Paulo – Portão 1;

R$ 20 – R$ 10 a meia entrada para cada dia de evento.

Links:

Fartura Brasil, aqui – Ingressos, Ticket360

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TRABALHO – Diploma ajuda empreendedor a ter sucesso em negócio próprio

Está sem trabalho, sem grana e não sabe como fazer? Pois saiba que muitas vezes, situações difíceis na vida levam a gente para a frente. Foi o que aconteceu com Valdirene Rodrigues Diniz, uma paulistana da gema que, em pleno desemprego e em depressão, deu a volta por cima e hoje curte o sucesso de seu próprio negócio, o Sr. Brigadeiro & Sra. Beijinho.

A empreendedora Valdirene e seu negócio de brigadeiros: o diploma ajudou muito no desenvolvimento do negócio

Seu pequeno empreendimento, de nome bem brasileiro, começou há apenas três anos. Não pense, entretanto, que basta força de vontade e um pouco de sorte. Formada em administração, antes de construir sua pequena empresa a paulistana era empregada em grandes empresas, o que a ajudou a conhecer o mundo dos negócios e o funcionamento de um negócio.

Ela começou na área de logística como estagiária. Aprendeu muito. Mas quando chegou a analista sênior, foi demitida, justamente depois de acumular experiência no Pão de Açúcar, na Unilever e na empresa de comércio online Girafa.

No primeiro dia, ela gastou R$ 18 e faturou R$ 120 com 120 brigadeirinhos

Em seis meses de desemprego, ela havia engordado 20 quilos, passava mais de 12 horas na Internet enviando seu CV a empresas, e ainda por cima enfrentava uma depressão que classificou de profunda. Um belo dia, ela leu uma notícia na Internet que alguém estava ganhando R$ 9 mil vendendo brigadeiros na rua.

“Li e tive um estalo. É isso mesmo que vou fazer”. Sem pensar duas vezes, pegou o que tinha na carteira, R$ 18, comprei uma lata de leite condensado, chocolate e os outros ingredientes, mais forminhas. Fiz 120 docinhos e fui vender na avenida Engenheiro Caetano Álvares, à noite, durante as baladas”.

Batata. Vendeu cada um deles a R$ 1, fazendo, então, R$ 120, mais a curiosidade dos novos clientes, que ela conquistava contando sua história. No dia seguinte, sábado, ela comprou duas latas de leite condensado e voltou para o mesmo local. Novamente, vendeu tudo. Domingo, ela foi para o shopping e vendeu mais brigadeiros para quem trabalhava nas lojas.

Quatro semanas e centenas de brigadeiros depois, Valdirene foi se consultar _gratuitamente_ no Sebrae. Nada boba, ela colou no Sebrae, onde aprendeu a fazer plano de negócios, estratégia financeira e a abrir o seu MEI, iniciais para Microempreendedor Individual.

Nesse tempo, ela emagreceu os 20 quilos que havia ganho na depressão. Também abriu uma página na Internet e comprou um carrinho para trabalhar.

“Persisti, persisti”, conta orgulhosa. Na primeira Páscoa que rolou, poucos meses depois, ela criou um ovo de Páscoa de colher com uísque Red Label. Quando postou no Facebook, foi um sucesso. “Arrebentou de venda”, relembra.

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No negócio que nasceu de uma hora para outra e crescia rapidamente, ela envolveu o namorado, Rafael Rodrigues. Juntos eles enfrentaram vários passos importantes: a primeira encomenda  grande de 3 mil brigadeiros _que deu conta com a ajuda de uma amiga, que cedeu a casa com uma cozinha maior que a dela. Também aprendeu a contratar pessoas por hora que ajudam somente no necessário.

Namorados, Rafael e Valdirene tocam o negócio juntos

Já conhecida dentro do Sebrae, ela foi convidada a participar de um evento com o governador Geraldo Alckmin. Pronto, ela ganhou a simpatia de Alckimin e um post seu no Facebook. Mais repercussão para seu trabalho!

Hoje ela fatura entre R$ 6 a R$ 7 mil mensais com seus brigadeiros, que ganharam novas versões gourmet com chocolate belga. De tudo o que passou até chegar a este sucesso, ela considera importante, além da persistência, seu diploma de curso superior _que a levou a saber mais sobre negócios e a ter experiência profissional no mundo das empresas.

O diploma, que muita gente que pensar em abrir o próprio negócio despreza, tem peso grande no desenvolvimento de uma empresa, mesmo que seja pequena. Pesquisa da iZettle, empresa sueca de soluções de pagamentos e serviços financeiros, revela que 49% dos empreendedores brasileiros possuem ensino superior completo (dos quais 18% têm pós-graduação ou doutorado) e 17% possuem formação técnica.

Dos pesquisados, 62% são do sexo masculino e 59% têm entre 25 e 44 anos. O estudo, realizado pela Qualibest, com 831 entrevistas presenciais e online teve como objetivo traçar o perfil e investigar os principais desafios dos pequenos empreendedores, com ênfase na categoria MEI.

O elevado grau de escolaridade dos respondentes da pesquisa pode ser visto como um reflexo da crise que o Brasil enfrenta nos últimos anos. “Muitos profissionais que tinham uma carreira bem estabelecida no varejo e na indústria, dois dos setores mais atingidos pela recessão, perderam os empregos e usaram sua expertise para abrir o próprio negócio”, pondera Daniel Bergman, CEO da iZettle no Brasil.

“Como efeito colateral positivo, a formação desses profissionais pode resultar na geração de uma safra de novos negócios com mais potencial para sobreviver e se desenvolver no longo prazo”, analisa Bergman.

A categoria de Microempreendedores Individuais (MEI) soma mais de 6,5 milhões de participantes e destaca-se como a grande impulsionadora do empreendedorismo no Brasil atual: 50% dos entrevistados têm faturamento de até R$ 60 mil por ano, teto da categoria MEI. Entre eles, 21% faturam menos de R$ 15 mil; 12% entre R$ 15 e R$ 30 mil; 9% estão na faixa de R$ 30 a R$ 40 mil; e 8% entre R$ 40 e R$ 60 mil.

Valdirene produz quase tudo sem funcionários

Áreas para empreender

Seguindo as tendências internacionais de empreendedorismo, o setor de serviços se destaca: 42% dos empreendedores se encaixam nesse segmento _25% destes trabalham com serviços ou consultoria de tecnologia da informação.

Em seguida, estão os serviços de contabilidade ou jurídicos empatados com reparos domésticos ou automotivos, ambos com 12% da fatia. Depois, vem educação e serviços pessoais (ambos também com 7%) e assessoria no geral (5%).

O varejo é o segundo maior segmento, com 18% das menções – destaque para vestuário e acessórios, área de 39% dos varejistas. O próximo setor mais citado é o de alimentos, bebidas e hotelaria, com 15%.

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Sr. Brigadeiro e Sra. Beijinho, aqui.

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BARATO E SAUDÁVEL – Marmita elétrica com preço quente: R$ 74,90

Na onda de economizar sempre e comer bem ao mesmo tempo, a marmita elétrica parece ser ideal _principalmente se for comprada em modelo com saladeira e preço de R$ 74,99.

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Além de você não gastar em restaurantes a quilo perto do trabalho, come os pratos preparados em casa, o que permite balancear e optar por uma refeição saudável.

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Existem outros vendedores dentro do site, é só prestar atenção na hora de checar o preço e as características do produto.

Para se fazer uma boa compra, o valor a ser considerado não fica apenas no preço do produto. Deve incluir o valor do frete. Em geral, redes menores ou lojas menores cobram valores maiores.

No site Americanas, o próprio sistema já informa os valores para cada parceiro: hoje, escolhi aleatoriamente o CEP 03307-005, que fica no bairro do Tatuapé, em São Paulo, os valores variam de R$ 9,47 (empresa OList) a R$ 17,33 (empresa Martex), que é quase o dobro! Neste caso, apesar de o frete da OList ser o menor, o valor da marmita é bem maior e na soma, ainda ganha o Shopzoom.

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Então, celular na mão com a calculadora na tela, moçada! E preste muita atenção aos prazos de entrega, podem variam bastante. Quem mora no Rio de Janeiro pode contar com a retirada em loja da Casa & Video.

A Casa & Video oferece a opção de retirar a Marmi Quent (sem a saladeira) em loja, aqui
A empresa oferece em seu site um outro modelo Marmi Quente, sem a saladeira, por R$ 84,99.

Ao optar por retirar em loja, o sistema coloca o mapa com a localização das lojas, endereços e horários de funcionamento

Ao optar por pegar a compra na loja, o sistema já mostra as lojas da rede. Uma boa opção para se escapar do frete.

Para saber mais:  Tudo sobre marmitas

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 vale mais não se responsabiliza por alterações de preços; ausência de produtos em lojas físicas, comércio online, estoques e tampouco durante promoções. Imagens dos sites das empresas citadas. Preços pesquisados em 3 de julho de 2017 não incluem frete.