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ZIKA, DENGUE E CHICUNGUNYA – Cartilha ensina crianças a combater Aedes aegypti

Olha só, agora assuntos sérios como zika, dengue e chikungunya podem ser melhor compreendidos por crianças através de uma cartilha feita pela Fiocruz, uma instituição do Ministério da Saúde que faz pesquisa e ciência para o bem do país e dos brasileiros.

Capa da cartilha, que, na linguagem de história em quadrinhos, ensina a prevenção de doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti

“Os pequenos mosqueteiros contra dengue, zika e chikungunya” ensina meninas e meninos, através de história em quadrinhos, conceitos de prevenção e combate às doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti.
A cartilha foi elaborada em conceitos que promovem a saúde e que contribuem para a formação de cidadãos conscientes e responsáveis pela construção de ambientes saudáveis, informa a Fiocruz.

FEBRE AMARELA – Saiba os sintomas e como se prevenir

Os personagens Ana, Chico e João conduzem a história em uma linguagem própria para a garotada. Bom para ler sozinho ou junto com pai, mãe, tia, tio, padrinho e vizinho, por que não?

Na cartilha são apresentados conhecimentos, desafios e curiosidades sobre o mosquito Aedes aegypti. Tudo com a ajuda dos personagens Ana, Chico e João, que apresentam os hábitos e comportamentos do Aedes, principal mosquito vetor dos vírus da dengue, zika e chikungunya.

A cartilha inclui joguinhos como um caça-palavras para a criançada aprender sobre o mosquito Aedes

BARRADOS NO BAILE – Telas para janelas protegem contra mosquitos da zika, dengue e febre amarela

A cartilha é maneira e traz jogos como o dos 7 erros, uma ilustração para colorir e um jogo da memória.

Tudo para ajudar a despertar a curiosidade e o olhar da criançada para o conhecimento sobre o mosquito e os principais criadouros utilizados por ele para se multiplicar, além de reforçar as ações de prevenção, incluindo cuidados em casa.

“Sentíamos falta de um material como a cartilha, que objetiva trabalhar conceitos importantes com as crianças nas escolas e em suas casas, com os seus familiares”, afirma Nildimar Honório, do Laboratório de Mosquitos Transmissores de Hematozoários da Fiocruz.

ZIKA, DENGUE – Ataque de repelente contra o Aedes aegypti

Aedes Aegypti, por James Gathany*
Aedes Aegypti, por James Gathany*

Os coautores da cartilha são a pesquisadora Gerusa Gibson e o cartunista Manoel Mayrink. Foram seis meses de produção que ainda tiveram a colaboração de pesquisadores do IOC/Fiocruz, da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz) e do Instituto Nacional de Infectologia (INI/Fiocruz) e ainda de profissionais da Secretaria Estadual de Saúde (SES) do Rio de Janeiro e da Universidade de São Paulo (USP).

“Também tivemos o apoio da Faperj e CNPq e contamos com a colaboração de profissionais da Creche Bertha Lutz, da Fiocruz, onde ocorreu o lançamento”.

Saber como manter a casa ou apartamento sem o mosquito Aedes aegypti é dever de todos, incluindo crianças

No Rio de Janeiro, a  cartilha será distribuída em escolas com apoio das secretarias municipais e Estadual de Educação. “A cartilha tem informações científicas, corretas e precisas, validadas por pesquisadores da área. E mesmo as crianças que ainda não dominam o processo de leitura e de escrita se beneficiam do conteúdo, quando pais e professores leem para elas e executam juntos as atividades”, afirma Nildimar.

Para ler a cartilha com a criançada no computador ou para imprimir e curtir os joguinhos no papel, clique aqui ➡ Os pequenos mosqueteiros contra a dengue, zika e chikungunya

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 vale mais não se responsabiliza por alterações de preços; ausência de produtos em lojas físicas, comércio online, estoques e tampouco durante promoções; links rompidos ou inexistentes; informações enviadas com incorreções. Imagens da cartilha. Com a Agência Fiocruz de Notícias
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FEBRE AMARELA – Saiba os sintomas e como se prevenir

A febre amarela está alarmando muita gente em Minas Gerais. Não é para menos, até anteontem foram notificados 152 casos e 47 mortes suspeitas em 26 municípios desse Estado, segundo o Ministério da Saúde.

Para quem não conhece, aqui no Brasil os casos dessa doença são classificados como febre amarela silvestre ou febre amarela urbana.

Mosquito do gênero Sabethes, transmissor da febre amarela em áreas rurais do Brasil
Mosquito do gênero Sabethes, transmissor da febre amarela em áreas rurais do Brasil*

O vírus da doença é o mesmo mas os mosquitos transmissores são diferentes: nas cidades, é o conhecido Aedes aegypti, que também transmite a zika, a dengue e a chikungunya.

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Mosquito que transmite a febre amarela Haemagogus janthinomysm, foto de Nicolas Degallier, 2001
Mosquito que transmite a febre amarela Haemagogus janthinomysm, foto de Nicolas Degallier, 2001

Nas áreas rurais, os mosquitos são dos gêneros Haemagogus e Sabethes. Os macacos são os principais hospedeiros do vírus e os casos em humanos acontecem quando uma pessoa não vacinada adentra uma área silvestre e é picada por mosquito contaminado.

Como é o clico da transmissão da febre amarela
Como é o ciclo da transmissão da febre amarela (Ministério da Saúde)

Especialistas reforçam que o vírus nunca é transmitido de ser humano para ser humano, informa a Fiocruz, centro de pesquisa especializado em saúde e ciência.

A febre amarela não afeta pessoas do país todo, pois se restringe a algumas regiões.

Sintomas

Os sintomas iniciais incluem febre, calafrios, dor de cabeça, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza.

Em casos graves, a pessoa pode desenvolver febre alta, icterícia (coloração amarelada da pele e do branco dos olhos), hemorragia e, eventualmente, choque e insuficiência de múltiplos órgãos. Se não for tratada rapidamente, a febre amarela pode levar à morte em cerca de uma semana.

De acordo com especialistas, não há tratamento específico para a febre amarela. A vacinação continua sendo a principal medida de prevenção contra a doença, além do controle do mosquito transmissor.

A vacina é produzida pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) e consta no Calendário Nacional de Vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). É gratuita!

Quem deve se vacinar, informa o Ministério da Saúde:

Vacina contra a febre amarela
Vacina contra a febre amarela

Para residentes em áreas de risco:

  • Para crianças, a administração de uma dose aos 9 meses de idade e um reforço aos 4 anos.
  • Para pessoas a partir de 5 anos de idade que receberam uma dose da vacina, é necessário um reforço.
  • Para quem que nunca foi vacinado ou não possui comprovante de vacinação, é preciso administrar a primeira dose da vacina e um reforço após 10 anos.
  • Pessoas que já receberam duas doses da vacina ao longo da vida já são consideradas protegidas.

Quem vai viajar para regiões silvestres, rurais ou de mata deve se vacinar contra a febre amarela com pelo menos dez dias de antecedência.

A prevenção também deve ser feita com o uso de repelentes e roupas protetoras, além da vacina, indica a Fiocruz.

➡ Vale lembrar que crianças abaixo de 6 meses, gestantes e idosos acima de 65 anos, bem como indivíduos em tratamento ou com condições que levem a depressão da imunidade, não devem tomar a vacina ao menos que haja recomendação explícita do médico, afirma  o infectologista André Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica em Doenças Febris Agudas do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz).

Orientações do Ministério da Saúde sobre febre amarela
Orientações do Ministério da Saúde sobre a vacina contra febre amarela

Para quem não sabe, os municípios de Minas Gerais com ocorrência de casos suspeitos de febre amarela  são: Ladainha, Malacacheta, Frei Gaspar, Caratinga, Piedade de Caratinga, Imbé de Minas, Entre Folhas, Ubaporanga, Ipanema, Inhapim, São Domingos das Dores, São Sebastião do Maranhão, Itambacuri, Poté, Setubinha, Água Boa, São Pedro do Suaçuí, Simonésia, Teófilo Otoni, Ipatinga, Alpercata, Ouro Verde de Minas, Itanhomi, Santa Rita do Itueto, Alvarenga e Novo Cruzeiro. Essas cidades estão na chamada área de recomendação para vacinação, assim como todo o estado de Minas Gerais.

No Espírito Santo, Estado vizinho, 26 municípios passarão a vacinar a população: Águia Branca, Água Doce do Norte, Alto Rio Novo, Apiacá, Baixo Guandu, Barra de São Francisco, Bom Jesus do Norte, Brejetuba, Conceição do Castelo, Divino de São Lourenço, Dores do Rio Preto, Guaçuí, Ibatiba, Ibitirama, Irupi, Iúna, Laranja da Terra, Mantenópolis, Montanha, Mucurici, Pancas, Pedro Canário, Ponto Belo, São Gabriel da Palha, Venda Nova do Imigrante e São Roque do Canaã.

Os estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Espírito Santo e Rio de Janeiro estão fora da área de recomendação para a vacina.

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 vale mais não se responsabiliza por alterações de preços; ausência de produtos em lojas físicas, comércio online, estoques e tampouco durante promoções; links rompidos ou inexistentes; informações enviadas com incorreções. Imagens da Agência Saúde e Ministério da Saúde, e *Foto de Sean McCann, abril de 2010, com licença Creative Commons.