Arquivo da categoria: Varejo

MUNDO MELHOR – Magazine lança camisetas próprias para reutilização

Novidade interessante chegando na área de roupas, moda. A C&A acaba de anunciar que vai vender camisetas próprias para serem reutilizadas.

Isso mesmo, nada de querer jogar no lixo quando não servirem mais. A partir de 1º de setembro, elas chegam em 29 lojas físicas e na loja online da rede com versões feminina e masculina, em seis cores cada.

Esta é a primeira “coleção circular” da C&A e foi desenvolvida globalmente. As peças foram desenhadas para que sejam recicladas ou reutilizadas, portanto, levando em conta seus usos futuros.

A nova linha de camisetas foi feita com 100% de algodão mais sustentável, usando apenas materiais seguros e confeccionadas de forma social e ambientalmente responsáveis, diz a empresa.

Além disso, em todas as etapas do processo produtivo houve reuso de água e foi utilizada energia renovável. As camisetas, item básico do guarda-roupa, representam um marco no caminho para um futuro mais sustentável. O Programa de Certificação de Produtos Cradle to Cradle concedeu nível “gold” agora produtos

Essa certificação é uma forma de avaliar se produtos e materiais são seguros para a saúde humana e para o meio ambiente.

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“Conseguimos trazer em primeira mão para as clientes brasileiras, um produto absolutamente inovador, reciclável e resultado de muitas pesquisas e novos processos”, diz o presidente da C&A Brasil, Paulo Correa. (Fotógrafo – Hick Duarte)

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MAIOR LIMPEZA – ‘Número 2’ sem vergonha

O tempo passa e cada vez mais surge no mercado uma novidade inesperada. Estes dias vi em uma farmácia um produto totalmente surpreendente: o FreeCô. Na caixinha onde ele se destaca sobre o balcão, o recado é direto: “Nº 2 sem medo e sem cheiro”.

Oi???

FreeCô, novidade que promete não deixar pistas que o banheiro foi usado para o “número 2”, R$ 21,90 na Drogaria São Paulo, aqui, R$ 16,42 no Walmart, aqui
Tecnicamente, vamos dizer assim, trata-se de um líquido bloqueador de odores sanitários em frasco com spray. Ensina o fabricante que é preciso borrifar cinco vezes o produto na água do vaso sanitário para que se anule o mau cheiro que pode constranger homens, mulheres e crianças.

Assim, como num passe de mágica? Não não. Trata-se de uma mistura de óleos descritos no rótulo (Citrus Aurantium Dulcis Peel Oil Expressed, Eugenia Caryophyllus Leaf Oil, Cinnamomum Cassia Oil, mais Polysorbate 80, álcool e água – ou óleos essenciais de laranja doce, folha de cravo e canela aromática) –  que criam uma película protetora na superfície da água, explica o fabricante. Esta película, acrescenta, “neutraliza o mau cheiro antes mesmo de ser percebido”.

FreeCô em várias versões com preços a partir de R$ 19,90, na Netfarma, aqui
O bloqueador de odores sanitários tem duas versões, a original, com essência de capim-limão, e especiarias, que leva essência de cravo e canela.  A embalagem que encontrei na Drogaria São Paulo e na Drogasil é a de 60 ml, que promete 100 usos. Entre outras, uma versão com 15 ml, para carregar na bolsa e até dentro de uma pasta escolar ou necessaire.

Então, novidade das boas… Quem não quer fazer o “número 2” sem deixar rastros? Pode ser bom no ambiente de trabalho, na escola, no bar, restaurante, no metrô, no shopping, na casa dos amigos, de parentes, na república de estudantes, na balada. Ou em casa mesmo.

Na Drogasil, o FreeCô fica na ponta da gôndola, R$ 21,90

A empresa acrescenta que o produto ajuda a “eliminar um dos principais motivos de bullying, constrangimentos e humilhações no trabalho, na escola, em casa, nos relacionamentos afetivos ou entre os amigos”. Pode ser.

E para quem ainda está pasmo, no site da empresa, vergonha nenhuma pra explicar o produto. Até desenho tem, caso demore pra cair a ficha.

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Onde comprar o FreeCô:

Drogaria São Paulo – Drogarias Pacheco – Netfarma –  Walmart

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 vale mais não se responsabiliza por alterações de preços; ausência de produtos em lojas físicas, comércio online, estoques e tampouco durante promoções; links rompidos ou inexistentes; informações enviadas com incorreções. Imagens dos sites das empresas citadas. Preços de 10 de agosto de 2017.

HOMEM, MULHER – Achados da liquidação de inverno

É bom aproveitar preços que baixaram para se adquirir roupas e acessórios desta liquidação.

Achados na Amaro: calças de couro e linho, vestido e bolsa de veludo e blusa de gola alta, aqui

Afinal, o inverno ainda está rolando e vale a pena acrescentar no armário calças, blusas, botas e outras peças que ajudam a aquecer.

Jaqueta Bomber bordada e colete matelassê com capuz masculinos na C&A, aqui
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Dei uma boa rodada na C&A e na moderna Amaro e achei boas peças, algumas delas com preços bem reduzidos, entre os quais um post de botas tipo montaria por R$ 99,99. Estava R$ 229,99 e tem vários números.

Achados na C&A incluem botas de couro de menos de R$ 100 e um suéter que vale mais, aqui

Você pode ir direto por estes links:

AmaroC&A

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HOMEM – Gato de botas

A temperatura baixa está castigando. Mas nem por isso a rapaziada precisa ficar de pé frio. Dá muito bem pra ser pé quente e ainda por cima ainda mais gato no inverno. Gato de botas, claro.

A Netshoes tem boas opções de botas masculinas a partir de R$ 59,90, aqui
David Beckham e o ator e comediante norte-americano Kevin Hart posam com look igual; bota estilo desgastada é destaque no jogador, foto Instagram

As lojas estão com muitas opções de botas em couro. Em geral misturando com tecidos firmes e jogando com cadarços, zíperes e elásticos.

Muitas vezes o tecido vai na região da parte de trás do tornozelo, assim não dificulta o andar quando a bota tem cano baixo _mas já pegando na região.

Modelos da Renner incluem solado camuflado (um charme) e a clássica e gostosa borzeguim, a partir de R$ 119,90 , aqui
As cores preta e marrom reinam, é claro. Mas dá pra encontrar modelos descolados em azul, vermelho escuro e aquela tonalidade de mostarda. Nem vou entrar aqui na modalidade que mistura com esporte, tipo as botas cheias de cadarços, ilhoses e piso tipo pneu de carro.

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O marrom ganha destaque na Riachuelo, a partir de R$ 119,90, aqui
A bota que vai deixar a rapaziada dando um pé no frio _e no chuvisco_ tem muito estilo e resistência. Escolha a sua. Uma boa compra e uma bela opção de presente para a cara-metade, beleza?

Botas da C&A, a partir de R$ 64,34, aqui
Onde comprar botas masculinas:

C&A Netshoes – Renner – Riachuelo

A marca Belstaff tem botas com a colaboração do eterno jogador Beckham

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TRABALHO – Diploma ajuda empreendedor a ter sucesso em negócio próprio

Está sem trabalho, sem grana e não sabe o quê fazer para viver? Pois saiba que muitas vezes, situações difíceis na vida levam a gente para a frente. Foi o que aconteceu com Valdirene Rodrigues Diniz, uma paulistana da gema que, em pleno desemprego e em depressão, deu a volta por cima e hoje curte o sucesso de seu próprio negócio, o Sr. Brigadeiro & Sra. Beijinho. Ela começou com apenas R$ 18 que tinha no bolso!

A empreendedora Valdirene e seu negócio de brigadeiros: o diploma ajudou muito no desenvolvimento do negócio

Seu pequeno empreendimento, de nome bem brasileiro, começou há apenas três anos. Não pense, entretanto, que basta força de vontade e um pouco de sorte. Formada em administração, antes de construir sua pequena empresa a paulistana era empregada em grandes empresas, o que a ajudou a conhecer o mundo das empresas e o funcionamento de um negócio.

Ela começou na área de logística como estagiária. Aprendeu muito. Mas quando chegou à analista sênior, foi demitida, justamente depois de acumular experiência no Pão de Açúcar, na Unilever e na empresa de comércio online Girafa.

No primeiro dia, ela gastou R$ 18 e faturou R$ 120 com 120 brigadeirinhos

Em seis meses de desemprego, ela havia engordado 20 quilos, passava mais de 12 horas na Internet enviando seu CV a empresas, e ainda por cima enfrentava uma depressão que classificou de profunda. Um belo dia, ela leu uma notícia na Internet que alguém estava ganhando R$ 9 mil vendendo brigadeiros na rua.

“Li e tive um estalo. É isso mesmo que vou fazer”. Sem pensar duas vezes, peguei o que tinha na carteira, R$ 18, comprei uma lata de leite condensado, chocolate e os outros ingredientes, mais forminhas. Fiz 120 docinhos e fui vender na avenida Engenheiro Caetano Álvares, à noite, durante as baladas”.

Batata. Vendeu cada um deles a R$ 1, fazendo, então, R$ 120, mais a curiosidade dos novos clientes, que ela conquistava contando sua história. No dia seguinte, sábado, ela comprou duas latas de leite condensado e voltou para o mesmo local. Novamente, vendeu tudo. Domingo, ela foi para o shopping e vendeu mais brigadeiros para quem trabalhava nas lojas.

Quatro semanas e centenas de brigadeiros depois, Valdirene foi se consultar _gratuitamente_ no Sebrae. Nada boba, ela colou no Sebrae, onde aprendeu a fazer plano de negócios, estratégia financeira e a abrir o seu MEI, iniciais para Microempreendedor Individual.

Nesse tempo, ela emagreceu os 20 quilos que havia ganho na depressão. Também abriu uma página na Internet e comprou um carrinho para trabalhar.

“Persisti, persisti”, conta orgulhosa. Na primeira Páscoa que rolou, poucos meses depois, ela criou um ovo de Páscoa de colher com uísque Red Label. Quando postou no Facebook, foi um sucesso. “Arrebentou de vender”, relembra.

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No negócio que nasceu de uma hora para outra e crescia rapidamente, ela envolveu o namorado, Rafael Rodrigues. Juntos eles enfrentaram vários passos importantes: a primeira encomenda grande: 3 mil brigadeiros _ela deu conta com a ajuda de uma amiga, que cedeu a casa com uma cozinha maior que a dela. Também aprendeu a contratar pessoas por hora que ajudam somente no necessário.

Namorados, Rafael e Valdirene tocam o negócio juntos

Já conhecida dentro do Sebrae, ela foi convidada a participar de um evento com o governador Geraldo Alckmin. Pronto, ela ganhou a simpatia de Alckimin e um post seu no Facebook do cara. Mais repercussão para seu trabalho!

Hoje ela fatura entre R$ 6 a R$ 7 mil mensais com seus brigadeiros, que ganharam novas versões gourmet com chocolate belga. De tudo o que passou até chegar a este sucesso, ela considera importante, além da persistência, seu diploma de curso superior _que a levou a saber mais sobre negócios e a ter experiência profissional no mundo das empresas.

O diploma, que muita gente que pensar em abrir o próprio negócio despreza, tem peso grande no desenvolvimento de uma empresa, mesmo que seja pequena. Pesquisa da iZettle, empresa sueca de soluções de pagamentos e serviços financeiros, revela que 49% dos empreendedores brasileiros possuem ensino superior completo (dos quais 18% têm pós-graduação ou doutorado) e 17% possuem formação técnica.

Dos pesquisados, 62% são do sexo masculino e 59% têm entre 25 e 44 anos. O estudo, realizado pela Qualibest, com 831 entrevistas presenciais e online teve como objetivo traçar o perfil e investigar os principais desafios dos pequenos empreendedores, com ênfase na categoria MEI.

O elevado grau de escolaridade dos respondentes da pesquisa pode ser visto como um reflexo da crise que o Brasil enfrenta nos últimos anos. “Muitos profissionais que tinham uma carreira bem estabelecida no varejo e na indústria, dois dos setores mais atingidos pela recessão, perderam os empregos e usaram sua expertise para abrir o próprio negócio”, pondera Daniel Bergman, CEO da iZettle no Brasil.

“Como efeito colateral positivo, a formação desses profissionais pode resultar na geração de uma safra de novos negócios com mais potencial para sobreviver e se desenvolver no longo prazo”, analisa Bergman.

A categoria de Microempreendedores Individuais (MEI) soma mais de 6,5 milhões de participantes e destaca-se como a grande impulsionadora do empreendedorismo no Brasil atual: 50% dos entrevistados têm faturamento de até R$ 60 mil por ano, teto da categoria MEI. Entre eles, 21% faturam menos de R$ 15 mil; 12% entre R$ 15 e R$ 30 mil; 9% estão na faixa de R$ 30 a R$ 40 mil; e 8% entre R$ 40 e R$ 60 mil.

Valdirene produz quase tudo sem funcionários

Áreas para empreender

Seguindo as tendências internacionais de empreendedorismo, o setor de serviços se destaca: 42% dos empreendedores se encaixam nesse segmento _25% destes trabalham com serviços ou consultoria de tecnologia da informação.

Em seguida, estão os serviços de contabilidade ou jurídicos empatados com reparos domésticos ou automotivos, ambos com 12% da fatia. Depois, vem educação e serviços pessoais (ambos também com 7%) e assessoria no geral (5%).

O varejo é o segundo maior segmento, com 18% das menções – destaque para vestuário e acessórios, área de 39% dos varejistas. O próximo setor mais citado é o de alimentos, bebidas e hotelaria, com 15%.

Link:

Sr. Brigadeiro e Sra. Beijinho, aqui.

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BARATO E SAUDÁVEL – Marmita elétrica com preço quente: R$ 74,90

Na onda de economizar sempre e comer bem ao mesmo tempo, a marmita elétrica parece ser ideal _principalmente se for comprada em modelo com saladeira e preço de R$ 74,99.

Marmita elétrica light e saladeira Marmi Quent com aquecimento a vapor bivolt, R$ 74,90 na Americanas, aqui, e no Ponto Frio, aqui

Além de você não gastar em restaurantes a quilo perto do trabalho, come os pratos preparados em casa, o que permite balancear e optar por uma refeição saudável.

Dei uma busca e vi que a Marmi Quent com saladeira e bivolt, uma das boas opções que pode se encontrar online, está com um preço tentador em várias lojas online.

O mais baixo em vários sites é de R$ 74,90, que pode ser achado no Ponto Frio, Americanas, Shoptime e outras redes, oferecido por duas lojas, a Utensil e a Shopzoom.

Existem outros vendedores dentro do site, é só prestar atenção na hora de checar o preço e as características do produto.

Para se fazer uma boa compra, o valor a ser considerado não fica apenas no preço do produto. Deve incluir o valor do frete. Em geral, redes menores ou lojas menores cobram valores maiores.

No site Americanas, o próprio sistema já informa os valores para cada parceiro: hoje, escolhi aleatoriamente o CEP 03307-005, que fica no bairro do Tatuapé, em São Paulo, os valores variam de R$ 9,47 (empresa OList) a R$ 17,33 (empresa Martex), que é quase o dobro! Neste caso, apesar de o frete da OList ser o menor, o valor da marmita é bem maior e na soma, ainda ganha o Shopzoom.

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Então, celular na mão com a calculadora na tela, moçada! E preste muita atenção aos prazos de entrega, podem variam bastante. Quem mora no Rio de Janeiro pode contar com a retirada em loja da Casa & Video.

A Casa & Video oferece a opção de retirar a Marmi Quent (sem a saladeira) em loja, aqui
A empresa oferece em seu site um outro modelo Marmi Quente, sem a saladeira, por R$ 84,99.

Ao optar por retirar em loja, o sistema coloca o mapa com a localização das lojas, endereços e horários de funcionamento

Ao optar por pegar a compra na loja, o sistema já mostra as lojas da rede. Uma boa opção para se escapar do frete.

Para saber mais:  Tudo sobre marmitas

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 vale mais não se responsabiliza por alterações de preços; ausência de produtos em lojas físicas, comércio online, estoques e tampouco durante promoções. Imagens dos sites das empresas citadas. Preços pesquisados em 3 de julho de 2017 não incluem frete.

FESTAS JUNINAS – De xadrez em xadrez

As festas juninas já estão rolando por aí. E você não vai chegar desavisado de look pastel, nénão? O arraial pede roupa xadrez. É básico, minha gente. Magazines como a C&A e a Riachuelo estão chamando mulheres e homens para roupas com cara de São João _o que inclui botas, echarpes e até gravatas. E xadrez cai bem com jeans e outras cores sólidas.

Vestido xadrez transpassado, R$ 119,90 na Renner; camisa xadrez preta, R$ 99,90 na C&A; VESTIDO XADREZ CHEMISE CURVE & PLUS SIZE, R$ 179,90 na Renner; calça xadrez em alfaiataria, R$ 109 na Renner; camisa xadrez, R$ 79,90 na Renner; vestido xadrez com blusa em tule, R$ 139,90 na Renner

Selecionei alguns modelos femininos e masculinos pra ninguém passar vexame nas baladas juninas e principalmente nas festas de São João.

Looks masculinos, coloridos ou em preto e branco

Links diretos para os produtos no final do post.

Onde comprar roupa para festas juninas:

C&A linha femininaC&A linha masculinaRennerRiachuelo

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