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FEBRE AMARELA – Perguntas e respostas sobre a vacina fracionada

Com a chegada da vacina fracionada nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, muita gente se pergunta como ela funciona. O Ministério da Saúde publicou em sua página um material grande sobre o assunto, que reproduzimos aqui.

Tire suas dúvidas já!

O Ministério da Saúde explica, com a ajuda da enfermeira Cristiane Barros, como é a vacina fracionada em vídeo, confira no nosso canal no YouTube aqui
  • Qual é a vacina febre amarela utilizada no país e oferecida pelo SUS?

Desde 1937, a vacina utilizada no Brasil, é composta de vírus vivo atenuado, contendo subcepa 17DD do vírus da febre amarela, cultivado em ovos de galinha embrionados livres de germes patogênicos. É produzida no Brasil, pelo Laboratório Bio-Manguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz/Fiocruz, do Ministério da Saúde, credenciado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

  • O que é dose fracionada da vacina febre amarela?

É a utilização de um quinto (1/5) de uma dose padrão (0,5 mL) da vacina febre amarela (VFA), ou seja, 0,1mL. Retira-se do frasco da vacina uma dosagem menor do que habitualmente é utilizado. No entanto, a proteção e segurança da dose fracionada é a mesma do que a dose padrão.

  • Qual é a diferença da dose fracionada para a dose padrão?

A diferença está na dosagem e no tempo de proteção. Na dose padrão será aplicado 0,5 mL da vacina febre amarela, enquanto da dose fracionada será aplicado 0,1 mL. O tempo de proteção da dose padrão é para toda a vida, já com a dose fracionada ela tem duração de pelo menos 8 anos. Estudos em andamento continuarão a avaliar a proteção posterior a esse período

  • Qual a via de administração da vacina febre amarela, dose fracionada?

Via subcutânea.

  • O que especialistas dizem a respeito da dose fracionada?

A Organização Mundial da Saúde, em julho de 2016, revisou evidências existentes que demonstraram que o uso de dose fracionada da vacina febre amarela proporciona proteção contra a doença similar à observada com o uso da dose padrão.  Portanto, uma dose fracionada de 1:5, definida como 0,1mL foi recomendada para a utilização (dose padrão consiste de 0,5mL).

  • Qual é a validade da dose fracionada?

Estudos realizados por Bio-Manguinhos/Fiocruz apontam a presença de anticorpos contra febre amarela, após 8 anos, semelhante ao observado com a dose padrão neste mesmo período. Estudos em andamento continuarão a avaliar a proteção posterior a esse período. Na revisão de estudos sobre a utilização da dose fracionada, a OMS constatou não haver inferioridade na resposta imune.

  • Quando a dose fracionada da vacina febre amarela deve ser utilizada?

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a utilização da dose fracionada em situações de surtos, quando existe o risco de expansão da doença em cidades com elevado contingente populacional e que exigem intensificação das estratégias de vacinação em curto período de tempo.

  • Por que a dose fracionada da vacina febre amarela deve ser utilizada?

O uso de doses fracionadas é a melhor maneira de ampliar o suprimento de vacinas e proteger o maior número possível de pessoas, impedindo, portanto, a propagação da febre amarela em situações de emergência.

  • Quem deverá ter avaliação dos serviços (tanto para receber a dose padrão como para a fracionada)?
  • Idosos;
  • Pessoas que terminaram tratamento de quimioterapia e radioterapia;
  •  Pessoas com doenças hematológicas (do sangue), renais e hepáticas;
  •  Grávidas;
  • Pessoas em uso de corticoide.
  •  Quem não pode tomar a vacina?
  • Crianças menores de 9 meses de idade;
  • Mulheres amamentando crianças menores de 6 meses de idade;
  • Pessoas com alergia grave ao ovo;
  • Pessoas que vivem com HIV e que tem contagem de células CD4 menor  que 350;
  • Pessoas  em de tratamento com quimioterapia/ radioterapia;
  • Pessoas portadoras de doenças autoimunes;
  • Pessoas submetidas a tratamento com imunossupressores (que diminuem a defesa do corpo).
  • Quem são as pessoas  que  devem receber a dose padrão da VFA?
  • Pessoas que vivem com HIV e que tem contagem de células CD4 maior que 350;
  • Pessoas que terminaram tratamento de quimioterapia e radioterapia;
  • Pessoas com doenças hematológicas (do sangue);
  • Grávidas;
  • Crianças de 9 meses a menores de 2 anos de idade;
  • Viajantes internacionais também receberão a dose padrão, uma vez que o Regulamento Sanitário Internacional (RSI) ainda não autorizou a utilização da dose fracionada para a emissão do Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP). Deverá ser apresentado no ato da vacinação, comprovante de viagem (boleto de passagem área ou hotel, convite para participação em eventos internacionais, entre outros) para países que exijam o CIVP para entrada no país.
  • Quem são as pessoas que devem receber a dose fracionada da VFA?

Todas as pessoas a partir de 2 anos de idade sem comprovação de vacinação, inclusive idosos e indígenas, exceto aquelas com alguma contraindicação ou com recomendação de receber a dose padrão.

  • As pessoas que receberão a dose fracionada receberão o Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP)?
Cada frasco de 5 doses permite vacinar 25 pessoas, e o de 10 doses, 50 pessoas – é a vacina fracionada contra febre amarela

Não, pessoas que irão viajar para países para que exijam o CIVP para entrada no país deverão receber uma dose padrão, pois somente essa é válida e dá direito a emissão do CIVP. Deverá ser apresentado no ato da vacinação, comprovante de viagem (boleto de passagem área ou hotel, convite para participação em eventos internacionais, entre outros) para países que exijam o CIVP para entrada no país.

  • A pessoa residente em município sem recomendação para vacinação contra febre amarela e que irá se deslocar para uma área onde está ocorrendo vacinação contra febre amarela com dose fracionada, deverá receber a dose fracionada ou dose padrão antes da viagem?

A indicação de vacinação deverá ser feita para locais onde há ocorrência de casos humanos ou epizootias. Nessa situação deverá receber a dose padrão, 10 dias antes da viagem. Em alguns municípios apesar de não estar ocorrendo a circulação ativa do vírus de febre amarela, a vacinação está sendo feita de forma preventiva e nessa situação não há necessidade de vacinação.

  • A pessoa residente no município onde está ocorrendo vacinação contra febre amarela com dose fracionada e que irá se deslocar para uma área com recomendação para vacinação (ACRV) deverá receber a dose fracionada ou dose padrão antes da viagem?

Depende do grupo que ela está inserida que haverá a recomendação de receber a dose padrão ou a fracionada.

  • Como serão identificadas as pessoas que receberem a dose fracionada da VFA?

O Ministério da Saúde disponibilizará aos estados etiquetas adesivas para a identificação da dose fracionada administrada.  Esta etiqueta deve ser preenchida e fixada na Caderneta de Vacinação.

  • Existe um maior risco de ocorrência de eventos adversos com uma dose fracionada da vacina?

A composição da dose fracionada é mesma vacina de dose padrão e é tão segura e eficaz quanto esta. Não há evidências de aumento de eventos adversos ao usar uma dose fracionada.

  • Como deve ser realizado o registro da dose fracionada?

Deve ser realizado nominalmente por meio de formulário próprio a ser utilizado pelos serviços de saúde do SUS. As informações contidas neste, devem ser digitadas exclusivamente no Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SIPNI) por meio deste site aqui para quem utiliza SIPNI online ou por meio do SIPNI desktop.

22. Depois de quanto tempo após receber a vacina febre amarela, eu posso doar sangue?
A doação de sangue só poderá ser feita após 28 dias do recebimento da vacina, com isso, o doador poderá procurar o serviço de hemoterapia para realizar a doação antes de receber a vacina.

  • Como proceder em relação à emissão do Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP) diante da decisão de adotar o fracionamento da Vacina de FA nos estados SP, RJ e BA? Para tanto como se dará a diferenciação entre um comprovante de vacinação fracionado e o padrão?

Caso a pessoa que tomou a dose fracionada necessite do CIVP para viajar, deverá ser vacinada novamente com a dose padrão, respeitando o intervalo mínimo de 30 dias entre as doses.  Deverá apresentar  no ato da vacinação, comprovante de viagem (boleto de passagem área ou hotel, convite para participação em eventos internacionais, entre outros) e desta forma receberão a dose padrão.
Na caderneta de vacinação das pessoas que serão vacinadas com a dose fracionada haverá uma etiqueta que comprove o recebimento desta dose.
Maiores informações sobre os países que exigem vacinação para febre amarela podem ser obtidas neste link aqui.

  • Se a pessoa não reside na área de recomendação da vacina ou não vai se deslocar a essas áreas, precisa vacinar?

Não, a vacina é recomendada para quem reside ou vai se deslocar para as áreas com recomendação para vacinação (ACRV).
Para maiores informações sobre estas áreas, acessar este  site e este aqui.

  • Todas as pessoas que vão viajar para São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia precisam se vacinar?

É necessário avaliar, exatamente, para onde a pessoa vai se deslocar nesses estados, pois existem as seguintes situações a serem consideradas:

  • Área Com Recomendação de Vacinação (ACRV): Área com registro histórico de febre amarela (FA) silvestre e, portanto, com recomendação permanente de vacinação.
  • Área Sem Recomendação de Vacinação (ASRV): Área sem registro histórico de FA silvestre e, portanto, sem recomendação de vacinação.
  • Área de Recomendação de Vacinação Parcial (ASRVP): Área afetada quando registrada em regiões metropolitanas, com grandes centros urbanos e elevados contingentes populacionais, para efeito de priorização das populações sob maior risco e priorização da vacinação para bloqueio de foco.

No entanto, os viajantes com destino aos municípios destes estados (SP, RJ e BA) onde haja circulação do vírus ou registro histórico da doença, sobretudo àqueles que vão se deslocar ou pretendem realizar atividades na zona rural, áreas próximas ou dentro de florestas e que não estão vacinados, ou sem registro de vacina, devem ser vacinados dez dias antes da viagem. Estas pessoas estão mais expostas e apresentam maior risco de contrair a doença.

Para pessoas com contraindicação para vacinação e indivíduos vacinados (no período de 10 dias após a vacinação), que residem ou que irão se deslocar para as áreas com risco elevado de transmissão da febre amarela.

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FEBRE AMARELA – Como vai ser a vacinação que começa dia 29 no ESP

A campanha de vacinação contra a febre amarela foi antecipada para o Estado de São Paulo: começa em 29 de janeiro próximo (segunda-feira)e termina em 17 de fevereiro. Por causa do avanço de casos, 54 cidades irão receber as vacinas fracionadas pois são consideradas receptivas para a doença (lista no final do post).

A vacinação contra febre amarela foi antecipada para o dia 29 de janeiro no Estado de São Paulo

O Ministério da Saúde anunciou ontem que as doses da vacina serão fracionadas, ou seja, as pessoas irão receber um quinto da dose normal, o que, segundo o governo, protege por oito anos.

Mosquito do gênero Sabethes, transmissor da febre amarela em áreas rurais do Brasil

Cerca de 8,3 milhões de pessoas deverão se vacinar, calcula o Ministério da Saúde _6,3 milhões com a dose fracionada e 2 milhões com a padrão.

No Rio de Janeiro, 7,7 milhões de pessoas deverão receber a dose fracionada e 2,4 milhões a padrão em 15 municípios (veja lista completa no final do post).

Na Bahia,  2,5 milhões de pessoas serão vacinadas com a dose fracionada e 813 mil com a dose padrão em oito municípios (veja lista completa no final do post).

Nesses dois Estados, Rio de Janeiro e Bahia, a campanha vai de 19 de fevereiro a 9 de março. O Dia D da vacina será 24 de fevereiro.

Como será no Estado de São Paulo:

Na capital, a campanha visa imunizar 2,5 milhões de pessoas que residem em distritos previamente definidos das zonas Leste e Sul (Capão Redondo, Cidade Tiradentes, Grajaú , São Mateus, entre outros).

As metas de vacinação contra febre amarela para os Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia

As carteiras de vacinação terão um selo especial para informar que a dose aplicada foi a fracionada.

Cerca de 6,3 milhões de doses da vacina fracionada serão disponibilizadas para as pessoas ainda não imunizadas que residem nos locais definidos pela campanha. Quem já tomou uma dose da vacina, mesmo se fizer parte destes municípios incluídos na campanha (veja lista abaixo), não precisará se vacinar novamente.

A vacina aplicada até o momento (dose padrão) tem validade para a vida toda, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde).

Mosquito do gênero Haemagogus que pode transmitir a febre amarela em site do Ministério da Saúde

A campanha também prevê a oferta de 2 milhões de doses padrão (5 ml) que serão disponibilizadas para crianças com idade entre nove meses e dois anos incompletos, pessoas que viajarão para países com exigência da vacina, grávidas residentes em áreas de risco e portadores de doenças crônicas – como diabéticos, cardiopatas e renais crônicos, por exemplo.

IMPORTANTE: Deverão consultar o médico sobre a necessidade da vacina os portadores de HIV positivo, pacientes com tratamento quimioterápico concluído, transplantados, hemofílicos ou pessoas com doenças do sangue e de doença falciforme.

Não há indicação de imunização para grávidas que morem em locais sem recomendação para vacina, mulheres amamentando crianças com até 6 meses e imunodeprimidos, como pacientes em tratamento quimioterápico, radioterápico ou com corticoides em doses elevadas (como por exemplo Lúpus e Artrite Reumatoide). Em caso de dúvida, é fundamental consultar o médico.

Nas demais áreas do Estado de São Paulo onde já há vacinação em razão da circulação do vírus a imunização seguirá com a vacina padrão.

Entenda a vacina padrão e fracionada

Como será a vacinação no Estado de São Paulo

Alguns públicos não são indicados para receber a dose fracionada, portanto irão participar da campanha recebendo a dose padrão: crianças de 9 meses a menores de dois anos; pessoas com condições clínicas especiais (vivendo com HIV/Aids, ao final do tratamento de quimioterapia, pacientes com doenças hematológicas, entre outras), gestantes e viajante internacional (devem apresentar comprovante de viagem no ato da vacinação).

A vacinação fracionada é recomendada para pessoas a partir dos dois anos.

A vacina contra febre amarela é contraindicada para pacientes em tratamento de câncer, pessoas com imunossupressão e pessoas com reação alérgica grave à proteína do ovo.

No caso dos idosos, a vacinação deverá ser aplicada após avaliação dos serviços de saúde. Se você e sua família têm um médico que o acompanham regularmente, é bom consultá-lo antes da imunização.

Quem recebe a vacina não pode doar sangue por um período de quatro semanas. As pessoas devem realizar a doação de sangue antes da vacinação para manutenção dos estoques de hemocomponentes.

DOSE FRACIONADA

Vacina contra a febre amarela, que será fracionada para várias cidades

Atualmente o Ministério da Saúde utiliza a dose padrão da vacina de febre amarela com 0,5 ml. Para a dose fracionada é aplicado 0,1 ml, o que representa 1/5 da dose padrão.

Estudo recente feito pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Biomanguinhos/Fiocruz) comprovou que a dose fracionada da vacina de febre amarela é eficaz por, pelo menos, 8 anos.

O estudo de dose resposta avaliou 319 militares vacinados com a dose fracionada em 2009 e, após 8 anos, verificou-se a presença de anticorpos contra a doença em 85,3% dos participantes, semelhantes ao observado com a dose padrão neste mesmo período (88%).

Veja a lista de cidades com aplicação da vacina com dose fracionada:

ESTADO DE SÃO PAULO:

APARECIDA – ARAPEÍ – AREIAS – BAN… Continue lendo FEBRE AMARELA – Como vai ser a vacinação que começa dia 29 no ESP

FEBRE AMARELA – Saiba horários e endereços de 43 postos com vacinas para moradores da zona norte de SP

Foi reforçada a luta contra a chegada da febre amarela em São Paulo. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) aumentou para 43 os postos de vacinação na zona norte da cidade, onde 13 parques continuam fechados. Ontem a rede Globo informou que ainda falta muita gente para se vacinar. Atenção, minha gente, porque a vacina é uma das melhores formas de proteção contra a doença.

Garota é vacinada contra febre amarela na zona norte de São Paulo, região onde foram encontrados macacos mortos pelo mosquito que transmite a doença*

Seis novos postos serão integrados aos 37 que já estão vacinando na região: UBS Vila Barbosa, UBS Vila Terezinha, UBS Jardim Icaraí, UBS Jardim Ladeira Rosa, UBS Vila Penteado e UBS Parque Edu Chaves. O objetivo é chegar a 56 unidades nos próximos dias.

O mosquito que transmite a Zika, dengue e febre Chikungunya, Aedes aegypti, durante picada, foto Sanofi Pasteur, agosto de 2012

A partir desta fase, algumas UBS já retornam aos horários normais de atendimento: das 7h às 17h ou das 7h às 18h. A maioria, porém, segue em horário estendido, das 7h às 19h.

👇🏾Lista dos postos e horários de funcionamento mais abaixo!👇🏾

A campanha teve início em 21 de outubro e vacinou 720.338 pessoas até esta terça-feira (7). A ação preventiva na zona Norte começou após um macaco Bugio ter sido encontrado morto no Parque do Horto, e os exames laboratoriais das amostras do primata terem confirmado a presença do vírus da doença. Até o momento, foram confirmadas três mortes de macaco por febre amarela no município.

Além disso, esta semana 800 agentes de saúde ambiental/combate a endemias começaram a intensificar a eliminação de criadouros nos imóveis localizados na faixa de 300 metros a partir da borda da mata da Serra da Cantareira.

O objetivo das ações de combate ao Aedes aegypti é evitar a urbanização da doença, algo que não acontece desde 1942. Os casos confirmados até o momento de febre amarela em macacos no município de São Paulo são do tipo silvestre, transmitido através da picada dos mosquitos Haemagogus e Sabethes, comuns em área de matas e vegetações à beira dos rios.

FEBRE AMARELA – Imagens e frases de prevenção para WhatsApp 📱

“Estamos trabalhando em diversas frentes para evitar os casos autóctones (quando a doença é adquirida dentro do município). Para isso, além da vacinação, é fundamental combater o vetor com ações nos criadouros. Além das ações dos nossos agentes, é importante que a população fique alerta para reconhecer e combater locais que possa acumular água parada, ambiente propício ao Aedes”, afirma o secretario de saúde, Wilson Pollara.

Além de potencial transmissor da febre amarela, o mosquito também é responsável pela proliferação da dengue, zika vírus e febre chikungunya.

Mosquito do gênero Sabethes, transmissor da febre amarela em áreas rurais do Brasil

Vacinação contra febre amarela

Locais de vacinação de segunda a sexta-feira das 7h às 17h
1. UBS Jardim Apuanã – R Hum, 19
2. UBS Jardim Fontalis – R. Antonio Picarollo, 41
3. UBS/ESF Jardim das Pedras – R. Clóvis Salgado, 220
4. UBS Jardim Flor de Maio – Av. Nova Paulista, 561

Locais de vacinação de segunda a sexta-feira das 7h às 18h
5. UBS Horto Florestal – R. Luis Carlos Gentile de Laet, 603, esquina com Rua do Horto, 603 – Horto Florestal
6. UBS Jardim Rosinha – Av. Dalva de Oliveira, 82 – Morro Doce
7. UBS Morada do Sol – R. Assis Brasil, 31, esquina com Rua Luiz Vaz de Camões – Sol Nascente
8. UBS Morro Doce – R. Alberto Calix, 55 – Jd. Canaã

Locais de vacinação de segunda a sexta-feira das 7h às 19h
9. UBS/AMA Jardim Peri – Av. Peri Rochetti, 914 – Jd. Peri
10. UBS Dona Mariquinha Sciascia – R. Dr. José Vicente, 39 – Tremembé
11. UBS Vila Dionísia – R. Chen Ferraz Falcão, 50, Vila Dionísia
12. UBS Lauzane Paulista – R. Valorbe, 80
13. UBS Conjunto Ipesp – Av. Profª. Virgilia Rodrigues Alves de Carvalho Pinto, 555
14. UBS Wamberto Dias Costa – R. Paulo César, 60
15. UBS Vila Aurora – R. Jean Buff, 126
16. AMA/UBS Parque Anhanguera – R. Pierre Renoir, 100 – Via Anhanguera Km 24,5 – Jd. Britânia
17. UBS/PSF Alpes do Jaraguá – Alameda das Limeiras, 46
18. AMA/UBS Integrada City Jaraguá – Estrada de Taipas, 1648
19. AMA/UBS Integrada Elísio Teixeira Leite – R. João Amado Coutinho, 400
20. UBS/PSF Jardim Panamericano – R. Barra da Forquilha, 38 F
21. UBS/PSF Jardim Rincão – R. Arroio da Palma, 67
22. UBS/PSF União das Vilas de Taipas – Av. Elísio Teixeira Leite, 7.703
23. UBS Recanto dos Humildes – Av. Pavão, 36A
24. UBS Vila Caiuba – R. Presidente Vargas, s/n
25. UBS Ilza Weltman Huztler – Rua Cel. Walfrido Carvalho s/nº
26. UBS Vila Espanhola – Av. João Santos Abreu ,650
27. UBS Vila Dionísia II – Rua 07 de Setembro,73
28. UBS Jardim Guarani – Rua Santana do Araçuai, 160
29. UBS Jardim Vista Alegre – Rua Ibiraiaras, 21
30. UBS Silmarya R.M. Souza – Rua Euvaldo Augusto Freire, 20
31. UBS Jardim Paulistano – Rua encruzilhada do Sul, 220
32. UBS Anhanguera I – Rua Marcela Alves de Cássia, 175
33. UBS/AMA Jardim Ipanema – Rua Pedro Ravara, 11A
34. UBS Jardim Joamar – R. Adalto Bezerra Delgado, 230
35. UBS Dr. Osvaldo Marçal – R. Antonio Joaquim de Oliveira, 220
36. UBS Vila Nova Galvão – R. Alpheu Luiz Gasparinni, 116
37. AMA/UBS Integrada de Perus – Praça Vigário João Gonçalves de Lima, 239
38. UBS Vila Barbosa – Avenida Mandaqui, 197
39. UBS Vila Terezinha – Rua Domingos Francisco Medeiros, 70
40. UBS Jardim Icarai – Rua Almir Dehar, 201
41. UBS Jardim Ladeira Rosa – Rua José da Costa Gavião, 150
42. UBS Vila Penteado – Rua Urupeva, s/nº
43. UBS Parque Edu Chaves – Avenida Edu Chaves, 1.197

Saiba ondem se localizam: ➡ Unidades de Referência para Vacinação contra Febre Amarela

FEBRE AMARELA –Saiba os sintomas e como se prevenir

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 vale mais não se responsabiliza por links rompidos ou inexistentes; informações enviadas com incorreções. Com a Secretaria de Saúde do Município de São Paulo, incluindo imagem de vídeo.

FEBRE AMARELA – Onde ficam as 37 UBS com vacinas para moradores da zona norte de SP

Aumentaram os locais para vacinação preventiva contra febre amarela na zona norte de São Paulo. Agora já são 37 UBS, Unidades Básicas de Saúde, que imunizam a população da região, orientada a se vacinar. Veja endereços e horários no final do post.
Fila para vacinação contra febre amarela na Unidade Básica de Saúde – UBS/AMA Jardim Peri, região norte. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil, Fotos Públicas 25 outubro de 2017

Nesta primeira fase, a prioridade da vacinação é para pessoas que residam em até 500 metros no entorno do Parque do Horto. Na segunda, o raio de abrangência será estendido para 1.000 (mil) metros do Horto Florestal e a terceira, ampliada para toda a zona Norte.

A febre amarela está preocupando a população e autoridades em São Paulo desde que macacos foram encontrados mortos em parques da zona norte da cidade.

Mais outras UBSs devem entrar nesse esquema de vacinação preventiva até atingir todas da região ou, em caso de nova ocorrência, será feita gradualmente ao longo da semana e somada às unidades que já iniciaram a imunização desde sábado  passado (dia 21).

Caixa com frascos para 5 doses de vacina contra febre amarela produzida pela unidade Bio-Manguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz, foto Bernardo Portella

A dose não está indicada para gestantes, mulheres amamentando crianças com até 6 meses e pessoas imunodeprimidas, como pacientes em tratamento quimioterápico, radioterápico ou com corticoides em doses elevadas (portadores de Lúpus, por exemplo). Em caso de dúvida, é importante consultar o médico.

Até esta quarta-feira (25), foram vacinadas 86.674 pessoas nos distritos de Anhanguera, Jaraguá e entorno dos parques do Horto e Estadual da Cantareira e em posto volante na associação de bairro da Vila Amélia, que fica na rua Tomé Afonso de Moura, 345.

“Quando falamos na cidade de São Paulo, estamos falando em milhões de pessoas. Estamos definindo as estratégias para o melhor atendimento à população, em especial aos moradores que estão mais próximos ao local dos eventos recentes de morte de primata não humano por febre amarela. Cada fase da vacinação foi definida de acordo com a situação epidemiológica e, a qualquer nova ocorrência que exija postura diferente da gestão, estas ações serão modificadas de acordo com a necessidade do momento epidemiológico”, explica Wilson Pollara, secretário municipal da Saúde de São Paulo.

A extensão do horário de funcionamento das unidades será informada tão logo seja concluído estudo sobre as necessidades de cada região, com divulgação específica à população local, inclusive com eventual abertura de unidades aos sábados e domingos.

Mosquito do gênero Sabethes, transmissor da febre amarela em áreas rurais*

A coordenadora do programa municipal de imunização da capital, Maria Lígia Nerger, explica que as pessoas que já tomaram a vacina em alguma fase da vida não precisam de reforço. “A Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde recomendam apenas uma dose da vacina para prevenção contra a febre amarela: é o suficiente para proteger contra a doença.”

A vacinação seguirá até que todo o público-alvo esteja imunizado. As ações de rotina seguem nas unidades que normalmente já realizam vacinação para a febre – veja endereços no final do post.

Unidades Básicas de Saúde com Vacinação contra febre amarela
Horário: das 8h às 18h

1. UBS/AMA Jardim Peri – Av. Peri Rochetti, 914 – Jd. Peri
2. UBS Horto Florestal – R. Luis Carlos Gentile de Laet, 603, esquina com rua do Horto, 603 – Horto Florestal
3. UBS Dona Mariquinha Sciascia – R. Dr. José Vicente, 39 – Tremembé
4. UBS Vila Dionísia – R. Chen Ferraz Falcão, 50, Vila Dionísia
5. UBS Lauzane Paulista – R. Valorbe, 80
6. UBS Vila Aurora – R. Jean Buff, 126
7. UBS Conjunto Ipesp – Av. Profª. Virgilia Rodrigues Alves de Carvalho Pinto, 555
8. UBS Wamberto Dias Costa – R. Paulo César, 60
9. UBS Jardim Rosinha – R. Dalva de Oliveira, 82 – Morro Doce
10. UBS Morada do Sol – R. Assis Brasil, 31, esquina com Pça. Luiz Vaz de Camões – Sol Nascente
11. UBS Morro Doce – R. Alberto Calix, 55 – Jd. Canaã
12. AMA/UBS Parque Anhanguera – R. Pierre Renoir, 100 – Via Anhanguera Km 24,5 – Jd. Britânia
13. UBS/PSF Alpes do Jaraguá – Alameda das Limeiras, 46
14. AMA/UBS Integrada City Jaraguá – Estrada de Taipas, 1648
15. AMA/UBS Integrada Elísio Teixeira Leite – R. João Amado Coutinho, 400
16. UBS/PSF Jardim Panamericano – R. Barra da Forquilha, 38 F
17. UBS/PSF Jardim Rincão – R. Arroio da Palma, 67
18. UBS/PSF União das Vilas de Taipas – Av. Elísio Teixeira Leite, 7.703
19. UBS Recanto dos Humildes – Av. Pavão, 36A
20. UBS Vila Caiuba – R. Presidente Vargas, s/n
21. UBS Ilza Weltman Huztler – Rua Cel. Walfrido Carvalho s/nº
22. UBS Vila Espanhola – Av. João Santos Abreu ,650
23. UBS Vila Dionísia II – Rua 07 de Setembro,73
24. UBS Jardim Guarani – Rua Santana do Araçuai, 160
25. UBS Jardim Vista Alegre – Rua Ibiraiaras, 21
26. UBS Silmarya R.M. Souza – Rua Euvaldo Augusto Freire, 20
27. UBS Jardim Paulistano – Rua encruzilhada do Sul, 220
28. UBS Anhanguera I – Estrada Turística do Jaraguá, 3.680
29. UBS/AMA Jardim Ipanema – Rua Pedro Ravara, 11A
30. UBS Jardim Apuanã – R Hum, 19
31. UBS Jardim Fontalis – R. Antonio Picarollo, 41
32. UBS/ESF Jardim das Pedras – R. Clóvis Salgado, 220
33. UBS Jardim Flor de Maio – Av. Nova Paulista, 561
34. UBS Jardim Joamar – R. Adalto Bezerra Delgado, 230
35. UBS Dr. Osvaldo Marçal – R. Antonio Joaquim de Oliveira, 220
36. UBS Vila Nova Galvão – R. Alpheu Luiz Gasparinni, 116
37. AMA/UBS Integrada de Perus – Praça Vigário João Gonçalves de Lima, 239

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VACINAS ATRASADAS – DE GRAÇA – Amanhã é dia de imunizar crianças e adolescentes até 14 anos

Atenção, pais, tios e até avós: amanhã, dia 16 de setembro, é o “Dia D” da vacinação de crianças e adolescentes até 15 anos incompletos. Os postos de saúde em todo país estarão abertos amanhã, sábado, para a Campanha de Multivacinação que tem como objetivo imunizar contra doenças que ainda não estão eliminadas no Brasil e, portanto, representam riscos para quem não estiver vacinado, informa o Ministério da Saúde.

Mãe leva menina para se vacinar em posto do SUS (foto Agência Brasil)

Quem não puder ir com filhos, sobrinhos, afilhados e netos não deve se desesperar. O governo esclarece que até o dia 22 deste mês (sábado), estarão disponíveis nos postos de saúde 13 vacinas para crianças até nove anos e oito vacinas para adolescentes de 10 a 15 anos.  Será o último dia da Campanha lançada pelo ministro Ricardo Barros, em Brasília.

Baixe as vacinas disponíveis e como devem ser tomadas no final do post

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Cartaz da Campanha de Multivacinação

Neste ano, serão convocados mais de 47 milhões de crianças menores de cinco anos, crianças de nove anos e também adolescentes de 10 a 15 anos incompletos para atualizarem o calendário vacinal. Mais da metade (53%) desse público já deveriam estar com o seu calendário de vacinação completo. Como se vê, nem todos foram procurar vacinas para se proteger.

A campanha vai rolar em 36 mil postos fixos de vacinação e envolver 350 mil profissionais de saúde. Além do envio de 143,9 milhões de doses de vacina de rotina, o Ministério da Saúde ainda distribuiu aos postos de saúde 14,8 milhões de doses extras de 15 vacinas para a campanha.

Além disso, o Ministério da Saúde planeja instituir um dia nacional de vacinação nas escolas. “Pretendemos avançar ainda mais na conscientização dos pais para a importância da vacinação de crianças e adolescentes. Só com essa conscientização é que a população brasileira estará protegida de uma série de doenças,” enfatiza o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Crianças não vacinadas

As crianças somente estarão protegidas com calendário de vacinação em dia. Por isso, o Ministério quer, com a mobilização, reforçar o acesso às vacinas, alertando estados e municípios da importância de manter elevadas coberturas vacinais, evitando o reaparecimento de doenças já controladas ou mesmo eliminadas no país.

Dados sobre vacinação recomendada para crianças ao nascer ou menores de completarem um ano, de acordo com os dados do Programa Nacional de Imunizações (PNI), apontam que 760 mil crianças ainda não foram vacinadas com BCG; 950 mil com a hepatite B; 470 mil crianças ainda não foram vacinadas com pneumocócica e rotavírus.

Ainda para esse grupo, 240 mil crianças não foram imunizadas com a vacina de meningite C. Já, a penta e poliomielite, também apresentam um grande números de crianças sem vacinação, são 320 mil crianças não vacinadas para a penta e 790 crianças não vacinadas para polio.

Dentre as recomendadas para crianças de um ano, estão as vacinas tríplice, com 150 mil crianças ainda por vacinar, pneumocócica, com 470 mil crianças por vacinar e meningite C com 180 mil crianças ainda não vacinadas.

Menino recebe vacina contra HPV (Foto Agência Brasil)

Para o grupo de vacinas recomendadas para crianças com 15 meses – hepatite A, DTP, Pólio e tríplice viral/Tetra – são 840 mil crianças sem vacina para hepatite A, 1,1 milhão para DTP, 800 mil para Pólio e 707 mil crianças sem vacina para tríplice viral.

Adolescentes não vacinados

A situação é mais crítica nas vacinas para adolescentes. Na meningocócica C, por exemplo, são 5,9 milhões de adolescentes de ambos os sexos na faixa de 12 e 13 anos ainda não se vacinaram. O mesmo ocorre na vacina de HPV. São 73,6% das meninas de 9 a 15 anos vacinas com a primeira dose e apenas 47% com duas doses. Já entre os meninos, 23,6% de adolescentes do sexo masculino foram vacinados aos 12 e 13 anos. Outra vacina para adolescentes com baixas coberturas é para a hepatite B, em 2016, não foram vacinados 1,3 milhão de jovens.

Também a vacina de febre amarela, que teve surto recentemente finalizado pelo Ministério da Saúde, tem estimativa de cerca de 2,4 milhões de pessoas vacinadas abaixo dos 14 anos.

Frasco de vacina contra a gripe (foto Marcelo Camargo, Agência Brasil)

Embora ainda existam crianças e adolescentes não vacinados, o número estimado de não vacinados não pode ser somado, já que as crianças ou adolescente podem não ter sido vacinados para mais de uma doença.

Gripe ou influenza

A Multivacinação também é uma oportunidade para municípios que ainda tenham vacina contra influenza continuem a vacinar o público-alvo da campanha (menores de 15 anos).

Dê uma checada na tabela preparada pelo Ministério da Saúde _e no final do post, baixe os arquivos com explicações de como devem ser tomadas e contra-indicações:

Calendário de Vacinação da Criança Calendário de Vacinação do Adolescente
BCG – ID Hepatite B
Hepatite B (mantida dose ao nascer) dT (Dupla tipo adulto)
Penta (DTP/Hib/Hep B) Febre amarela
VIP (Vacina Inativada Poliomielite) Tríplice viral (Sarampo, rubéola, caxumba)
VOP (vacina oral contra pólio) dTpa
VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano) HPV
Vacina Pneumocócica 10 valente Vacina meningocócica conjugada tipo C
Vacina febre amarela
Tríplice viral (Sarampo, rubéola, caxumba)
DTP (tríplice bacteriana)
Vacina meningocócica conjugada tipo C
Tetraviral (Sarampo, rubéola, caxumba, varicela)
Hepatite A

  VACINAS DISPONÍVEIS para crianças de 7 anos a adolescentes até 15 anos

  VACINAS DISPONÍVEIS – Crianças menores de 7 anos

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 FEBRE AMARELA –Saiba os sintomas e como se prevenir

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FEBRE AMARELA – Vacina é liberada para todas as cidades do Rio de Janeiro

Tem mudança no esquema contra febre amarela no Rio de Janeiro. A partir de agora, todos os 92 municípios do Estado, mesmo os que ainda não registraram casos da doença transmitida pelos mosquitos Sabethes e Haemagogus, vão oferecer vacinas para a população.

Funcionária de posto de vacinação no Rio de Janeiro checa documento de quem está na fila para se imunizar contra febre amarela, foto Tânia Rêgo/Agência Brasil

A imunização contra essa doença estará disponível em todas as unidades de saúde a partir do próximo sábado (8), quando haverá o “Dia D contra a Febre Amarela”, informou o  secretário estadual de Saúde do Rio, Luiz Antônio de Souza Teixeira.

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Caixa com frascos para 5 doses de vacina contra febre amarela produzida pela unidade Bio-Manguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz, foto Bernardo Portella

O ministro da saúde, Ricardo Barros, afirmou durante o anúncio da ampliação da campanha, anteontem: “O desafio, agora, é que a população vá se vacinar nos postos”.  Ele lembrou a febre amarela é endêmica em 19 estados brasileiros, que recebem doses regularmente para manter cobertura vacinal da população.

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O Estado do Rio de Janeiro já recebeu 6,9 milhões de doses contra a doença em 2017. Receberá mais 1,5 milhão de doses neste mês e 500 mil doses por mês até atingir a totalidade da população-alvo. Depois dessa fase, a vacinação entrará no calendário regular, informou o ministro.

“O Rio de Janeiro não fazia parte desses estados. Passa agora a ser incluído entre os que receberão esta dose inicial, de cobertura de até 90% da população, que é a meta, e depois, anualmente, receberá novas doses para manter a cobertura vacinal”, explicou Barros.

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BOA NOTÍCIA – Meninos de 11 a 15 anos incompletos podem se vacinar gratuitamente contra HPV

Boa notícia: a partir de agora, a vacina contra HPV passa a ser ofertada para pré-adolescentes e adolescentes do sexo masculino de 11 até 15 anos incompletos (14 anos, 11 meses e 29 dias). Também terão direito homens e mulheres transplantados e oncológicos em uso de quimioterapia e radioterapia. Além disso, cerca 200 mil crianças e jovens, de ambos os sexos, de 9 a 26 anos vivendo com HIV/aids, também podem se vacinar contra HPV. O anúncio das mudanças foi feito ontem pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Meninos entre 11 e 15 anos incompletos podem se vacinar contra HPV (Foto Agência Brasil)

A ampliação da faixa etária na população masculina pelo Ministério da Saúde já foi comunicada às secretarias estaduais de saúde de todo o país. Tem como objetivo proteger mais cerca de 3,3 milhões de adolescentes.

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A vacina contra o HPV para os meninos passou a ser disponibilizada no SUS em janeiro deste ano para meninos de 12 até 13 anos. Até o ano passado, era feita apenas em meninas.

O Ministério da Saúde informa que a meta para 2017 é vacinar 80% dos 7,1 milhões de meninos de 11 a 15 anos e 4,3 milhões de meninas de 9 a 15 anos.

O ministro afirmou que uma das principais ações para alcançar essa meta é o Programa Saúde na Escola, parceria do Ministério da Saúde com o Ministério da Educação. “É um de nossos grandes aliados nessa frente. Com esse projeto, estamos convocando toda a comunidade escolar, pais e educadores, a atualizarem as cadernetas de vacinação destes jovens”, afirmou o ministro.

Os efeitos da vacina contra HPV em anúncio do Ministério da Saúde

Como exemplo bem sucedido desta iniciativa, o ministro citou o Estado de Santa Catarina e o município de Niterói que conseguiram, por meio de uma ampla mobilização nas escolares, ampliarem as coberturas vacinais contra o HPV.

Para conscientizar os meninos na busca da vacina, o Ministério da Saúde planeja, para o próximo mês de julho, período de férias escolares, campanha direcionada a este público, com o intuito de aumentar a cobertura nessa população. Além disso, a vacina de HPV também fará parte do elenco de vacinas a serem ofertadas na Campanha de multivacinação que acontecerá no período de 11 a 22 de setembro. O Dia D da campanha de vacinação será dia 16 de setembro.

Esquema da vacina contra HPV – Meninos e meninas devem tomar duas doses da vacina HPV com intervalo de seis meses entre elas. Para as pessoas que vivem com HIV, a faixa etária é mais ampla (9 a 26 anos) e o esquema vacinal é de três doses (intervalo de 0, 2 e 6 meses). No caso dos portadores de HIV, é necessário apresentar prescrição médica.

Anúncio do governo federal da ampliação da faixa etária da vacinação contra HPV

A vacina disponibilizada no SUS é a quadrivalente e já é ofertada, desde 2014, para as meninas. Confere proteção contra quatro subtipos do vírus HPV (6, 11, 16 e 18), com 98% de eficácia para quem segue corretamente o esquema vacinal.

Para os meninos, a estratégia tem como objetivo proteger contra os cânceres de pênis, garganta e ânus, doenças que estão diretamente relacionadas ao HPV. A definição da faixa etária para a vacinação visa proteger meninos e meninas antes do início da vida sexual e, portanto, antes do contato com o vírus. Vale ressaltar que os cânceres de garganta e de boca são o 6º tipo de câncer no mundo, com 400 mil casos ao ano e 230 mil mortes. Além disso, mais de 90% dos casos de câncer anal e orofaringe são atribuíveis à infecção pelo HPV.

Nas meninas, o principal foco da vacinação é proteger contra o câncer de colo do útero, vulva, vaginal e anal; lesões pré-cancerosas; verrugas genitais e infecções causadas pelo vírus. O HPV é transmitido pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas por meio de relação sexual. Também pode ser transmitido da mãe para filho no momento do parto.

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GRIPE H1N1 2017 – Imagens de quem pode se vacinar de graça para WhatsApp

Quem ainda não se vacinou contra a gripe tem até 9 de junho (sábado) para se imunizar pelo Ministério da Saúde. A campanha de vacinação foi prorrogada porque nem todo mundo que pode se imunizar gratuitamente foi até os centros de saúde e UBSs. Até o último dia 25,  cerca de 35,1 milhões de brasileiros já se protegeram contra os vírus contemplados na vacina.

Para avisar família, amigos e pessoas que participam dos grupos no seu WhatsApp, baixamos estas imagens do Portal Brasil para você espalhar pelo celular. Só clicar, arquivar no celular ou PC e enviar pelas redes sociais que costuma usar.

Também pode compartilhar usando o Telegram, Messenger, linha do tempo do Facebook e Twitter, email e outras redes sociais.

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Para relembrar, podem se vacinar na campanha de vacinação do Ministério da Saúde:

  • Crianças de seis meses a menores de cinco anos;
  • Gestantes;
  • Puérperas (até 45 dias após o parto);
  • Portadores de doenças crônicas não transmissíveis ou com outras condições clínicas especiais;
  • Professores das redes pública e privada;
  • Pessoas com 60 anos ou mais;
  • Trabalhadores de saúde;
  • Povos indígenas;
  • População privada de liberdade;
  • Funcionários do sistema prisional.

 

Frasco de vacina contra gripe em preparação, imagem de vídeo do Portal Brasil

Os portadores de doenças crônicas não transmissíveis devem apresentar prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) deverão se dirigir aos postos em que estão registrados para receber a vacina, sem a necessidade de prescrição médica. A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS).

➡ GRIPE H1N1 –  Lista de doenças crônicas que dão direito à vacina grátis para WhatsApp

“É importante que a população da campanha se vacine neste período para ficar protegida quando o inverno chegar. A vacina demora 15 dias para fazer efeito no organismo, por isso o Ministério da Saúde planeja a campanha antes do inverno, período de maior circulação dos vírus da influenza”, destaca a coordenadora Nacional do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Carla Domingues.

É importante lembrar que, mesmo pessoas vacinadas, ao apresentarem os sintomas da gripe – especialmente se são integrantes de grupos mais vulneráveis às complicações – devem procurar, imediatamente, o médico. Os sintomas da gripe são: febre, tosse ou dor na garganta, além de outros, como dor de cabeça, dor muscular e nas articulações. Já o agravamento pode ser identificado por falta de ar, febre por mais de três dias, piora de sintomas gastrointestinais, dor muscular intensa e prostração.

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GRIPE H1N1 2017 – Atenção, vacina gratuita só até 26 de maio

Falta apenas uma semana para a campanha de vacinação contra gripe acabar _e somente 28,7 milhões de pessoas se imunizaram. Isso significa 53% do objetivo do Ministério da Saúde. A informação, divulgada ontem, leva em conta os números de todo o país até o dia 17 passado. Hora de se ligar e saber que até o dia 26 de maio é tempo de ir até uma UBS, Unidade Básica de Saúde, ou um Centro de Saúde integrante do SUS para proteção contra a influenza,  e a terrível gripe H1N1.

Vacina contra gripe da campanha do Ministério da Saúde sendo preparada para aplicação no Rio de Janeiro, foto de Tânia Rego, Agência Brasil

Carla Domingues, coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde,  considera muito importante que as pessoas se vacinem neste momento para estarem protegidas no inverno, quando os vírus da Influenza começam a circular com maior intensidade.

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“A vacina demora cerca de 15 dias para fazer efeito após aplicada, por isso é necessário que as pessoas, integrantes do público-alvo, se conscientizem e procurem os postos de saúde para se vacinarem antes do período de inverno”, aconselhou a coordenadora.

Vamos relembrar quais os grupos chamados prioritários que estão incluídos na campanha de 2017 e têm direito a receber a vacina gratuitamente:

  • Crianças de seis meses a menores de cinco anos;
  • Pessoas com 60 anos ou mais;
  • Trabalhadores de saúde;
  • Gestantes;
  • Puérperas (até 45 dias após o parto);
  • Pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis ou com outras condições clínicas especiais;
  • Professores das redes pública e privada.
  • Povos indígenas;
  • População privada de liberdade;
  • Funcionários do sistema prisional;

➡  Portadores de doenças crônicas não transmissíveis, o que inclui pessoas com deficiências específicas, devem apresentar prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do SUS deverão se dirigir aos postos em que estão registrados para receber a vacina, sem a necessidade de prescrição médica.

A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS).

É importante lembrar que, mesmo pessoas vacinadas, ao apresentarem os sintomas da gripe – especialmente se são integrantes de grupos mais vulneráveis às complicações – devem procurar imediatamente o médico.

Os sintomas da gripe são:

  • febre;
  • tosse ou dor na garganta
  • dor de cabeça;
  • dor muscular e nas articulações.

O agravamento pode ser identificado por falta de ar, febre por mais de três dias, piora de sintomas gastrointestinais, dor muscular intensa e prostração.

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GRIPE H1N1 – Saiba como se prevenir e se cuidar

Para a campanha deste ano, o Ministério da Saúde adquiriu 60 milhões de doses da vacina, garantindo estoque suficiente para a vacinação em todo o país. Os estados com a maior cobertura de vacinação no país, até o momento, são: Amapá (76%), Paraná (69,8%), Santa Catarina (68%), Rio Grande do Sul (67%), e Goiás (60,6%). Já os estados com menor cobertura são: Roraima (34,7%), Pará (35,8%), Rondônia (39,9%), Mato Grosso (41,7%), Piauí (43,2%) e Maranhão (43,8%).

As pessoas com mais de 60 anos foram as que mais procuraram a campanha,  com 13 milhões de doses aplicadas, o que representa 62,3% deste público, seguido pelas puérperas (59,7%) e trabalhadores de saúde (54,7%).

Os grupos que menos se vacinaram foram os indígenas (31,2%), crianças (39,6%), gestantes (44,6%) e professores (44,7%).

Entre as regiões do país, o Sul apresentou o melhor desempenho em relação à cobertura vacinal contra a influenza, com 68,3%, seguida pelas regiões Centro-Oeste (53,1%), Sudeste (52,9%); Nordeste (47,8%) e Norte (43%).

Quem não se encaixa nos critérios do Ministério da Saúde para receber a vacina gratuitamente,  pode procurar uma clínica de vacinação particular.

Veja o vídeo sobre a gripe feito pela OMS em espanhol, aqui, no canal do blog no Youtube.

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 vale mais não se responsabiliza por informações transmitidas com incorreções. Imagens com licença Creative Commons: *16 de maio de 2015 fotos públicas.

GRIPE H1N1 2017- Clínicas de vacinação se espalham por 21 Estados e em Brasília

Outono está esfriando e já tem gente espirrando e tossindo. As clínicas particulares de vacinação podem ajudar quem não está nos grupos prioritários ou de risco com direito à vacina grátis pelo SUS.

Seringa com vacina contra gripe com cepa do vírus H1N1 sendo preparada para ser injetada

Se você ou pessoas da sua família pretende se proteger contra a gripe H1N1 fora da campanha de vacinação, saiba que a Sociedade Brasileira de Imunizações, SBIm, traz a lista de estabelecimentos de saúde acreditados, ou seja, que têm o reconhecimento da entidade como uma clínica idônea e com credibilidade.

≡ GRIPE H1N1 2017 – Portadores de doenças crônicas e comorbidades já podem se vacinar gratuitamente

Veja abaixo a lista dos Estados e da Capital Federal para localizar clínicas, endereços, telefones e email para contato, além do nome do diretor responsável pela unidade de imunização.

➡ GRIPE H1N1 2017 –  Sintomas e prevenção em 16 perguntas e respostas

Onde encontrar clínicas de vacinação* (ordem alfabética):

  1. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DE ALAGOAS – 2017
  2. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DE AMAZONAS – 2017
  3. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DA BAHIA – 2017
  4. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – DISTRITO FEDERAL – BRASÍLIA – 2017
  5. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DO CEARÁ 2017
  6. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DO ESPÍRITO SANTO – 2017
  7. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DE GOIÁS – 2017
  8. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DO MARANHÃO – 2017
  9. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DE MATO GROSSO – 2017
  10. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL – 2017
  11. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DE MINAS GERAIS – 2017
  12. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DO PARÁ – 2017
  13. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DA PARAÍBA – 2017
  14. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DO PARANÁ – 2017
  15. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DE PERNAMBUCO- 2017
  16. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DO PIAUÍ- 2017
  17. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DO RIO DE JANEIRO – 2017
  18. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE – 2017
  19. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL- 2017
  20. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DE RONDÔNIA – 2017
  21. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DE SANTA CATARINA – 2017
  22. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DE SÃO PAULO

 GRIPE H1N1 2017 – Lista de doenças crônicas que dão direito à vacina grátis para WhatsApp

 vale mais recomenda contatar a clínica antes para confirmar as vacinas disponíveis, assim como horário de atendimento e outros itens como carteira de vacinação, documentos e receita médica (se for o caso) etc.

Fonte: Sociedade Brasileira de Imunizações, SBIm.

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GRIPE H1N1 2017 – Sintomas e prevenção em 16 perguntas e respostas

O outono já está marcado por temperaturas mais baixas em parte do país e muita gente já começa a contrair gripe. E você, já sabe sobre a doença que pode afetar milhares de pessoas principalmente no outono e inverno? Sabe qual a diferença entre gripe e resfriado? O que fazer na gravidez? E o H1N1? Sabe como se proteger desse terrível vírus que pode até levar à morte?

➡ FEBRE AMARELA – Vacina é liberada para todas as cidades do Rio de Janeiro
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Vírus H1N1 em ilustração de vídeo da OMS
➡  LIBEROU GERAL – Vacina contra gripe de graça para todos a partir de segunda, 5 de junho

O ministério da Saúde preparou estas perguntas e respostas e enviou aqui para o blog vale mais, atualizadas para 2017. Vamos checar questões importantes e ter mais informação sobre a doença que é típica desta época do ano?

1 – O que é gripe ou influenza sazonal?
A influenza, também conhecida como gripe, é uma infecção do sistema respiratório cuja principal complicação são as pneumonias, responsáveis por um grande número de internações hospitalares no país.

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2 – Qual o microrganismo envolvido?
É o vírus influenza. Existem três (3) tipos de vírus influenza: A, B e C. O vírus influenza C causa apenas infecções respiratórias brandas, não possui impacto na saúde pública e não está relacionado com epidemias.
Os vírus influenza A e B são responsáveis por epidemias sazonais, sendo o vírus influenza A responsável pelas grandes pandemias. Dentre os subtipos de vírus influenza A, os subtipos A (H1N1)pdm09 e A (H3N2) circulam atualmente em humanos.

3 – Quais os sintomas?
A gripe ou influenza sazonal inicia-se em geral com febre alta, seguida de:

  • dor muscular
  • dor de garganta
  • dor de cabeça
  • coriza
  • tosse seca.

A febre é o sintoma mais importante e dura em torno de três dias. Os sintomas respiratórios, como tosse, tornam-se mais evidentes com a progressão da doença e mantêm-se em geral de três a cinco dias após o desaparecimento da febre. Alguns casos apresentam complicações graves, como pneumonia, necessitando de internação hospitalar. Devido aos sintomas em comum, pode ser confundida com outras viroses respiratórias causadoras de resfriado. 

4 – Como se transmite?
A influenza pode ser transmitida de forma direta por meio das secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada ao espirrar, ao tossir ou ao falar, ou por meio indireto pelas mãos, que após contato com superfícies recentemente contaminadas por secreções respiratórias de um indivíduo infectado, podem carrear o vírus diretamente para a boca, nariz e olhos. Não há diferença de transmissão entre os tipos de influenza sazonal.

5 – Por quanto tempo os vírus influenza podem permanecer em uma superfície?
Sabemos que alguns vírus ou bactérias vivem por duas a oito (2 a 8) horas em superfícies. Lavar as mãos com frequência ajuda a reduzir as chances de se contaminar a partir dessas superfícies.

6 – Como tratar?
O tratamento dos sintomas da influenza sem complicações deve ser realizado com medicação sintomática, hidratação, antitérmico, alimentação leve e repouso. Nos casos com complicações graves, são necessárias medidas de suporte intensivo.

Atualmente, o medicamento antiviral fosfato de oseltamivir é indicado para o tratamento. Os medicamentos devem ser prescritos pelos profissionais médicos aos pacientes que apresentem condições e fatores de risco a complicações por influenza (gripe) e aos casos em que a doença já se agravou. Em caso de complicações, o tratamento será específico. É fundamental procurar atendimento nas unidades de saúde para que haja identificação precoce de risco de agravamento da doença.

7 – O que é resfriado?
O resfriado também é uma doença respiratória frequentemente confundida com a gripe, mas é causado por vírus diferentes. Os vírus mais comuns associados ao resfriado são os rinovírus, os vírus parainfluenza e o vírus sincicial respiratório (RSV), que geralmente acometem as crianças. Os sintomas do resfriado, apesar de parecidos com os da gripe, são mais brandos e duram menos tempo, entre dois e quatro dias.

Os sintomas incluem:

  • tosse
  • congestão nasal
  • coriza
  • dor no corpo
  • dor de garganta leve.

A ocorrência de febre é menos comum e, quando presente, é em temperaturas baixas. As medidas preventivas utilizadas para evitar a gripe, como a etiqueta respiratória, também devem ser adotadas para prevenir os resfriados.
Outra doença que também tem sintomas parecidos e que pode ser confundida com a gripe, é a rinite alérgica. Os principais sintomas são espirros, coriza, congestão nasal e irritação na garganta. A rinite alérgica não é uma doença transmissível e sim crônica, provocada pelo contato com agentes alergênicos (substâncias que causam alergia), como poeira, pelos de animais, poluição, mofo e alguns alimentos.

Usar lenço descartável ajuda a prevenir contra a gripe H1N1

8 – Como se prevenir da influenza?
Para redução do risco de adquirir ou transmitir doenças respiratórias, especialmente as de grande infectividade, como as do vírus influenza, orienta-se que sejam adotadas medidas gerais de prevenção, chamadas de “etiqueta respiratória”, tais como:

  • Lavar e higienizar as mão com frequência, principalmente antes de consumir alimentos;
  • Utilizar lenço descartável para higiene nasal;
  • Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;
  • Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
  • Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;
  • Manter os ambientes bem ventilados;
  • Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas de gripe;

9 – O que as pessoas que apresentam sintomas de gripe devem fazer?

  • Evitar sair de casa em período de transmissão da doença (até 7 dias após o início dos sintomas);
  • Restringir ambiente de trabalho para evitar disseminação;
  • Evitar aglomerações e ambientes fechados, procurando manter os ambientes ventilados;
  • Adotar hábitos saudáveis, como alimentação balanceada e ingestão de líquidos;

10 – Quais são os sintomas que indicam que a pessoa deve procurar imediatamente um serviço de saúde?

  • dificuldade para respirar
  • lábios com coloração azulada ou roxeada
  • dor ou pressão abdominal ou no peito
  • tontura ou vertigem
  • vômito persistente
  • convulsão.

11 – Quais os cuidados que devem ser tomados em creches?
A aglomeração de crianças em creches facilita a transmissão de influenza entre crianças susceptíveis. A melhor maneira de proteger as crianças contra influenza sazonal e potenciais complicações graves é a vacinação anual contra influenza, que é recomendada a partir de 6 meses até 5 anos.

  • Além da adoção das medidas gerais de prevenção e “etiqueta respiratória”, os cuidadores e crianças lotadas em creches devem realizar a higienização do brinquedos com água e sabão quando estiverem sujos.
  • Deve-se utilizar lenço descartável para limpeza das secreções nasais e orais das crianças. Lenços ou fralda de pano, caso sejam utilizados, devem ser trocados diariamente.
  • Deve-se lavar as mãos após contato com secreções nasais e orais das crianças, principalmente, quando ela estiver com suspeita de síndrome gripal.
  • Cuidadores devem observar se há crianças com tosse, febre e dor de garganta e informar aos pais quando apresentarem os sintomas de síndrome gripal.
  • Devem, também, notificar a secretaria municipal de saúde, caso observem um aumento do número de crianças doentes com síndrome gripal ou com absenteísmo pela mesma causa na creche;
  • O contato da criança doente com as outras deve ser evitado.
  • Recomenda-se que a criança doente fique em casa, a fim de evitar transmissão da doença.
  • Recomenda-se que a criança doente permaneça em casa por pelo menos 24 horas após o desaparecimento, sem utilização de medicamento, da febre.

12 – Quais os cuidados a serem tomados com gestantes, puérperas e recém-nascidos?
Influenza causa mais doenças graves em gestantes que em mulheres não grávidas. Mudanças no sistema imunológico, circulatório e pulmonar durante a gravidez faz com que as gestantes sejam mais propensas a complicações graves por influenza, assim como hospitalização e óbito. As gestantes com influenza também têm maiores chances de complicações da gravidez, incluindo trabalho de parto e parto prematuros.

13 – A vacinação contra influenza durante a gravidez protege a gestante, o feto e até o bebê recém-nascido até os 6 meses?

  • As gestantes devem buscar o serviço de saúde, caso apresente sintomas de síndrome gripal;
  • Durante internação e trabalho de parto, se a mulher estiver com diagnóstico de Influenza, deve-se priorizar o isolamento;
  • Se a mãe estiver doente, deve realizar medidas preventivas e de etiqueta respiratória, como a constante lavagem das mãos, principalmente para evitar transmissão para o recém-nascido;
  • A parturiente deve evitar tossir ou espirrar próximo ao bebê. O bebê pode ficar em isolamento com a mãe (evitando-se berçários).
Vacina contra gripe da campanha de vacinação do Ministério da Saúde

14 – Qual a vacina ofertada no SUS?
A vacina influenza ofertada no SUS é recomendada pela OMS, Organização Mundial da Saúde, e produzida no Brasil pelo Instituto Butatan em parceria com o laboratório privado Sanofi Pasteur. A vacina da campanha de 2017 é trivalente e protege contra os tipos de vírus A (H1N1), A(H3N2) e Influenza B, que são os de maior importância epidemiológica, de acordo com a própria OMS.

A vacina é ofertada, anualmente, durante a Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza com o objetivo de reduzir as complicações e as internações decorrentes das infecções causadas pelos vírus, nos grupos prioritários para vacinação.

Pessoas com mais de 60 anos têm direito a tomar vacina gratuitamente no SUS

15 – Qual o público alvo da Campanha Nacional de Vacinação contra influenza de 2017?

  • Pessoas com 60 anos ou mais de idade;
  • Crianças na faixa etária de 6 meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias);
  • Gestantes;
  • Puérperas (mulheres até 45 dias após o parto);
  • Trabalhadores da saúde;
  • Povos indígenas;
  • Pessoas com comorbidade, doenças crônicas e outras condições clínicas especiais;
  • Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas;
  • População privada de liberdade;
  • Funcionários do sistema prisional;
  • Professores de escolas públicas e privadas.

Este público alvo representará aproximadamente 54 milhões de pessoas. A meta é vacinar, pelo menos, 90% dos grupos elegíveis para a vacinação.

16 – Por que a campanha de vacinação é realizada anualmente e, geralmente, nos meses de abril e maio?
A influenza ocorre durante todo o ano, mas é mais frequente no outono e no inverno, quando as temperaturas caem, principalmente no Sul e Sudeste do Brasil.
A vacina é capaz de promover imunidade durante o período de maior circulação dos vírus influenza reduzindo o agravamento da doença.
No geral, a detecção de anticorpos protetores se dá entre 2 a 3 semanas após a vacinação e, em média, confere proteção de 6 a 12 meses, sendo que o pico máximo de anticorpos ocorre após 4 a 6 semanas da vacinação.
Por esse motivo, a vacinação é anual e busca proteger a população alvo da campanha contra as cepas que mais circularam no hemisfério sul, no ano anterior.

GRIPE H1N1 – Vacinação gratuita começa dia 17 em todo o país

GRIPE H1N1 – Saiba como se prevenir e se cuidar

 

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 vale mais não se responsabiliza por informações que chegam ao blog com incorreções.Informações oficiais do Ministério da Saúde enviadas ao blog em 3 de maio de 2017.

GRIPE H1N1 2017 – Portadores de doenças crônicas e comorbidades já podem se vacinar gratuitamente

Desde ontem, pacientes com comorbidades (associação de duas ou mais patologias em uma pessoa) e doenças crônicas passaram a ter prioridade para serem vacinados contra a gripe na campanha de vacinação do Ministério da Saúde 2017.

GRIPE H1N1 2017 – Lista de doenças crônicas que dão direito à vacina grátis para WhatsApp

Vacina contra gripe da campanha do Ministério da Saúde sendo preparada para aplicação no Rio de Janeiro, foto de Tânia Rego, Agência Brasil

Em informe publicado ontem, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo explica que a campanha deste ano foi feita por etapas porque o Ministério da Saúde, responsável pela distribuição das vacinas, está encaminhando-as aos estados de forma gradativa.

FEBRE AMARELA – Saiba os sintomas e como se prevenir

Isso não quer dizer que as pessoas enquadradas nas etapas anteriores e que ainda não foram vacinadas estejam impedidas de se vacinar. As doses continuam à disposição, respeitando a data de início para cada grupo.

Etapas
A campanha teve início no 10 de abril com a imunização de servidores da saúde dos hospitais. Na segunda etapa, iniciada dia 17, foram vacinados pessoas a partir dos 60 anos de idade e os servidores públicos e privados ligados ao setor da saúde.

Agenda da campanha de vacinação contra gripe em São Paulo

A quinta etapa começa no próximo dia 8 de maio, para professores da rede pública e privada e todos os outros grupos anteriores. O dia 13 de maio será o Dia “D” da campanha.

A meta da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo é imunizar, até 26 de maio, 10 milhões de pessoas, o que corresponde a 80% do total de 12,6 milhões que formam o público-alvo da campanha. As vacinas estão à disposição em mais de 4 mil postos de saúde distribuídos pelo Estado de São Paulo – consulte aqui, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

Vacina contra gripe com cepas de vírus para a campanha de vacinação 2017

A vacina, produzida pelo Instituto Butantan, protege contra a gripe A H1N1, e gripes típicas do inverno causadas pelos vírus A/Hong Kong (H3N2) e B/Brisbane.

Cronograma da campanha:
1ª Etapa: a partir de 10 de abril: trabalhadores da saúde em hospitais.
2ª Etapa: a partir de 17 de abril: trabalhadores da saúde de serviços de saúde públicos e privados.
3ª Etapa: a partir de 24 de abril: gestantes, puérperas, crianças com pelo menos 6 meses e até 5 anos de idade e indígenas.
4ª Etapa: a partir de 2 de maio, pacientes com comorbidades e doenças crônicas.
5ª Etapa: a partir de 8 de maio: professores da rede pública e privada e todos os outros grupos anteriores.
13 de maio: Dia “D”.

Para compartilhar as doenças crônicas previstas na campanha, no ➡ computador: baixe as 10 imagens e espalhe como quiser; no ➡ celular: clique nas imagens rapidamente para ver todas; segure o dedo nas escolhidas, segure, salve e envie como preferir; ou clique no botão de compartilhamento de cada uma delas e escolha as redes sociais que quer enviar.

➡ Quem já está cadastrado em programas de controle do SUS, Sistema Único de Saúde, deve ir aos postos que são registrados para receberem a vacina, sem a necessidade de prescrição médica.

➡ Os portadores destas doenças crônicas que não estão cadastrados no SUS devem apresentar prescrição médica na hora de se vacinar.

➡ GRIPE H1N1 – Vacinação gratuita começa dia 17 em todo o país

GRIPE H1N1 – Saiba como se prevenir e se cuidar

A vacina contra gripe é contra-indicada para pessoas com alergia a ovo.

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 vale mais não se responsabiliza por informações que chegam ao blog com incorreções.Informações oficiais do site da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e da EBC.

GRIPE H1N1 – Lista de doenças crônicas que dão direito à vacina grátis para WhatsApp

Portadores de doenças crônicas como asma e insuficiência cardíaca, pessoas transplantadas e obesos no grau III também têm direito à vacina contra gripe grátis durante a campanha do Ministério da Saúde que começou no último dia 17. São indicações específicas. É bom saber e compartilhar via  WhatsApp _informação é poder! O governo espera vacinar 9,4 milhões de pessoas que se encontram nestas condições em 2017.

➡  Vem curtir vale mais no Facebook para ficar sempre atualizado!
➡  LIBEROU GERAL – Vacina contra gripe de graça para todos a partir de segunda, 5 de junho

Você poderá clicar nos quadrados coloridos (abaixo da foto) com os nomes das doenças crônicas para espalhar fácil fácil no Messenger, Telegram, Facebook, Twitter e outras redes sociais. Tranquilo, dados oficiais do Ministério da Saúde.

Funcionária retira vacina contra gripe do frasco produzido pela Instituto Butantan

Para compartilhar no ➡ computador: baixe as 10 imagens e espalhe como quiser; no ➡ celular: clique nas imagens, salve e envie como preferir, ou clique no botão de compartilhamento e faça suas escolhas.

Se preferir compartilhar todo o conteúdo este post (que traz a lista também em formato de texto, mais abaixo), você pode clicar nos botões apropriados que estão no final.

Vale lembrar que a vacina é uma das formas mais seguras de proteção contra a temida e perigosa gripe H1N1.

➡ Quem já está cadastrado em programas de controle do SUS, Sistema Único de Saúde, deve ir aos postos que são registrados para receberem a vacina, sem a necessidade de prescrição médica.

➡ Os portadores destas doenças crônicas que não estão cadastrados no SUS (veja lista abaixo) devem apresentar prescrição médica na hora de se vacinar.

A vacinação desse grupo prioritário acontece em UBS, Unidades Básica de Saúde, e Centros de Saúde do SUS. Cada Estado determina quando os portadores devem se dirigir aos postos durante a campanha. Consulte o centro de saúde onde costuma ir para se orientar.

 GRIPE H1N1 – Vacinação gratuita começa dia 17 em todo o país

As doenças crônicas que estão incluídas no chamado grupo prioritário da campanha 2017 e suas indicações são iguais as determinadas pelo governo no ano passado. Confira aqui (são as mesmas informações das 10 imagens coloridas que estão acima):

Doença respiratória crônica:

  • Asma em uso de corticoide inalatório ou sistêmico (Moderada ou Grave);
  • DPOC;
  • Bronquiectasia;
  • Fibrose cística;
  • Doenças Intersticiais do pulmão;
  • Displasia broncopulmonar;
  • Hipertensão arterial Pulmonar;
  • Crianças com doença pulmonar crônica da prematuridade.

Doença cardíaca crônica:

  • Doença cardíaca congênita;
  • Hipertensão arterial sistêmica com comorbidade;
  • Doença cardíaca isquêmica;
  • Insuficiência cardíaca.

Doença renal crônica:

  • Doença renal nos estágios 3, 4 e 5;
  • Síndrome nefrótica;
  • Paciente em diálise.

Doença hepática crônica:

  • Atresia biliar;
  • Hepatites crônicas;
  • Cirrose.

Doença neurológica crônica:

  • Condições em que a função respiratória pode estar comprometida pela doença neurológica;
  • Considerar as necessidades clínicas individuais dos pacientes incluindo: AVC, indivíduos com paralisia cerebral, esclerose múltipla, e condições similares;
  • Doenças hereditárias e degenerativas do sistema nervoso ou muscular;
  • Deficiência neurológica grave.
Agenda da campanha de vacinação do contra gripe do Ministério da Saúde em São Paulo

Diabetes:

  • Diabetes Mellitus tipo I e tipo II em uso de medicamentos.

Imunossupressão:

  • Imunodeficiência congênita ou adquirida;
  • Imunossupressão por doenças ou medicamentos.

 Obesos:

  • Obesidade grau III.

Transplantados:

  • Órgãos sólidos;
  • Medula óssea.

Portadores de trissomias:

  • Síndrome de Down;
  • Síndrome de Klinefelter;
  • Síndrome de Wakany, dentre outras trissomias.

GRIPE H1N1 – Saiba como se prevenir e se cuidar

Vacina contra gripe com cepas de vírus para a campanha de vacinação 2017

Além dos portadores de doenças crônicas, todas as pessoas que se enquadram nestes requisitos formam o público-alvo da campanha: pessoas a partir de 60 anos, crianças de seis meses a menores de cinco anos (quatro anos, 11 meses e 29 dias), trabalhadores de saúde, professores das redes pública e privada, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas privadas de liberdade – o que inclui adolescentes e jovens de 12 a 21 anos em medidas socioeducativas – e os funcionários do sistema prisional.

A vacina contra gripe é contra-indicada  para pessoas com alergia a ovo.

A vacina contra gripe usada na campanha do Ministério da Saúde é a trivalente e é produzida pelo Instituto Butantan, de São Paulo.

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 vale mais não se responsabiliza por informações que chegam ao blog com incorreções.Informações oficiais do Ministério da Saúde enviadas ao blog em 20 de abril de 2017.

GRIPE H1N1 – Vacinação gratuita começa dia 17 em todo o país

Está definido: a campanha de vacinação contra a gripe começa dia 17 de abril, segunda-feira próxima, em todo o país. Quem quer se proteger contra o temido vírus H1N1 e está na lista dos grupos que podem receber a vacina gratuitamente, pode ir para centros de saúde e UBS, Unidades Básicas de Saúde, que a imunização já estará disponível, informa o Ministério da Saúde.

Momento da aplicação da vacina usada durante a Campanha de Vacinação contra gripe, em Brasília, Elza Fiuza (Agência Brasil) no ano passado

A vacinação contra gripe promovida pelo governo federal termina no dia 26 de maio próximo. O Dia D, como é conhecido o dia em que há uma mobilização nacional em torno da campanha, será 13 de maio.  Deverão ser vacinadas mais de 54 milhões de pessoas que integram os grupos prioritários. O ministério adquiriu 60 milhões de doses para a imunização

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A partir desta edição da campanha, professores das redes pública e privada passam a fazer parte dos grupos prioritários que podem receber a vacina durante a campanha. Cerca de 2,3 milhões desses profissionais em todo o País poderão se vacinar contra a gripe nos dias 2 e 3 de maio.

Profissionais que trabalham na área de saúde e funcionários de presídios também devem se vacinar. Este ano a campanha do governo começa antes da temporada de gripe chegar. Como a pessoa fica imune cerca de duas semanas depois, espera-se que bastante gente já esteja protegido.

Para relembrar, todos os anos a Organização Mundial da Saúde, OMS, sugere quais as cepas dos vírus que devem estar presentes nas vacinas para que a proteção efetiva. É que os vírus sofrem mutações e as novas vacinas precisam realmente imunizar as pessoas contra esses novos vírus que circulam nos ambientes.

Vírus H1N1 em ilustração de vídeo da OMS, você pode vê-lo completo em espanhol aqui

Olha só, para 2017 foi definido que as vacinas trivalentes devem conter em sua formulação cepas destes vírus:

  • um vírus similar ao vírus influenza A/Michigan/45/2015 (H1N1) pdm09, que é uma variação do vírus contido na vacina do ano passado;
  •  um vírus similar ao vírus influenza A/Hong Kong/4801/2014 (H3N2);
  •  um vírus similar ao vírus influenza B/Brisbane/60/2008.

As vacinas tetravalentes ou quadrivalentes, que normalmente podem ser encontradas em clínicas privadas de vacinação, devem ter as cepas da trivalente (acima) mais um vírus similar ao vírus influenza B/Phuket/3073/2013.

Funcionária usa seringa para retirar do vasilhame a quantidade necessária para uma aplicação da vacina contra a gripe produzida pelo Instituto Butantan, foto de Eduardo Saraiva, governo do Estado de São Paulo

O Ministério da Saúde informa quais os grupos mais vulneráveis devem se vacinar todos os anos:

  • Pessoas com 60 anos ou mais
  • Grávidas
  • Mulheres com até 45 dias pós-parto
  • Crianças de 6 meses a menores de 5 anos
  • Doentes crônicos
  • Trabalhadores da saúde
  • Populações indígenas
  • Professores das redes pública e privada

Também para relembrar, a gripe causada pelo terrível vírus H1N1 já foi conhecida como “gripe suína”. A transmissão de uma pessoa para outra ocorre através da saliva, por espirros ou tosse. Se não for bem tratada, pode causar complicações e levar à morte.

GRIPE H1N1 – Saiba como se prevenir e se cuidar

Seringa com vacina contra gripe (H1N1) sendo preparada para profissionais do hospital Emílio Ribas, foto de Rovena Rosa, São Paulo, EBC, 2016

Quem não se encaixa nos critérios para receber a vacina gratuitamente,  pode procurar uma clínica de vacinação particular.

Para saber mais sobre a gripe, a OMS criou este vídeo em espanhol. Veja aqui, no canal do blog no Youtube.

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 vale mais não se responsabiliza por informações transmitidas com incorreções. Imagens com licença Creative Commons: *16 de maio de 2015 fotos públicas.

FEBRE AMARELA – 20 Perguntas e respostas importantes sobre a doença

A febre amarela continua um dos assuntos mais preocupantes em boa parte do país.

ATENÇÃO: FEBRE AMARELA 2018 – Como vai ser a vacinação que começa dia 29 no ESP

Para se informar ainda mais, neste post trazemos 20 perguntas e respostas sobre a doença e a vacina do Ministério da Saúde. A parte específica sobre imunização traz informações da coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Carla Domingues.

Caixa com vacinas contra a febre amarela produzidas pela Fiocruz

➡ FEBRE AMARELA –Saiba os sintomas e como se prevenir

1 – Qual é a diferença entre a febre amarela silvestre (FAS) e febre amarela urbana (FAU)?

A diferença entre elas é o vetor: na cidade a doença é transmitida pelo Aedes aegypti, o mesmo mosquito que transmite a dengue. Na mata, os mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes transmitem o vírus. Apesar disso, o vírus transmitido é o mesmo, assim como a doença resultante da infecção. Desde 1942, o Brasil não registra casos de febre amarela urbana.

2 – O que é a febre amarela silvestre (FAS)?

É uma doença infecciosa febril aguda, causada por um arbovírus (vírus transmitido por artrópodes), que pode levar à morte em cerca de uma semana, se não for tratada rapidamente. A doença é comum em macacos, que são os principais hospedeiros do vírus.

3 – Como a doença é transmitida?

A febre amarela silvestre é transmitida através da picada de mosquitos Haemagogus e Sabethes, que vivem em matas e vegetações à beira dos rios. Quando o mosquito pica um macaco doente, torna-se capaz de transmitir o vírus a outros macacos e ao homem.

4 – Como a doença pode ser evitada?

A única forma de evitar FAS é através da vacinação. A vacina está disponível durante todo o ano nas unidades de cuidados de saúde de forma gratuita e deve ser administrada pelo menos 10 dias antes do deslocamento para áreas de risco. A vacina pode ser administrada após seis meses de idade e é válida por dez anos.

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5 – Que lugares constituem áreas de risco?

Locais que têm matas e rios onde o vírus e seus hospedeiros e vetores ocorrem naturalmente são identificadas como áreas de risco. No Brasil, no entanto, a vacinação é recomendada para as pessoas a partir de 9 meses de idade (ver “Orientações para vacinação”) que residem ou se deslocam para os municípios que compõem a Área Com Recomendação de Vacina, conforme o mapa abaixo.

6 – Que época do ano a doença é mais comumente registrada?

Estudos têm demonstrado que a doença ocorre com maior freqüência nos meses de dezembro a maio. Esta é a estação das chuvas, quando há um aumento das populações de mosquitos, favorecendo a circulação do vírus.

7 – Qualquer pessoa está em risco de contrair febre amarela silvestre?

Sim. Qualquer pessoa, independentemente da idade ou sexo, que vive nas áreas endêmicas ou que visitam áreas endêmicas sem ter sido vacinada, pode ter a doença.

8 – Quanto tempo leva para que a doença se tornar aparente?

De três a seis dias após ter sido infectada, a pessoa apresenta os sintomas iniciais.

9 – Quais os sintomas da doença?

Os sintomas iniciais da febre amarela incluem o início súbito de febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza. A maioria das pessoas melhora após estes sintomas iniciais. No entanto, cerca de 15% apresentam um breve período de horas a um dia sem sintomas e, então, desenvolvem uma forma mais grave da doença. Em casos graves, a pessoa pode desenvolver febre alta, icterícia (coloração amarelada da pele e do branco dos olhos), hemorragia (especialmente a partir do trato gastrointestinal) e, eventualmente, choque e insuficiência de múltiplos órgãos. Cerca de 20-50% das pessoas que desenvolvem doença grave podem morrer.

Rio de Janeiro – Postos de saúde do Rio de Janeiro têm longas filas em busca da vacinação contra a febre amarela. (Tomaz Silva/Agência Brasil)

10 – O que você deve fazer se apresentar os sintomas?

Depois de identificar alguns desses sintomas, procure um médico na unidade de saúde mais próxima e informe sobre qualquer viagem para áreas de risco nos 15 dias anteriores ao início dos sintomas, e se você observou mortandade de macacos próximo aos lugares que você visitou. Informe, ainda, se você tomou a vacina contra a febre amarela, e a data.

11 – Como a febre amarela silvestre é tratada?

Não há nenhum tratamento específico contra a doença. O médico deve tratar os sintomas, como dores no corpo e cabeça, com analgésicos e antitérmicos. Salicilatos devem ser evitados (AAS e Aspirina), já que seu uso pode favorecer o aparecimento de manifestações hemorrágicas. O médico deve estar alerta para quaisquer indicações de um agravamento do quadro clínico.

Importante: Somente um médico é capaz de diagnosticar e tratar corretamente a doença.

12 – A febre amarela silvestre é contagiosa?

A doença não é contagiosa, ou seja, não há transmissão de pessoa a pessoa, nem entre animais e pessoas. É transmitida somente pela picada de mosquitos infectados com o vírus da febre amarela.

Vacina:

13 – Qual o esquema vacinal recomendado pelo Ministério da Saúde para a febre amarela?

“Carla Domingues: O esquema da febre amarela é de duas doses, tanto para adultos quanto para crianças. As crianças devem receber as vacinas aos nove meses e aos quatro anos de idade. Assim, a proteção está garantida para o resto da vida. Para quem não tomou as doses na infância, a orientação é de uma dose da vacina e outra de reforço, dez anos depois da primeira. As recomendações são apenas para as pessoas que vivem ou viajam para as áreas de recomendação da vacina. A população que não vive na área de recomendação ou não vai se dirigir a essas áreas não precisa buscar a vacinação neste momento.

14 – No momento, com os casos confirmados no estado de Minas Gerais, há mudança na indicação da vacina contra a febre amarela?

Carla Domingues: Não há mudança no esquema de vacinação. Devem se vacinar contra a febre amarela apenas pessoas que moram nas áreas de recomendação da vacina ou que viajam para essas localidades e que estão com o esquema de vacinação incompleto, ou seja, quem não tomou as duas doses recomendadas pelo Ministério da Saúde. Para adultos que tomaram a primeira dose há menos de dez anos, também não há necessidade de adiantar a dose de reforço.

Orientações do Ministério da Saúde sobre vacinação contra febre amarela

15 – Para quem já tomou duas doses da vacina e mora nas áreas de recomendação, uma terceira dose significa mais proteção?
Carla Domingues: As duas doses são o suficiente para proteger durante toda a vida. Uma terceira dose não vai criar nenhuma proteção adicional. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda uma única dose para toda a vida. O Brasil, buscando uma maior segurança, adota o esquema de duas doses. Portanto, quem recebeu duas doses, na infância ou na fase adulta, já está devidamente protegido e não precisa buscar o serviço de saúde.

16 – E para quem perdeu o cartão de vacinação e não tem conhecimento da própria situação vacinal, qual a orientação?

Carla Domingues:
Quem perdeu o cartão de vacinação deve procurar o serviço de saúde que costuma frequentar e tentar resgatar o histórico. Caso isso não seja possível, a recomendação é iniciar o esquema normalmente. Portanto, pessoas a partir de cinco anos de idade que nunca foram vacinadas ou sem comprovante de vacinação devem receber a primeira dose da vacina e um reforço, dez anos depois. Essa recomendação é apenas para as áreas de recomendação da vacina. Vale destacar a situação de saúde deve ser informada ao profissional de saúde, para que seja possível avaliar se há contraindicação.

17 – Quais são as contraindicações para a vacina da febre amarela?

Carla Domingues:
A vacina é contraindicada para crianças menores de seis meses, idosos acima dos 60 anos, gestantes, mulheres que amamentam crianças de até seis meses, pacientes em tratamento de câncer e pessoas imunodeprimidas. Em situações de emergência epidemiológica, vigência de surtos, epidemias ou viagem para área de risco, o médico deverá avaliar o benefício e o risco da vacinação para estes grupos, levando em conta o risco de eventos adversos.

18 – Qual a orientação para turistas estrangeiros que visitam as áreas de recomendação de vacina no Brasil?

Carla Domingues: Para turistas que forem se dirigir a uma área com recomendação de vacina – tanto estrangeiros quanto brasileiros – e que não completaram o esquema de duas doses, a recomendação é que seja vacinado pelo menos dez dias antes da viagem, que é o tempo que a vacina leva para criar anticorpos e a pessoa estar devidamente protegida. Quem tomou a primeira dose há menos de dez anos não precisa adiantar o reforço.

19 – No caso das crianças que vão iniciar o esquema, existe algum risco em receber a febre amarela junto com outras vacinas?

Carla Domingues: A vacina para febre amarela não deve ser aplicada ao mesmo tempo que a vacina tríplice viral (que protege contra sarampo, rubéola e caxumba) ou tetra viral (que protege contra sarampo, rubéola, caxumba e varicela). Se a criança tiver alguma dose do Calendário Nacional de Vacinação em atraso, ela pode tomar junto com a febre amarela, com exceção da tríplice viral ou tetra viral. A criança que não recebeu a vacina para febre amarela nem a tríplice viral ou tetra viral e for atualizar a situação vacinal, a orientação é receber a dose de febre amarela e agendar a proteção com a tríplice viral ou tetra viral para 30 dias depois.”

20 – Onde posso obter mais informações sobre a febre amarela?

Mais informações sobre a doença podem ser obtidas nas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde de todo o país, e no Ministério da Saúde.

Você também pode ouvir a entrevista para a Web Rádio Saúde do diretor de Vigilância das Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Eduardo Hage, sobre as dúvidas mais comuns sobre a doença:

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 Boas notícias de como curtir coisas boas com pouca ou nenhuma grana  

 vale mais não se responsabiliza por links rompidos ou inexistentes; informações enviadas com incorreções. Informações de janeiro e março de 2017 divulgadas pelo Ministério da Saúde.

FEBRE AMARELA – Imagens e frases de prevenção para WhatsApp 📱

Aumentaram os casos de febre amarela no país e o número de Estados atingidos. Além de saber sobre a doença, espalhar informação segura pelo seu WhatsApp Logo whatsapp, Messenger e outros aplicativos de envio de mensagens também ajuda.

ATENÇÃO: FEBRE AMARELA 2018 – Como vai ser a vacinação que começa dia 29 no ESP

Mosquito do gênero Sabethes, transmissor da febre amarela em áreas rurais*
Mosquito do gênero Sabethes, transmissor da febre amarela em áreas rurais*
Orientações sobre indicação de vacinas para crianças, fique atento!
Orientações sobre indicação de vacinas para crianças, fique atento!

Pois pegue o celular e compartilhe as imagens e frases que preparamos aqui no blog vale mais para você mandar para os grupos da família, de amigos e para quem você achar importante.

Orientações sobre indicação de vacinas _e ainda tem mais abaixo
Orientações sobre indicação de vacinas _e ainda tem mais abaixo

São informações do Ministério da Saúde, Portal Brasil e da Agência de notícias da Fiocruz, fundação do governo que faz ciência e pesquisa, além de fabricar a vacina contra febre amarela.

Tem pessoas que não precisam da vacina, cheque com atenção
Cheque com atenção, tem orientação para grávidas, para quem vai viajar nestas férias e para pessoas com mais de 60 anos

No seu celular ou smartphone, só clicar na imagem e salvar. Depois, ir na galeria e usar o símbolo de compartilhamento e mandar ver no WhatsApp, Messenger, email, Viber e outros aplicativos.

Mosquito do gênero Haemagogus, outro transmissor da febre amarela
Mosquito do gênero Haemagogus, outro transmissor da febre amarela

No WhatsApp ou no Messenger, você pode clipar em anexar (símbolo do clipe) e escolher as imagens que quiser. Fácil, moleza ajudar a espalhar informações seguras.

Com certeza você poderá contribuir, pois a situação piorou rapidamente. Até ontem, 550 casos suspeitos de febre amarela foram registrados pelo Ministério da Saúde. Destes, 455 ainda estão sob investigação, 72 foram confirmados e 23 descartados. Infelizmente, 40 mortes foram confirmadas e 65 ainda são investigadas.

Quem mora em algum lugar que esteja dentro da área escura do mapa do Brasil deve se vacinar
Quem mora em algum lugar que esteja dentro da área escura do mapa do Brasil tem recomendação para se vacinar

Os casos foram registrados em Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal _mas este último descartou os casos notificados.

Orientação do Ministério da Saúde sobre febre amarelaMinas Gerais continua sendo o estado com o maior número de registros até o momento.

A febre amarela, que tem esse nome porque um dos sintomas é que a pessoa fica com a pele e o branco dos olhos “amarelos” (icterícia), pode ser do tipo silvestre ou urbana.

Orientação do Ministério da Saúde sobre febre amarelaOs mosquitos transmissores são dos gêneros Haemagogus e Sabethes em áreas rurais, silvestres, com matas. Na zona urbana, ou seja, nas cidades, vilarejos, é o famoso Aedes aegypti, que também transmite a zika, a dengue e a chikungunya.

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Quem não deve se vacinar contra febre amarela
Quem não deve se vacinar contra febre amarela
Como é o clico da transmissão da febre amarela
Como é o ciclo da transmissão da febre amarela (Ministério da Saúde)

Orientação do Ministério da Saúde sobre febre amarelaDe acordo com especialistas, a vacinação continua sendo a principal medida de prevenção contra a doença, além do controle do mosquito transmissor.

vale maisOrientação do Ministério da Saúde sobre febre amarela

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 vale mais não se responsabiliza por alterações de preços; ausência de produtos em lojas físicas, comércio online, estoques e tampouco durante promoções; links rompidos ou inexistentes; informações enviadas com incorreções. Imagens do Ministério da Saúde, Portal Brasil, e *Foto de Sean McCann, abril de 2010, com licença Creative Commons.

FEBRE AMARELA – Saiba os sintomas e como se prevenir

A febre amarela está alarmando muita gente em Minas Gerais. Não é para menos, até anteontem foram notificados 152 casos e 47 mortes suspeitas em 26 municípios desse Estado, segundo o Ministério da Saúde.

Para quem não conhece, aqui no Brasil os casos dessa doença são classificados como febre amarela silvestre ou febre amarela urbana.

Mosquito do gênero Sabethes, transmissor da febre amarela em áreas rurais do Brasil
Mosquito do gênero Sabethes, transmissor da febre amarela em áreas rurais do Brasil*

O vírus da doença é o mesmo mas os mosquitos transmissores são diferentes: nas cidades, é o conhecido Aedes aegypti, que também transmite a zika, a dengue e a chikungunya.

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Mosquito que transmite a febre amarela Haemagogus janthinomysm, foto de Nicolas Degallier, 2001
Mosquito que transmite a febre amarela Haemagogus janthinomysm, foto de Nicolas Degallier, 2001

Nas áreas rurais, os mosquitos são dos gêneros Haemagogus e Sabethes. Os macacos são os principais hospedeiros do vírus e os casos em humanos acontecem quando uma pessoa não vacinada adentra uma área silvestre e é picada por mosquito contaminado.

Como é o clico da transmissão da febre amarela
Como é o ciclo da transmissão da febre amarela (Ministério da Saúde)

Especialistas reforçam que o vírus nunca é transmitido de ser humano para ser humano, informa a Fiocruz, centro de pesquisa especializado em saúde e ciência.

A febre amarela não afeta pessoas do país todo, pois se restringe a algumas regiões.

Sintomas

Os sintomas iniciais incluem febre, calafrios, dor de cabeça, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza.

Em casos graves, a pessoa pode desenvolver febre alta, icterícia (coloração amarelada da pele e do branco dos olhos), hemorragia e, eventualmente, choque e insuficiência de múltiplos órgãos. Se não for tratada rapidamente, a febre amarela pode levar à morte em cerca de uma semana.

De acordo com especialistas, não há tratamento específico para a febre amarela. A vacinação continua sendo a principal medida de prevenção contra a doença, além do controle do mosquito transmissor.

A vacina é produzida pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) e consta no Calendário Nacional de Vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). É gratuita!

Quem deve se vacinar, informa o Ministério da Saúde:

Vacina contra a febre amarela
Vacina contra a febre amarela

Para residentes em áreas de risco:

  • Para crianças, a administração de uma dose aos 9 meses de idade e um reforço aos 4 anos.
  • Para pessoas a partir de 5 anos de idade que receberam uma dose da vacina, é necessário um reforço.
  • Para quem que nunca foi vacinado ou não possui comprovante de vacinação, é preciso administrar a primeira dose da vacina e um reforço após 10 anos.
  • Pessoas que já receberam duas doses da vacina ao longo da vida já são consideradas protegidas.

Quem vai viajar para regiões silvestres, rurais ou de mata deve se vacinar contra a febre amarela com pelo menos dez dias de antecedência.

A prevenção também deve ser feita com o uso de repelentes e roupas protetoras, além da vacina, indica a Fiocruz.

➡ Vale lembrar que crianças abaixo de 6 meses, gestantes e idosos acima de 65 anos, bem como indivíduos em tratamento ou com condições que levem a depressão da imunidade, não devem tomar a vacina ao menos que haja recomendação explícita do médico, afirma  o infectologista André Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica em Doenças Febris Agudas do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz).

Orientações do Ministério da Saúde sobre febre amarela
Orientações do Ministério da Saúde sobre a vacina contra febre amarela

Para quem não sabe, os municípios de Minas Gerais com ocorrência de casos suspeitos de febre amarela  são: Ladainha, Malacacheta, Frei Gaspar, Caratinga, Piedade de Caratinga, Imbé de Minas, Entre Folhas, Ubaporanga, Ipanema, Inhapim, São Domingos das Dores, São Sebastião do Maranhão, Itambacuri, Poté, Setubinha, Água Boa, São Pedro do Suaçuí, Simonésia, Teófilo Otoni, Ipatinga, Alpercata, Ouro Verde de Minas, Itanhomi, Santa Rita do Itueto, Alvarenga e Novo Cruzeiro. Essas cidades estão na chamada área de recomendação para vacinação, assim como todo o estado de Minas Gerais.

No Espírito Santo, Estado vizinho, 26 municípios passarão a vacinar a população: Águia Branca, Água Doce do Norte, Alto Rio Novo, Apiacá, Baixo Guandu, Barra de São Francisco, Bom Jesus do Norte, Brejetuba, Conceição do Castelo, Divino de São Lourenço, Dores do Rio Preto, Guaçuí, Ibatiba, Ibitirama, Irupi, Iúna, Laranja da Terra, Mantenópolis, Montanha, Mucurici, Pancas, Pedro Canário, Ponto Belo, São Gabriel da Palha, Venda Nova do Imigrante e São Roque do Canaã.

Os estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Espírito Santo e Rio de Janeiro estão fora da área de recomendação para a vacina.

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 vale mais não se responsabiliza por alterações de preços; ausência de produtos em lojas físicas, comércio online, estoques e tampouco durante promoções; links rompidos ou inexistentes; informações enviadas com incorreções. Imagens da Agência Saúde e Ministério da Saúde, e *Foto de Sean McCann, abril de 2010, com licença Creative Commons.

DENGUE – Saiba as clínicas que oferecem vacina a partir de R$ 750

A vacina contra a dengue começa a chegar em clínicas particulares em todo o país. São Paulo, Recife, Campinas (SP) e Piracicaba (SP), por exemplo, estão entre as primeiras cidades que oferecem o imunizante.

A boa notícia vem acompanhada de preços altos: cada dose tem o preço mínimo variando de R$ 250/R$ 300 _e tem preços acima destes.

≡ DENGUE – Paraná começa campanha de vacinação gratuita dia 13 de agosto

Foto da caixa da vacina contra dengue da página da clínica UPB, situada em Bangu, zona oeste do Rio de Janeiro
Foto da caixa da vacina contra dengue da página do Facebook da clínica UPB, situada em Bangu, zona oeste do Rio de Janeiro

Como são indicadas três doses subcutâneas com intervalo de seis meses entre cada, o gasto por pessoa imunizada com a Dengvaxia, nome comercial da vacina produzida pela indústria Sanofi Pasteur, ficará, no mínimo, R$ 750/R$ 900. Esse gasto ocorre no decorrer de um ano, por pessoa imunizada.

 Vale ressaltar que a vacina da Sanofi Pasteur não é indicada para: gestantes e mulheres que estão amamentando; pessoas com doença aguda ou doença febril moderada/grave; imunocomprometidos.

A parte de trás da caixa da vacina Dengvaxia traz informações como a data de validade
A parte de trás da caixa da vacina Dengvaxia traz informações como a data de validade e número do lote

Em São Paulo a Climuni, situada em Santana, zona norte da cidade, está agendando e cada dose vai custar R$ 250.

No Rio de Janeiro, a clínica UPB Vacinas já começou ontem, relata a coordenadora da clínica, enfermeira Deisiane Melo Reis. O preço de cada dose é de R$ 320, valor que pode ser parcelado em três vezes sem juros no cartão de crédito, informa.

Ilustração da página da Vaccine no Facebook
Ilustração da página da Vaccine no Facebook

No Recife, a Vaccine, com três unidades, informa que cobra R$ 285 e já está agendando.

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A Cidrin Vacinas, também na capital pernambucana, começa a vacinar a partir da próxima terça-feira e vai cobrar R$ 300 a dose. O agendamento da vacinação já tem 60 pessoas na lista de uma das suas três unidades.

 Contatos das clínicas no final do post! 

O agendamento é procedimento comum às clínicas porque o frasco dá para cinco aplicações. As clínicas criam “grupos” para que nenhuma dose seja perdida _depois de preparadas, elas duram até 6 horas na geladeira.

Helloou!!! Saiba se prevenir contra a dengue

Em Piracicaba, interior de São Paulo, o Instituto de Vacinação e Infectologia informa que a vacina chegou ontem e que cada dose vai custar R$ 250.  Também no esquema de agendamento.

Clínicas que oferecem a vacina contra dengue _telefones para informações e agendamento:

A Seimi Vacinas também informa no Facebook sobre a vacina contra dengue
A Seimi Vacinas, de Salvador, informa sobre agendamento da vacina contra dengue no Facebook

São Paulo (SP) – Climune, (11) 2221-3058;

Rio de Janeiro (RJ) – UPB Vacinas, (21) 3333-6145 e 3337-1984;

Recife (PE) – Cidrin Vacinas, 81 3035-0525; Vaccine, (81) 3426-0202 ou 3426-6625

Piracicaba (SP) –  Instituto de Vacinação e Infectologia de Piracicaba – (19) 3434-4115 e (19) 3434 6049.

Sorocaba (SP) – Instituto da Infância (15 3234-2499)*; Mais 6 clínicas em 6  Continue lendo DENGUE – Saiba as clínicas que oferecem vacina a partir de R$ 750

DENGUE – Vacina está para chegar na rede privada

Quem quiser se prevenir contra a dengue logo logo irá contar com mais uma alternativa: a vacina contra essa doença está para chegar em clínicas de vacinação e estabelecimentos de saúde da rede privada.

Vacina contra dengue fabricada pela indústria farmacêutica Sanofi Pasteur, que deverá chegar em estabelecimentos de saúde da rede privada após definição de preço pelo governo federal
Vacina contra dengue fabricada pela indústria farmacêutica Sanofi Pasteur, que deverá chegar em estabelecimentos de saúde da rede privada após definição de preço pelo governo federal

A Anvisa, agência que regula os medicamentos no país, aprovou a vacina contra dengue produzida pela indústria farmacêutica Sanofi Pasteur para pessoas entre 9 e 45 anos em dezembro passado.

Atualmente, aguarda a definição de preço pela Cmed, Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, informa a Sanofi Pasteur, também responsável pela sua importação direto da França. Notícias na imprensa chegaram a falar em cerca de R$ 400 por dose…

Helloou!!! Saiba se prevenir contra a dengue

A diretora médica da indústria, Sheila Homsani, explica que a eficácia na população acima de 9 anos é de, aproximadamente, 66% contra os quatro sorotipos de vírus da dengue.

O mosquito que transmite a dengue, Aedes aegypti, durante picada, foto Sanofi Pasteur, agosto de 2012
O mosquito que transmite a dengue, Aedes aegypti, durante picada, foto Sanofi Pasteur, agosto de 2012

“Isso significa que em um grupo de mil pessoas, 660 evitariam contrair a doença. Além disso, reduz os casos graves – aqueles que levam ao óbito – em 93% e os índices de hospitalizações em 80%”, complementa.

Importante saber que esta vacina não é indicada para gestantes, pois contém vírus atenuado _da mesma forma que ocorre com as vacinas contra rubéola, sarampo ou caxumba.

A vacina contra dengue da Sanofi Pasteur também não é indicada para mulheres que estejam amamentando, indivíduos com doença aguda ou doença febril moderada/grave, assim como imunocomprometidos.

Vacina contra a dengue em linha de produção da indústria francesa Sanofi Pasteur
Vacina contra a dengue em linha de produção da indústria francesa Sanofi Pasteur

A vacina é indicada para ser administrada em três doses com intervalos de seis meses (completando um ano da primeira até a última dose), complementa a diretora Sheila.

“A partir da primeira dose, a vacina já oferece proteção, mas é fundamental receber todas para garantir que a imunização seja duradoura e equilibrada para todos os sorotipos de dengue”.

Após aprovação e regulação de preços pela CMED _já prevista inicialmente para este semestre, a Sanofi Pasteur prevê que seja distribuída para o mercado privado (clínicas particulares) em todo o país.

A vacinação poderá ajudar a reduzir gastos com internações _estudos demonstraram redução de 81% das internações e de 93% dos casos graves, relata a indústria farmacêutica.

Linha de produção da vacina que protege contra a dengue produzida pela indústria francesa Sanofi Pasteur
Linha de produção da vacina que protege contra a dengue produzida pela indústria francesa Sanofi Pasteur

Entenda a vacina contra a dengue

  • A vacina contra a dengue da Sanofi Pasteur é uma imunização recombinante tetravalente (para os quatro sorotipos existentes da doença – tipos 1, 2, 3 e 4), produzida com vírus vivo atenuado e possui em sua estrutura o vírus vacinal da febre amarela, que lhe garante estabilidade.
  • Até ser aprovada, a vacina contra dengue da Sanofi Pasteur passou por um extenso programa de pesquisa clínica (25 estudos), envolvendo mais de 40 mil participantes (crianças, adolescentes e adultos), em 15 países, incluindo o Brasil, com cerca de 3,5 mil pessoas, em cinco cidades.
  • A eficácia na população acima de 9 anos é de, aproximadamente, 66% contra os quatro sorotipos de vírus da dengue.
  • Além do Brasil, a vacina também já está aprovada no México, em El Savador e nas Filipinas, onde em fevereiro já foi liberada a vacinação.

Vale ressaltar que a principal prevenção contra a dengue é a eliminação do Aedes aegypti, mosquito que, contaminado, transmite não só essa doença, mas também a terrível Zika e as febres Chicungunya e amarela.

Fabrica de vacina contra dengue da Sanofi Pasteur na cidade de Neuville sur Saône, na França
Fabrica de vacina contra dengue da Sanofi Pasteur em Neuville sur Saône, na França

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 Fotos da Sanofi Pasteur.

GRIPE H1N1 – Encontre clínicas de vacinação em 20 Estados do país e no Distrito Federal

O frio tá apertando e quem não se vacinou na campanha de vacinação contra a gripe H1N1 do Ministério da Saúde pode recorrer às clínicas de vacinação particulares.

Vacinas quadrivalente contra gripe com cepas do vírus H1N1 para crianças e adultos
Vacinas quadrivalente da Sanofi Pasteur contra gripe com cepas do vírus H1N1 para crianças e adultos

É, tem muita gente espirrando e tossindo,  o que ajuda ainda mais a tornar o ambiente propício para transmissão da Influenza, popularmente conhecida como gripe H1N1.

vale mais traz aqui 20 Estados do país, mais Brasília, no Distrito Federal, onde há clínicas de vacinação acreditadas pela SBIm, Sociedade Brasileira de Imunizações, entidade que verifica a idoneidade e credibilidade desses estabelecimentos de saúde particulares.

Caixa com vacina trivalente contra gripe com cepas do vírus H1N1 produzida pela indústria farmacêutica Abbot
Caixa com vacina trivalente contra gripe com cepas do vírus H1N1 produzida pela indústria farmacêutica Abbott

≡ GRIPE H1N1 – 10 perguntas e respostas sobre a vacina

Cheque abaixo o Estado do país onde se encontra e clique para poder localizar cidades, endereços, telefones, email e até site das clínicas particulares agregadas na SBIm.

Onde encontrar clínicas de vacinação* (ordem alfabética):

  1. Clínicas de vacinação em Alagoas
  2. Clínicas de vacinação no Amazonas
  3. Clínicas de vacinação na Bahia
  4. Clínicas de vacinação em Brasília (Distrito Federal)
  5. Clínicas de vacinação no Ceará
  6. Clínicas de vacinação no Espírito Santo
  7. Clínicas de vacinação em Goiás
  8. Clínicas de vacinação no Maranhão
  9. Clínicas de vacinação no Mato Grossso
  10. Clínicas de vacinação no Mato Grossso do Sul
  11. Clínicas de vacinação em Minas Gerais
  12. Clínicas de vacinação no Pará
  13. Clínicas de vacinação na Paraíba
  14. Clínicas de vacinação no Paraná
  15. Clínicas de vacinação em Pernambuco
  16. Clínicas de vacinação no Piauí
  17. Clínicas de vacinação no Rio de Janeiro
  18. Clínicas de vacinação no Rio Grande do Norte
  19. Clínicas de vacinação no Rio Grande do Sul
  20. Clínicas de vacinação em Santa Catarina
  21. Clínicas de vacinação na Grande São Paulo – inclui capital

          Clínicas de vacinação Interior e Litoral do Estado de São Paulo

As vacinas contra gripe H1N1 e contra outras doenças ficam conservadas em geladeira apropriada
As vacinas contra gripe H1N1 e contra outras doenças ficam conservadas em geladeira apropriada

 ATENÇÃO: vale mais recomenda telefonar e/ou consultar o site da clínica, se houver, para confirmar as vacinas disponíveis, assim como horário de atendimento e outros itens como carteira de vacinação, documentos e receita médica (se for o caso) etc.

Fonte: Sociedade Brasileira de Imunizações, SBIm.

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GRIPE H1N1 – Portadores de doenças crônicas têm direito à vacina grátis

Você sabia que portadores de doenças crônicas não transmissíveis como asma e alguns tipo de bronquite, e outras condições clínicas especiais (pessoas em diálise), independente da idade ou classe social, podem receber gratuitamente a vacina contra gripe que contempla o terrível vírus H1N1?

Momento da aplicação da vacina usada da Campanha de Vacinação contra gripe, em Brasília, Elza Fiuza (Agência Brasil)
Momento da aplicação da vacina usada da Campanha de Vacinação contra gripe, em Brasília, sábado*

O Ministério da Saúde, conforme indicação em conjunto com sociedades científicas, informa que pessoas com essas doenças fazem parte do chamado grupo prioritário da vacinação contra influenza. Quem se encontra neste grupo pode se vacinar em todos os postos de vacinação da campanha, que começou oficialmente anteontem, 30 de abril, em todo o país.

➡  GRIPE H1N1 2017 – Lista de doenças crônicas que dão direito à vacina grátis para compartilhar no WhatsApp

➡  Vem curtir vale mais no  Facebook para ficar sempre atualizado!

Como se sabe, essa gripe é terrível _tanto que já causou a morte de mais de 230 pessoas até o momento em todo o país.

A vacinação desse grupo prioritário deve ser realizada em todos os postos de vacinação da campanha. A vacina contra gripe usada na campanha do Ministério da Saúde é a trivalente e é produzida pelo Instituto Butantan, de São Paulo.

É necessária a prescrição médica especificando o motivo da indicação da vacina, que deverá ser apresentada no ato da vacinação.

Vidro e caixa da vacina contra gripe utilizada na campanha de vacinação do Ministério da Saúde, foto de Camilla Carvalho, Instituto Butantan
Vidro e caixa da vacina trivalente contra gripe utilizada na campanha de vacinação do Ministério da Saúde**

Pacientes já cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do SUS, Sistema Único de Saúde, devem se dirigir aos postos que estão cadastrados para receber a vacina.

Caso no local de atendimento onde são atendidos regularmente não tenha um posto de vacinação, devem buscar a prescrição médica na próxima consulta que estiver agendada, visando garantir esse documento com antecedência e evitar filas no período da vacinação.

➡  Pacientes atendidos na rede privada ou conveniada também devem buscar a prescrição médica com antecedência, junto ao seu médico assistente, devendo apresentá-la nos postos de vacinação durante a realização da campanha de vacinação de 2016.

Abaixo, as doenças crônicas que estão incluídas no chamado grupo prioritário da campanha 2016.

Categorias de risco clínico com indicação da vacina influenza sazonal, Brasil 2016.

Doença respiratória crônica:

  • Asma em uso de corticóide inalatório ou sistêmico (Moderada ou Grave);
  • DPOC;
  • Bronquiectasia;
  • Fibrose Cística;
  • Doenças Intersticiais do pulmão;
  • Displasia broncopulmonar;
  • Hipertensão arterial Pulmonar;
  • Crianças com doença pulmonar crônica da prematuridade.

LEIA: GRIPE H1N1 – Saiba como se prevenir e se cuidar

Seringa com vacina contra gripe (H1N1) sendo preparada para profissionais do hospital Emílio Ribas, Rovena Rosa, São Paulo, EBC
Seringa com vacina contra gripe (H1N1) sendo preparada para profissionais do hospital Emílio Ribas***

Doença cardíaca crônica:

  • Doença cardíaca congênita;
  • Hipertensão arterial sistêmica com comorbidade;
  • Doença cardíaca isquêmica;
  • Insuficiência cardíaca.
Vacina contra gripe produzida pelo Instituto Butantan, foto de Camilla Carvalho, Instituto Butantan
Vacina contra gripe produzida pelo Instituto Butantan, foto de Camilla Carvalho, Instituto Butantan

Doença renal crônica:

  • Doença renal nos estágios 3, 4 e 5;
  • Síndrome nefrótica;
  • Paciente em diálise.

Doença hepática crônica:

  • Atresia biliar;
  • Hepatites crônicas;
  • Cirrose.

Doença neurológica crônica:

  • Condições em que a função respiratória pode estar comprometida pela doença neurológica;
  • Considerar as necessidades clínicas individuais dos pacientes incluindo: AVC, Indivíduos com paralisia cerebral, esclerose múltipla, e condições similares;
  • Doenças hereditárias e degenerativas do sistema nervoso ou muscular;
  • Deficiência neurológica grave.

Diabetes:

  • Diabetes Mellitus tipo I e tipo II em uso de medicamentos.
Linha de produção de vacinas do Instituto Butantan, que faz a vacina trivalente usada na Campanha de Vacinação contra a Gripe***
Linha de produção de vacinas do Instituto Butantan, que faz a vacina usada na campanha de vacinação contra a gripe***

Imunossupressão:

  • Imunodeficiência congênita ou adquirida
  • Imunossupressão por doenças ou medicamentos.

Obesos:

  • Obesidade grau III.

Transplantados:

  • Órgãos sólidos;
  • Medula óssea.

Portadores de trissomias:

  • Síndrome de Down, Síndrome de Klinefelter, Sídrome de Wakany, dentre outras trissomias.

Estas informações são do Ministério da Saúde, em nota enviada em 22 de abril de 2016 aqui ao blog vale mais.

 Para compartilhar com parentes e amigos no WhatsApp, só clicar no ícone logo aqui embaixo do post. Você também pode compartilhar também no Facebook e outras redes! Informação é poder!

A estudante Bianca Medeiros

Vídeo: a estudante Bianca conta porque se vacinou contra a gripe H1N1. Só clicar aqui no canal YouTube do blog.

Vidrinhos com vacina contra H1N1 produzidas pelo Instituto Butantan, usadas na campanha de vacinação***
Vidrinhos com vacina contra H1N1 produzidas pelo Butantan, usadas na campanha de vacinação***
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 vale mais não se responsabiliza por informações que nos chegam com incorreções. Fotos: *Elza Fiuza (Agência Brasil); **Instituto Butantan, Camilla Carvalho; ***Rovena Rosa, São Paulo (EBC, Empresa Brasileira de Comunicação).

GRIPE H1N1 – Onde encontrar clínicas de vacinação em todo o país

Uma das formas de proteção contra a gripe H1N1 é a vacina. Se você não está nos grupos de risco que podem receber a vacina gratuitamente em postos autorizados durante a campanha do Ministério da Saúde, pode procurar uma boa clínica particular.

Fila de pessoas para receber vacina na clínica Cedipi, em São Paulo
Fila de pessoas para receber vacina na clínica Cedipi, em São Paulo

Para se ter uma ideia, a vacina contra a gripe _que inclui o vírus H1N1_ poderá custar de R$ 80 a R$ 120 em uma clínica privada. Em São Paulo, nos Jardins, na conhecida clínica Cedipi, havia fila de pessoas de todas as idades para tomar a vacina contra gripe. Preço: R$ 120.

≡ GRIPE H1N1 – 10 perguntas e respostas sobre a vacina

A estudante Bianca Medeiros, 17 anos, estava lá junto com a mãe. Veja o que ela diz:

É a primeira vez que ela se vacina contra gripe _por decisão da família, pois já pegou a gripe há alguns anos praticamente ao mesmo tempo que o irmão.

Enfermeira aplica vacina contra gripe na Bahia, foto Manu Dias/AGECOM, abril de 2011
Enfermeira aplica vacina contra gripe na Bahia, foto Manu Dias/AGECOM, abril de 2011

Além disso, ela tem asma e bronquite crônica, o que já configura indicação para se proteger.

Não é tão complicado encontrar uma clínica. Elas se espalham por todo o país. A Sociedade Brasileira de Imunizações, SBIM, tem um cadastro no qual lista clínicas chamadas de “acreditadas”, ou seja, que são particulares e reconhecidamente idôneas.

Saiba aqui onde encontrar clínicas de vacinação em todo o país*.

 ATENÇÃO: vale mais recomenda telefonar e/ou consultar o site da clínica, se houver, para confirmar as vacinas disponíveis, assim como horário de atendimento e outros itens como carteira de vacinação, documentação etc.

Onde encontrar clínicas de vacinação*:

 Clínicas de vacinação na Grande São Paulo – inclui Capital

 Clínicas de vacinação Interior e Litoral do Estado de São Paulo

Clínicas no Rio de Janeiro, Minas Gerais e mais 17 outros Estados do país e Brasília (Distrito Federal), cheque os links abaixo: Continue lendo GRIPE H1N1 – Onde encontrar clínicas de vacinação em todo o país

SAÚDE – Vacinação contra gripe H1N1 começa dia 11 em SP

A campanha de vacinação contra gripe do governo federal começa no próximo dia dia 11, segunda-feira, no Estado de São Paulo. No restante do país, a partir de 30 de abril (conhecido como Dia D) até 20 de maio. A vacina é GRATUITA, vale lembrar, pois faz parte da campanha de imunização nacional que ocorre há vários anos.

Vacinação contra gripe em Curitiba, foto de Cesar Brustolin SMCS*, 16 de maio de 2015 fotos públicas
Vacinação contra gripe em Curitiba, foto de Cesar Brustolin SMCS*

O governo de São Paulo antecipou a campanha por causa de surtos de casos da gripe H1N1 ocorridos em várias cidades da região Noroeste do Estado, entre as quais São José do Rio Preto.

A gripe H1N1 já foi conhecida como gripe suína e a transmissão de uma pessoa para outra ocorre através da saliva, por espirros ou tosse. Se não for bem tratada, pode causar complicações e levar à morte.

GRIPE H1N1 – Saiba como se prevenir e se cuidar

A partir de sexta-feira próxima, 8 de abril, profissionais da área de saúde, que podem se contaminar facilmente, serão os primeiros a receberem a vacina, informa o governo de São Paulo. Para quem não sabe a vacina contra gripe é produzida pelo Instituto Butantan.

Preparo da seringa para vacinação, foto de Osnei Restio, Prefeitura de Nova Odessa**
Preparo da seringa para vacinação, foto de Osnei Restio, Prefeitura de Nova Odessa**

Veja se você se encaixa nos grupos para poder receber a vacina contra gripe gratuitamente:

➡ grávidas;
➡ pessoas com idade acima de 60 anos;
➡ crianças a partir de 6 meses a menores de 5 anos;
➡ mulheres que acabaram de passar pelo parto (até 45 dias após);
➡ trabalhador na área de saúde;
➡ povos indígenas;
➡ população privada de liberdade;
➡ funcionários do sistema prisional;
➡ portadores de doenças crônicas não transmissíveis e portadoras de outras condições clínicas especiais.

Grávida recebe vacina contra gripe, Valter Campanato*, agência Brasil, maio de 2012
Grávida recebe vacina contra gripe, Valter Campanato*, agência Brasil, maio de 2012

O governo do Estado informa que a vacinação este ano deverá atingir 982,8 mil crianças maiores de seis meses e menores de cinco anos, 179 mil gestantes e 1,83 milhão de idosos da capital e Grande São Paulo, totalizando quase 3 milhões de pessoas.

A vacina é uma das melhores maneiras de se proteger contra a gripe H1N1, que já foi conhecida também como a  gripe suína, recomenda a médica infectologista Nancy Bellei, da Sociedade Brasileira de Infectologia.

Quem não é elegível para receber a vacina do governo federal gratuitamente, pode procurar uma clínica de vacinação particular. A vacina contra gripe custa, em média, R$ 100.

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Quem tomou este ano a vacina do ano passado, que tem as cepas (famílias) de vírus que circularam em 2014, deve esperar 30 dias e tomar a nova vacina com as cepas dos vírus de gripe de 2015, complementa a infectologista Nancy.

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