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FEBRE AMARELA – Perguntas e respostas sobre a vacina fracionada

Com a chegada da vacina fracionada nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, muita gente se pergunta como ela funciona. O Ministério da Saúde publicou em sua página um material grande sobre o assunto, que reproduzimos aqui.

Tire suas dúvidas já!

O Ministério da Saúde explica, com a ajuda da enfermeira Cristiane Barros, como é a vacina fracionada em vídeo, confira no nosso canal no YouTube aqui
  • Qual é a vacina febre amarela utilizada no país e oferecida pelo SUS?

Desde 1937, a vacina utilizada no Brasil, é composta de vírus vivo atenuado, contendo subcepa 17DD do vírus da febre amarela, cultivado em ovos de galinha embrionados livres de germes patogênicos. É produzida no Brasil, pelo Laboratório Bio-Manguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz/Fiocruz, do Ministério da Saúde, credenciado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

  • O que é dose fracionada da vacina febre amarela?

É a utilização de um quinto (1/5) de uma dose padrão (0,5 mL) da vacina febre amarela (VFA), ou seja, 0,1mL. Retira-se do frasco da vacina uma dosagem menor do que habitualmente é utilizado. No entanto, a proteção e segurança da dose fracionada é a mesma do que a dose padrão.

  • Qual é a diferença da dose fracionada para a dose padrão?

A diferença está na dosagem e no tempo de proteção. Na dose padrão será aplicado 0,5 mL da vacina febre amarela, enquanto da dose fracionada será aplicado 0,1 mL. O tempo de proteção da dose padrão é para toda a vida, já com a dose fracionada ela tem duração de pelo menos 8 anos. Estudos em andamento continuarão a avaliar a proteção posterior a esse período

  • Qual a via de administração da vacina febre amarela, dose fracionada?

Via subcutânea.

  • O que especialistas dizem a respeito da dose fracionada?

A Organização Mundial da Saúde, em julho de 2016, revisou evidências existentes que demonstraram que o uso de dose fracionada da vacina febre amarela proporciona proteção contra a doença similar à observada com o uso da dose padrão.  Portanto, uma dose fracionada de 1:5, definida como 0,1mL foi recomendada para a utilização (dose padrão consiste de 0,5mL).

  • Qual é a validade da dose fracionada?

Estudos realizados por Bio-Manguinhos/Fiocruz apontam a presença de anticorpos contra febre amarela, após 8 anos, semelhante ao observado com a dose padrão neste mesmo período. Estudos em andamento continuarão a avaliar a proteção posterior a esse período. Na revisão de estudos sobre a utilização da dose fracionada, a OMS constatou não haver inferioridade na resposta imune.

  • Quando a dose fracionada da vacina febre amarela deve ser utilizada?

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a utilização da dose fracionada em situações de surtos, quando existe o risco de expansão da doença em cidades com elevado contingente populacional e que exigem intensificação das estratégias de vacinação em curto período de tempo.

  • Por que a dose fracionada da vacina febre amarela deve ser utilizada?

O uso de doses fracionadas é a melhor maneira de ampliar o suprimento de vacinas e proteger o maior número possível de pessoas, impedindo, portanto, a propagação da febre amarela em situações de emergência.

  • Quem deverá ter avaliação dos serviços (tanto para receber a dose padrão como para a fracionada)?
  • Idosos;
  • Pessoas que terminaram tratamento de quimioterapia e radioterapia;
  •  Pessoas com doenças hematológicas (do sangue), renais e hepáticas;
  •  Grávidas;
  • Pessoas em uso de corticoide.
  •  Quem não pode tomar a vacina?
  • Crianças menores de 9 meses de idade;
  • Mulheres amamentando crianças menores de 6 meses de idade;
  • Pessoas com alergia grave ao ovo;
  • Pessoas que vivem com HIV e que tem contagem de células CD4 menor  que 350;
  • Pessoas  em de tratamento com quimioterapia/ radioterapia;
  • Pessoas portadoras de doenças autoimunes;
  • Pessoas submetidas a tratamento com imunossupressores (que diminuem a defesa do corpo).
  • Quem são as pessoas  que  devem receber a dose padrão da VFA?
  • Pessoas que vivem com HIV e que tem contagem de células CD4 maior que 350;
  • Pessoas que terminaram tratamento de quimioterapia e radioterapia;
  • Pessoas com doenças hematológicas (do sangue);
  • Grávidas;
  • Crianças de 9 meses a menores de 2 anos de idade;
  • Viajantes internacionais também receberão a dose padrão, uma vez que o Regulamento Sanitário Internacional (RSI) ainda não autorizou a utilização da dose fracionada para a emissão do Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP). Deverá ser apresentado no ato da vacinação, comprovante de viagem (boleto de passagem área ou hotel, convite para participação em eventos internacionais, entre outros) para países que exijam o CIVP para entrada no país.
  • Quem são as pessoas que devem receber a dose fracionada da VFA?

Todas as pessoas a partir de 2 anos de idade sem comprovação de vacinação, inclusive idosos e indígenas, exceto aquelas com alguma contraindicação ou com recomendação de receber a dose padrão.

  • As pessoas que receberão a dose fracionada receberão o Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP)?
Cada frasco de 5 doses permite vacinar 25 pessoas, e o de 10 doses, 50 pessoas – é a vacina fracionada contra febre amarela

Não, pessoas que irão viajar para países para que exijam o CIVP para entrada no país deverão receber uma dose padrão, pois somente essa é válida e dá direito a emissão do CIVP. Deverá ser apresentado no ato da vacinação, comprovante de viagem (boleto de passagem área ou hotel, convite para participação em eventos internacionais, entre outros) para países que exijam o CIVP para entrada no país.

  • A pessoa residente em município sem recomendação para vacinação contra febre amarela e que irá se deslocar para uma área onde está ocorrendo vacinação contra febre amarela com dose fracionada, deverá receber a dose fracionada ou dose padrão antes da viagem?

A indicação de vacinação deverá ser feita para locais onde há ocorrência de casos humanos ou epizootias. Nessa situação deverá receber a dose padrão, 10 dias antes da viagem. Em alguns municípios apesar de não estar ocorrendo a circulação ativa do vírus de febre amarela, a vacinação está sendo feita de forma preventiva e nessa situação não há necessidade de vacinação.

  • A pessoa residente no município onde está ocorrendo vacinação contra febre amarela com dose fracionada e que irá se deslocar para uma área com recomendação para vacinação (ACRV) deverá receber a dose fracionada ou dose padrão antes da viagem?

Depende do grupo que ela está inserida que haverá a recomendação de receber a dose padrão ou a fracionada.

  • Como serão identificadas as pessoas que receberem a dose fracionada da VFA?

O Ministério da Saúde disponibilizará aos estados etiquetas adesivas para a identificação da dose fracionada administrada.  Esta etiqueta deve ser preenchida e fixada na Caderneta de Vacinação.

  • Existe um maior risco de ocorrência de eventos adversos com uma dose fracionada da vacina?

A composição da dose fracionada é mesma vacina de dose padrão e é tão segura e eficaz quanto esta. Não há evidências de aumento de eventos adversos ao usar uma dose fracionada.

  • Como deve ser realizado o registro da dose fracionada?

Deve ser realizado nominalmente por meio de formulário próprio a ser utilizado pelos serviços de saúde do SUS. As informações contidas neste, devem ser digitadas exclusivamente no Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SIPNI) por meio deste site aqui para quem utiliza SIPNI online ou por meio do SIPNI desktop.

22. Depois de quanto tempo após receber a vacina febre amarela, eu posso doar sangue?
A doação de sangue só poderá ser feita após 28 dias do recebimento da vacina, com isso, o doador poderá procurar o serviço de hemoterapia para realizar a doação antes de receber a vacina.

  • Como proceder em relação à emissão do Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP) diante da decisão de adotar o fracionamento da Vacina de FA nos estados SP, RJ e BA? Para tanto como se dará a diferenciação entre um comprovante de vacinação fracionado e o padrão?

Caso a pessoa que tomou a dose fracionada necessite do CIVP para viajar, deverá ser vacinada novamente com a dose padrão, respeitando o intervalo mínimo de 30 dias entre as doses.  Deverá apresentar  no ato da vacinação, comprovante de viagem (boleto de passagem área ou hotel, convite para participação em eventos internacionais, entre outros) e desta forma receberão a dose padrão.
Na caderneta de vacinação das pessoas que serão vacinadas com a dose fracionada haverá uma etiqueta que comprove o recebimento desta dose.
Maiores informações sobre os países que exigem vacinação para febre amarela podem ser obtidas neste link aqui.

  • Se a pessoa não reside na área de recomendação da vacina ou não vai se deslocar a essas áreas, precisa vacinar?

Não, a vacina é recomendada para quem reside ou vai se deslocar para as áreas com recomendação para vacinação (ACRV).
Para maiores informações sobre estas áreas, acessar este  site e este aqui.

  • Todas as pessoas que vão viajar para São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia precisam se vacinar?

É necessário avaliar, exatamente, para onde a pessoa vai se deslocar nesses estados, pois existem as seguintes situações a serem consideradas:

  • Área Com Recomendação de Vacinação (ACRV): Área com registro histórico de febre amarela (FA) silvestre e, portanto, com recomendação permanente de vacinação.
  • Área Sem Recomendação de Vacinação (ASRV): Área sem registro histórico de FA silvestre e, portanto, sem recomendação de vacinação.
  • Área de Recomendação de Vacinação Parcial (ASRVP): Área afetada quando registrada em regiões metropolitanas, com grandes centros urbanos e elevados contingentes populacionais, para efeito de priorização das populações sob maior risco e priorização da vacinação para bloqueio de foco.

No entanto, os viajantes com destino aos municípios destes estados (SP, RJ e BA) onde haja circulação do vírus ou registro histórico da doença, sobretudo àqueles que vão se deslocar ou pretendem realizar atividades na zona rural, áreas próximas ou dentro de florestas e que não estão vacinados, ou sem registro de vacina, devem ser vacinados dez dias antes da viagem. Estas pessoas estão mais expostas e apresentam maior risco de contrair a doença.

Para pessoas com contraindicação para vacinação e indivíduos vacinados (no período de 10 dias após a vacinação), que residem ou que irão se deslocar para as áreas com risco elevado de transmissão da febre amarela.

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FEBRE AMARELA – Como vai ser a vacinação que começa dia 29 no ESP

A campanha de vacinação contra a febre amarela foi antecipada para o Estado de São Paulo: começa em 29 de janeiro próximo (segunda-feira)e termina em 17 de fevereiro. Por causa do avanço de casos, 54 cidades irão receber as vacinas fracionadas pois são consideradas receptivas para a doença (lista no final do post).

A vacinação contra febre amarela foi antecipada para o dia 29 de janeiro no Estado de São Paulo

O Ministério da Saúde anunciou ontem que as doses da vacina serão fracionadas, ou seja, as pessoas irão receber um quinto da dose normal, o que, segundo o governo, protege por oito anos.

Mosquito do gênero Sabethes, transmissor da febre amarela em áreas rurais do Brasil

Cerca de 8,3 milhões de pessoas deverão se vacinar, calcula o Ministério da Saúde _6,3 milhões com a dose fracionada e 2 milhões com a padrão.

No Rio de Janeiro, 7,7 milhões de pessoas deverão receber a dose fracionada e 2,4 milhões a padrão em 15 municípios (veja lista completa no final do post).

Na Bahia,  2,5 milhões de pessoas serão vacinadas com a dose fracionada e 813 mil com a dose padrão em oito municípios (veja lista completa no final do post).

Nesses dois Estados, Rio de Janeiro e Bahia, a campanha vai de 19 de fevereiro a 9 de março. O Dia D da vacina será 24 de fevereiro.

Como será no Estado de São Paulo:

Na capital, a campanha visa imunizar 2,5 milhões de pessoas que residem em distritos previamente definidos das zonas Leste e Sul (Capão Redondo, Cidade Tiradentes, Grajaú , São Mateus, entre outros).

As metas de vacinação contra febre amarela para os Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia

As carteiras de vacinação terão um selo especial para informar que a dose aplicada foi a fracionada.

Cerca de 6,3 milhões de doses da vacina fracionada serão disponibilizadas para as pessoas ainda não imunizadas que residem nos locais definidos pela campanha. Quem já tomou uma dose da vacina, mesmo se fizer parte destes municípios incluídos na campanha (veja lista abaixo), não precisará se vacinar novamente.

A vacina aplicada até o momento (dose padrão) tem validade para a vida toda, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde).

Mosquito do gênero Haemagogus que pode transmitir a febre amarela em site do Ministério da Saúde

A campanha também prevê a oferta de 2 milhões de doses padrão (5 ml) que serão disponibilizadas para crianças com idade entre nove meses e dois anos incompletos, pessoas que viajarão para países com exigência da vacina, grávidas residentes em áreas de risco e portadores de doenças crônicas – como diabéticos, cardiopatas e renais crônicos, por exemplo.

IMPORTANTE: Deverão consultar o médico sobre a necessidade da vacina os portadores de HIV positivo, pacientes com tratamento quimioterápico concluído, transplantados, hemofílicos ou pessoas com doenças do sangue e de doença falciforme.

Não há indicação de imunização para grávidas que morem em locais sem recomendação para vacina, mulheres amamentando crianças com até 6 meses e imunodeprimidos, como pacientes em tratamento quimioterápico, radioterápico ou com corticoides em doses elevadas (como por exemplo Lúpus e Artrite Reumatoide). Em caso de dúvida, é fundamental consultar o médico.

Nas demais áreas do Estado de São Paulo onde já há vacinação em razão da circulação do vírus a imunização seguirá com a vacina padrão.

Entenda a vacina padrão e fracionada

Como será a vacinação no Estado de São Paulo

Alguns públicos não são indicados para receber a dose fracionada, portanto irão participar da campanha recebendo a dose padrão: crianças de 9 meses a menores de dois anos; pessoas com condições clínicas especiais (vivendo com HIV/Aids, ao final do tratamento de quimioterapia, pacientes com doenças hematológicas, entre outras), gestantes e viajante internacional (devem apresentar comprovante de viagem no ato da vacinação).

A vacinação fracionada é recomendada para pessoas a partir dos dois anos.

A vacina contra febre amarela é contraindicada para pacientes em tratamento de câncer, pessoas com imunossupressão e pessoas com reação alérgica grave à proteína do ovo.

No caso dos idosos, a vacinação deverá ser aplicada após avaliação dos serviços de saúde. Se você e sua família têm um médico que o acompanham regularmente, é bom consultá-lo antes da imunização.

Quem recebe a vacina não pode doar sangue por um período de quatro semanas. As pessoas devem realizar a doação de sangue antes da vacinação para manutenção dos estoques de hemocomponentes.

DOSE FRACIONADA

Vacina contra a febre amarela, que será fracionada para várias cidades

Atualmente o Ministério da Saúde utiliza a dose padrão da vacina de febre amarela com 0,5 ml. Para a dose fracionada é aplicado 0,1 ml, o que representa 1/5 da dose padrão.

Estudo recente feito pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Biomanguinhos/Fiocruz) comprovou que a dose fracionada da vacina de febre amarela é eficaz por, pelo menos, 8 anos.

O estudo de dose resposta avaliou 319 militares vacinados com a dose fracionada em 2009 e, após 8 anos, verificou-se a presença de anticorpos contra a doença em 85,3% dos participantes, semelhantes ao observado com a dose padrão neste mesmo período (88%).

Veja a lista de cidades com aplicação da vacina com dose fracionada:

ESTADO DE SÃO PAULO:

APARECIDA – ARAPEÍ – AREIAS – BAN… Continue lendo FEBRE AMARELA – Como vai ser a vacinação que começa dia 29 no ESP

VACINAS ATRASADAS – DE GRAÇA – Amanhã é dia de imunizar crianças e adolescentes até 14 anos

Atenção, pais, tios e até avós: amanhã, dia 16 de setembro, é o “Dia D” da vacinação de crianças e adolescentes até 15 anos incompletos. Os postos de saúde em todo país estarão abertos amanhã, sábado, para a Campanha de Multivacinação que tem como objetivo imunizar contra doenças que ainda não estão eliminadas no Brasil e, portanto, representam riscos para quem não estiver vacinado, informa o Ministério da Saúde.

Mãe leva menina para se vacinar em posto do SUS (foto Agência Brasil)

Quem não puder ir com filhos, sobrinhos, afilhados e netos não deve se desesperar. O governo esclarece que até o dia 22 deste mês (sábado), estarão disponíveis nos postos de saúde 13 vacinas para crianças até nove anos e oito vacinas para adolescentes de 10 a 15 anos.  Será o último dia da Campanha lançada pelo ministro Ricardo Barros, em Brasília.

Baixe as vacinas disponíveis e como devem ser tomadas no final do post

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Cartaz da Campanha de Multivacinação

Neste ano, serão convocados mais de 47 milhões de crianças menores de cinco anos, crianças de nove anos e também adolescentes de 10 a 15 anos incompletos para atualizarem o calendário vacinal. Mais da metade (53%) desse público já deveriam estar com o seu calendário de vacinação completo. Como se vê, nem todos foram procurar vacinas para se proteger.

A campanha vai rolar em 36 mil postos fixos de vacinação e envolver 350 mil profissionais de saúde. Além do envio de 143,9 milhões de doses de vacina de rotina, o Ministério da Saúde ainda distribuiu aos postos de saúde 14,8 milhões de doses extras de 15 vacinas para a campanha.

Além disso, o Ministério da Saúde planeja instituir um dia nacional de vacinação nas escolas. “Pretendemos avançar ainda mais na conscientização dos pais para a importância da vacinação de crianças e adolescentes. Só com essa conscientização é que a população brasileira estará protegida de uma série de doenças,” enfatiza o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Crianças não vacinadas

As crianças somente estarão protegidas com calendário de vacinação em dia. Por isso, o Ministério quer, com a mobilização, reforçar o acesso às vacinas, alertando estados e municípios da importância de manter elevadas coberturas vacinais, evitando o reaparecimento de doenças já controladas ou mesmo eliminadas no país.

Dados sobre vacinação recomendada para crianças ao nascer ou menores de completarem um ano, de acordo com os dados do Programa Nacional de Imunizações (PNI), apontam que 760 mil crianças ainda não foram vacinadas com BCG; 950 mil com a hepatite B; 470 mil crianças ainda não foram vacinadas com pneumocócica e rotavírus.

Ainda para esse grupo, 240 mil crianças não foram imunizadas com a vacina de meningite C. Já, a penta e poliomielite, também apresentam um grande números de crianças sem vacinação, são 320 mil crianças não vacinadas para a penta e 790 crianças não vacinadas para polio.

Dentre as recomendadas para crianças de um ano, estão as vacinas tríplice, com 150 mil crianças ainda por vacinar, pneumocócica, com 470 mil crianças por vacinar e meningite C com 180 mil crianças ainda não vacinadas.

Menino recebe vacina contra HPV (Foto Agência Brasil)

Para o grupo de vacinas recomendadas para crianças com 15 meses – hepatite A, DTP, Pólio e tríplice viral/Tetra – são 840 mil crianças sem vacina para hepatite A, 1,1 milhão para DTP, 800 mil para Pólio e 707 mil crianças sem vacina para tríplice viral.

Adolescentes não vacinados

A situação é mais crítica nas vacinas para adolescentes. Na meningocócica C, por exemplo, são 5,9 milhões de adolescentes de ambos os sexos na faixa de 12 e 13 anos ainda não se vacinaram. O mesmo ocorre na vacina de HPV. São 73,6% das meninas de 9 a 15 anos vacinas com a primeira dose e apenas 47% com duas doses. Já entre os meninos, 23,6% de adolescentes do sexo masculino foram vacinados aos 12 e 13 anos. Outra vacina para adolescentes com baixas coberturas é para a hepatite B, em 2016, não foram vacinados 1,3 milhão de jovens.

Também a vacina de febre amarela, que teve surto recentemente finalizado pelo Ministério da Saúde, tem estimativa de cerca de 2,4 milhões de pessoas vacinadas abaixo dos 14 anos.

Frasco de vacina contra a gripe (foto Marcelo Camargo, Agência Brasil)

Embora ainda existam crianças e adolescentes não vacinados, o número estimado de não vacinados não pode ser somado, já que as crianças ou adolescente podem não ter sido vacinados para mais de uma doença.

Gripe ou influenza

A Multivacinação também é uma oportunidade para municípios que ainda tenham vacina contra influenza continuem a vacinar o público-alvo da campanha (menores de 15 anos).

Dê uma checada na tabela preparada pelo Ministério da Saúde _e no final do post, baixe os arquivos com explicações de como devem ser tomadas e contra-indicações:

Calendário de Vacinação da Criança Calendário de Vacinação do Adolescente
BCG – ID Hepatite B
Hepatite B (mantida dose ao nascer) dT (Dupla tipo adulto)
Penta (DTP/Hib/Hep B) Febre amarela
VIP (Vacina Inativada Poliomielite) Tríplice viral (Sarampo, rubéola, caxumba)
VOP (vacina oral contra pólio) dTpa
VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano) HPV
Vacina Pneumocócica 10 valente Vacina meningocócica conjugada tipo C
Vacina febre amarela
Tríplice viral (Sarampo, rubéola, caxumba)
DTP (tríplice bacteriana)
Vacina meningocócica conjugada tipo C
Tetraviral (Sarampo, rubéola, caxumba, varicela)
Hepatite A

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ZIKA – Governo vai ampliar atendimento à crianças com microcefalia

Boa notícia para todas as famílias que têm bebês nascidos com microcefalia causada pelo vírus da Zika em grávidas. O Ministério da Saúde anunciou ontem que vai investir R$ 27 milhões para reforçar o atendimento e a rede de cuidado a essas crianças. Serão destinados cerca de R$ 2,2 mil de recursos para cada criança investigada. A ação visa promover ações de cuidado e organização de toda a rede assistencial para atender as diversas necessidades das crianças.

Cena de websérie do Ministério da Saúde sobre a microcefalia

Ricardo Barros, ministro da Saúde, explicou as ações do governo:

  • ampliar e qualificar os serviços na Atenção Básica, por meio dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASFs);
  • avaliar os 5,3 mil casos confirmados e em investigação em todo o país;
  • fortalecer as ações de vigilância.

Para quem está envolvido com famílias com bebês nessa situação, o governo preparou uma série de vídeos para a Internet com 16 episódios com histórias de pessoas impactadas pelos serviços oferecidos pelo SUS.

O primeiro é emocionante. Veja só:

Detalhes

Do total anunciado, R$ 15 milhões serão repassados para 4.143 equipes de Núcleo de Apoio à Saúde da Família que possuam profissionais de fisioterapia. Os valores serão destinados à aquisição de kits para reforçar a estimulação precoce, como colchonetes, bolas, brinquedos que estimulam os sentidos e a coordenação motora, trena antropométrica, martelo de reflexo, entre outros materiais. Esses são os serviços mais próximos das famílias.

Também para reforçar a continuidade da assistência às crianças vítimas da síndrome congênita associada ao Zika, o Ministério da Saúde repassará R$ 11,8 milhões aos Estados e municípios com o objetivo de fortalecer os serviços de avaliação, diagnóstico e acompanhamento dos 5,3 mil casos confirmados e em investigação neste momento.

Mosquito que transmite a Zika,  dengue e febre Chikungunya, Aedes aegypti, durante picada; foto Sanofi Pasteur, agosto de 2012

Atualmente, a rede de reabilitação em todo o país conta com 2.323 serviços de reabilitação e estimulação credenciados no SUS, com 190 Centros Especializados em Reabilitação (CERs), 33 Oficinas Ortopédicas, 238 serviços de reabilitação em modalidade única e 1.862 serviços de reabilitação credenciados pelos gestores locais.

Entre 2015 e 2017 foram registrados 14.577 casos e 883 óbitos causados pela síndrome. Em agosto deste ano, de acordo com o novo boletim epidemiológico, 20% dos casos foram confirmados, 21% permanecem em investigação e 44% foram descartados. Os casos de microcefalia vêm diminuindo desde maio de 2016.

MEDICAMENTO – No início de setembro, o Ministério da Saúde incorporou um novo e moderno medicamento para o controle de convulsões em pacientes com microcefalia decorrente de infecção pelo vírus Zika.  Estará disponível aos pacientes do SUS em até 180 dias.

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FEBRE AMARELA – Vacina é liberada para todas as cidades do Rio de Janeiro

Tem mudança no esquema contra febre amarela no Rio de Janeiro. A partir de agora, todos os 92 municípios do Estado, mesmo os que ainda não registraram casos da doença transmitida pelos mosquitos Sabethes e Haemagogus, vão oferecer vacinas para a população.

Funcionária de posto de vacinação no Rio de Janeiro checa documento de quem está na fila para se imunizar contra febre amarela, foto Tânia Rêgo/Agência Brasil

A imunização contra essa doença estará disponível em todas as unidades de saúde a partir do próximo sábado (8), quando haverá o “Dia D contra a Febre Amarela”, informou o  secretário estadual de Saúde do Rio, Luiz Antônio de Souza Teixeira.

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Caixa com frascos para 5 doses de vacina contra febre amarela produzida pela unidade Bio-Manguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz, foto Bernardo Portella

O ministro da saúde, Ricardo Barros, afirmou durante o anúncio da ampliação da campanha, anteontem: “O desafio, agora, é que a população vá se vacinar nos postos”.  Ele lembrou a febre amarela é endêmica em 19 estados brasileiros, que recebem doses regularmente para manter cobertura vacinal da população.

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O Estado do Rio de Janeiro já recebeu 6,9 milhões de doses contra a doença em 2017. Receberá mais 1,5 milhão de doses neste mês e 500 mil doses por mês até atingir a totalidade da população-alvo. Depois dessa fase, a vacinação entrará no calendário regular, informou o ministro.

“O Rio de Janeiro não fazia parte desses estados. Passa agora a ser incluído entre os que receberão esta dose inicial, de cobertura de até 90% da população, que é a meta, e depois, anualmente, receberá novas doses para manter a cobertura vacinal”, explicou Barros.

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BOA NOTÍCIA – Meninos de 11 a 15 anos incompletos podem se vacinar gratuitamente contra HPV

Boa notícia: a partir de agora, a vacina contra HPV passa a ser ofertada para pré-adolescentes e adolescentes do sexo masculino de 11 até 15 anos incompletos (14 anos, 11 meses e 29 dias). Também terão direito homens e mulheres transplantados e oncológicos em uso de quimioterapia e radioterapia. Além disso, cerca 200 mil crianças e jovens, de ambos os sexos, de 9 a 26 anos vivendo com HIV/aids, também podem se vacinar contra HPV. O anúncio das mudanças foi feito ontem pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Meninos entre 11 e 15 anos incompletos podem se vacinar contra HPV (Foto Agência Brasil)

A ampliação da faixa etária na população masculina pelo Ministério da Saúde já foi comunicada às secretarias estaduais de saúde de todo o país. Tem como objetivo proteger mais cerca de 3,3 milhões de adolescentes.

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A vacina contra o HPV para os meninos passou a ser disponibilizada no SUS em janeiro deste ano para meninos de 12 até 13 anos. Até o ano passado, era feita apenas em meninas.

O Ministério da Saúde informa que a meta para 2017 é vacinar 80% dos 7,1 milhões de meninos de 11 a 15 anos e 4,3 milhões de meninas de 9 a 15 anos.

O ministro afirmou que uma das principais ações para alcançar essa meta é o Programa Saúde na Escola, parceria do Ministério da Saúde com o Ministério da Educação. “É um de nossos grandes aliados nessa frente. Com esse projeto, estamos convocando toda a comunidade escolar, pais e educadores, a atualizarem as cadernetas de vacinação destes jovens”, afirmou o ministro.

Os efeitos da vacina contra HPV em anúncio do Ministério da Saúde

Como exemplo bem sucedido desta iniciativa, o ministro citou o Estado de Santa Catarina e o município de Niterói que conseguiram, por meio de uma ampla mobilização nas escolares, ampliarem as coberturas vacinais contra o HPV.

Para conscientizar os meninos na busca da vacina, o Ministério da Saúde planeja, para o próximo mês de julho, período de férias escolares, campanha direcionada a este público, com o intuito de aumentar a cobertura nessa população. Além disso, a vacina de HPV também fará parte do elenco de vacinas a serem ofertadas na Campanha de multivacinação que acontecerá no período de 11 a 22 de setembro. O Dia D da campanha de vacinação será dia 16 de setembro.

Esquema da vacina contra HPV – Meninos e meninas devem tomar duas doses da vacina HPV com intervalo de seis meses entre elas. Para as pessoas que vivem com HIV, a faixa etária é mais ampla (9 a 26 anos) e o esquema vacinal é de três doses (intervalo de 0, 2 e 6 meses). No caso dos portadores de HIV, é necessário apresentar prescrição médica.

Anúncio do governo federal da ampliação da faixa etária da vacinação contra HPV

A vacina disponibilizada no SUS é a quadrivalente e já é ofertada, desde 2014, para as meninas. Confere proteção contra quatro subtipos do vírus HPV (6, 11, 16 e 18), com 98% de eficácia para quem segue corretamente o esquema vacinal.

Para os meninos, a estratégia tem como objetivo proteger contra os cânceres de pênis, garganta e ânus, doenças que estão diretamente relacionadas ao HPV. A definição da faixa etária para a vacinação visa proteger meninos e meninas antes do início da vida sexual e, portanto, antes do contato com o vírus. Vale ressaltar que os cânceres de garganta e de boca são o 6º tipo de câncer no mundo, com 400 mil casos ao ano e 230 mil mortes. Além disso, mais de 90% dos casos de câncer anal e orofaringe são atribuíveis à infecção pelo HPV.

Nas meninas, o principal foco da vacinação é proteger contra o câncer de colo do útero, vulva, vaginal e anal; lesões pré-cancerosas; verrugas genitais e infecções causadas pelo vírus. O HPV é transmitido pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas por meio de relação sexual. Também pode ser transmitido da mãe para filho no momento do parto.

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LIBEROU GERAL – Vacina contra gripe de graça para todos a partir de segunda

Ótima notícia: qualquer pessoa poderá se vacinar contra gripe pelo SUS _de graça, é claro_ a partir de segunda-feira (5 de junho) na campanha deste ano, informa o Ministério da Saúde. A campanha está prevista para se encerrar no próximo dia 9 (sábado).

Vacina contra gripe sendo aplicada na campanha do ano passado, em São Paulo, foto Eduardo Saraiva, governo do Estado de São Paulo

O governo federal decidiu disponibilizar a vacina contra gripe a toda a população enquanto durarem os estoques _e há cerca de 10 milhões de doses. Até hoje, sexta-feira (2 de junho), 41,3 milhões de pessoas do público-alvo foram imunizados.

 Vem curtir vale mais no Facebook para ficar sempre atualizado!

E para compartilhar a boa notícia no WhatsApp, Messenger, Telegram, Facebook, Twitter e email, pode baixar esta imagem abaixo:

O Amapá é o único estado que atingiu a meta até este momento, com 95,6% do público-alvo vacinado. A campanha foi prorrogada até o dia 9 de junho com o intuito de alcançar a meta de vacinação que, neste ano, é de 90%.

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O ministro da saúde, Ricardo Barros, disse que houve poucos casos de influenza neste ano devido à baixa circulação do vírus. O governo comprou 60 milhões de doses mas houve pouca procura nos postos de saúde. “Para que não haja desperdício, já que estas vacinas só valem por um ano, decidimos estender a todas as faixas etárias, enquanto durarem os estoques”, destacou.

Como o organismo leva, em média, de duas a três semanas para criar os anticorpos que geram proteção contra a gripe após a vacinação, o ideal é realizar a imunização antes do início do inverno. O período de maior circulação da gripe vai do final de maio até agosto.

A transmissão dos vírus da gripe ou influenza acontece por meio do contato com secreções das vias respiratórias, eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar. Também ocorre por meio das mãos e objetos contaminados, quando entram em contato com mucosas (boca, olhos, nariz).

À população em geral, o Ministério da Saúde orienta a adoção de cuidados simples como medida de prevenção para evitar a doença, como: lavar as mãos várias vezes ao dia; cobrir o nariz e a boca ao tossir e espirrar; evitar tocar o rosto; não compartilhar objetos de uso pessoal; além de evitar locais com aglomeração de pessoas.

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GRIPE H1N1 2017- Clínicas de vacinação se espalham por 21 Estados e em Brasília

Outono está esfriando e já tem gente espirrando e tossindo. As clínicas particulares de vacinação podem ajudar quem não está nos grupos prioritários ou de risco com direito à vacina grátis pelo SUS.

Seringa com vacina contra gripe com cepa do vírus H1N1 sendo preparada para ser injetada

Se você ou pessoas da sua família pretende se proteger contra a gripe H1N1 fora da campanha de vacinação, saiba que a Sociedade Brasileira de Imunizações, SBIm, traz a lista de estabelecimentos de saúde acreditados, ou seja, que têm o reconhecimento da entidade como uma clínica idônea e com credibilidade.

≡ GRIPE H1N1 2017 – Portadores de doenças crônicas e comorbidades já podem se vacinar gratuitamente

Veja abaixo a lista dos Estados e da Capital Federal para localizar clínicas, endereços, telefones e email para contato, além do nome do diretor responsável pela unidade de imunização.

➡ GRIPE H1N1 2017 –  Sintomas e prevenção em 16 perguntas e respostas

Onde encontrar clínicas de vacinação* (ordem alfabética):

  1. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DE ALAGOAS – 2017
  2. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DE AMAZONAS – 2017
  3. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DA BAHIA – 2017
  4. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – DISTRITO FEDERAL – BRASÍLIA – 2017
  5. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DO CEARÁ 2017
  6. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DO ESPÍRITO SANTO – 2017
  7. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DE GOIÁS – 2017
  8. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DO MARANHÃO – 2017
  9. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DE MATO GROSSO – 2017
  10. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL – 2017
  11. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DE MINAS GERAIS – 2017
  12. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DO PARÁ – 2017
  13. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DA PARAÍBA – 2017
  14. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DO PARANÁ – 2017
  15. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DE PERNAMBUCO- 2017
  16. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DO PIAUÍ- 2017
  17. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DO RIO DE JANEIRO – 2017
  18. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE – 2017
  19. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL- 2017
  20. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DE RONDÔNIA – 2017
  21. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DE SANTA CATARINA – 2017
  22. CLÍNICAS DE VACINAÇÃO – ESTADO DE SÃO PAULO

 GRIPE H1N1 2017 – Lista de doenças crônicas que dão direito à vacina grátis para WhatsApp

 vale mais recomenda contatar a clínica antes para confirmar as vacinas disponíveis, assim como horário de atendimento e outros itens como carteira de vacinação, documentos e receita médica (se for o caso) etc.

Fonte: Sociedade Brasileira de Imunizações, SBIm.

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GRIPE H1N1 – Imagens e frases de como se prevenir e se cuidar para WhatsApp

Informação é poder. E saber o que é a gripe causada pelo terrível vírus H1N1, como se prevenir e se cuidar é importante para si próprio e para quem está à nossa volta. E quem não está tão perto assim também.

O site Casa de Vacinas GSK, da indústria Glaxo Smith Kline, explica tudo sobre a gripe em imagens e pequenas frases
O site Casa de Vacinas GSK, da indústria GlaxoSmithKline, explica tudo sobre a gripe em imagens e pequenas frases

O Whatsapp é uma grande ajuda nessas horas. Comunicar rapidamente pessoas distantes, morando em outras cidades ou outros bairros, é de grande valia.

Quem pode ser infectado pela gripe H1N1

Hoje vale mais traz imagens e frases de prevenção e cuidados contra a gripe H1N1 que está preocupando e prejudicando muita gente. Só para você ter uma ideia, se não for bem tratada, essa gripe pode levar à morte.

Como você pode ser infectado gripe H1N1 em frases e imagens para WhatsAs informações de hoje são do site Casa das Vacinas, da indústria farmacêutica GlaxoSmithKline, ou GSK. Esse laboratório farmacêutico é um dos responsáveis pela distribuição de vacinas (que trazem da Europa) no Brasil.

Além de bacanas, as imagens tem frases muito bem feitas e de bom gosto, além de serem explicativas.

Também contêm informações colhidas em estudos e entidades de renome. Como a Organização Mundial da Saúde, OMS, a Sociedade Brasileira de Imunizações, SBIM, e o Ministério da Saúde.

Você pode salvar estas imagens e frases e usá-las para informar amigos, parentes, afilhados.

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Sintomas da gripe H1N1 em frases e imagens para WhatsApp

Também podem ser enviadas para grupos _assim um monte de gente já fica bem informado!

Como se prevenir contra a gripe H1N1 em frases e imagens para o WhatsApp, segundo a Casa das Vacinas GSKBem, é simples assim: no seu smartphone, toque nas imagens com frases aqui deste post e segure até que a mensagem “salva” apareça.

Nos aparelhos Android, há duas maneiras de você enviá-las pelo WhatsApp ou Messenger:

  • 1 – Abra o WhatsApp, clique na pessoa ou grupo e vá até o clipe para anexar.
    Escolha uma ou mais imagens de prevenção e cuidados contra a gripe H1N1 que você salvou no celular e envie.
  • 2 – Vá para a galeria ou no app Fotos. Ache a foto que baixou aqui do blog vale mais, procure o símbolo de compartilhar.
    Escolha o WhatsApp ou Messenger e depois, amigos e grupos.

Pronto!

GRIPE H1N1 – 10 perguntas e respostas sobre a vacina

Atenção: não corte as imagens, pois a empresa somente autoriza se citada de onde veio, ou seja, a fonte, que é a Casa das Vacinas GSK.

Ah, claro que a empresa não permite que sejam utilizadas para fins comerciais, beleza?

vale mais recomenda procurar o médico da empresa de onde você trabalha, do convênio ou de uma Unidade Básica de Saúde em casa de sintomas ou se estiver em dúvidas.

E, ouve só, esta rápida entrevista do diretor de Vigilância das Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Claudio Maierovitch.

Ele falou ao Portal da Saúde para reforçar a importância da prevenção e da vacinação.

≡ GRIPE H1N1 – Como se prevenir e se cuidar

Esta entrevista também está no alto do blog, lado direito (para computadores de mesa), ou no final do post, para celulares e tablets):

Qual o impacto da gripe H1N1 em imagens e frases para WhatsApp, da Casa de Vacinas GSK

Importante saber mais:

≡   GRIPE H1N1 – Saiba como se prevenir e se cuidar

≡   SAÚDE – Vacinação contra gripe H1N1 começa dia 11 em SP

≡   GRIPE H1N1 – Onde encontrar clínicas de vacinação em todo o país

Casa de Vacinas GSK

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 vale mais não se responsabiliza por alterações de informações e informações transmitidas ao blog com imprecisões. Imagens do site Casa de Vacinas GSK.

ZIKA, DENGUE – Livre sua casa do Aedes aegypti antes de viajar

Vai viajar para curtir a passagem do ano com a família na praia? No sítio de um amigo? Pois deixar sua a casa ou apartamento em ordem antes de embarcar nessa viagem também inclui cuidados para deixar o ambiente longe do Aedes aegypti, o mosquito que tem causado muitos estragos e inclusive mortes ao transmitir o vírus Zika (que pode causar microencefalia em bebês), a dengue e a febre Chikungunya.

Saiba tintim por tintim o que é preciso fazer na casa antes de viajar para que o local não se transforme em criadouro para o Aedes aegypti*
Saiba tintim por tintim o que é preciso fazer na casa antes de viajar para que o local não se transforme em criadouro para o Aedes aegypti, orienta o Ministério da Saúde

Importante saber que o Aedes aegypti é um mosquito doméstico _ou seja, vive voando em casas, apartamentos, escritórios e outras habitações.

+ VÍRUS ZIKA, DENGUE – Ataque de repelente contra o Aedes aegypti

O Ministério da Saúde explica que esse inseto vive dentro de casa e perto do homem. Com hábitos diurnos, o mosquito se alimenta de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

Aedes aegypti, por Marcos Freitas*
O mosquito Aedes aegypti, por Marcos Freitas

A reprodução acontece em água limpa e parada, a partir da postura de ovos pelas fêmeas. Os ovos são colocados em água limpa e parada e distribuídos por diversos criadouros. O ciclo de reprodução do mosquito, do ovo à forma adulta, pode levar de 5 a 10 dias. Por isso, mesmo em uma viagem curta, é preciso estar atento, alerta o Ministério da Saúde.

Por isso, antes de sair para passar o Reveillon fora de casa, descarte corretamente latas, garrafas, embalagens de presentes do Natal e de outras festas, assim como todo e qualquer recipiente que possa acumular água parada.

Outros cuidados fundamentais na casa ou apartamento:

Vasos sem prato, boa solução ****
Vasos sem prato, boa solução *
  • Tampe os toneis e caixa d’água;
  • Mantenha as calhas sempre limpas ou providencie para que sejam limpas antes de viajar;
  • Deixe garrafas sempre viradas com a boca para baixo;
  • Mantenha lixeiras bem tampadas _ao viajar, jogue o lixo no local adequado, lave as lixeiras, segue e deixe com a boca para baixo;
  • Deixe ralos limpos e com aplicação de tela;
  • Limpe semanalmente ou preencha pratos de vasos de plantas com areia; você também pode ter vasos sem os pratos;
  • Limpe com escova ou bucha os potes de água para animais;
  • Retire água acumulada na área de serviço, atrás da máquina de lavar roupa.

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Mais uma vez, cuide de todos os detalhes da casa antes de pegar as malas para seguir viagem

Cuide de todos os detalhes da casa antes de pegar as malas para seguir viagem

Em áreas externas:
  • Cubra e realize manutenção periódica de áreas de piscinas e de hidromassagem;
  • Limpe ralos e canaletas externas.
  • Atenção com bromélia, babosa e outras plantas que podem acumular água;
  • Deixe lonas usadas para cobrir objetos bem esticadas, para evitar formação de poças d’água;
  • Verifique instalações de salão de festas, banheiros e copa.
As piscinas devem ser cobertas
As piscinas devem ser cobertas

Se você souber ou encontrar um foco de mosquitos e não tem como eliminá-lo _como por exemplo terrenos baldios ou lixo acumulado na rua_, o Ministério da Saúde pede para acionar a Secretaria Municipal de Saúde da sua cidade.

+ Heloou!!! Saiba se prevenir contra a dengue

Também é possível registrar uma reclamação na Ouvidoria Geral do SUS, por meio do Disque 136.

Soldado do Exército coloca tela de proteção em caixa d'água em Campinas ***
Soldado do Exército coloca tela de proteção em caixa d’água, Campinas **

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 vale mais não se responsabiliza por alterações de preços; ausência de produtos em lojas físicas, comércio online, estoques e tampouco durante promoções. *Erasmo Salomão, Ministério da Saúde, dezembro de 2014; **Carlos Bassan, Prefeitura de Campinas, Fotos Públicas (01/04/2015).
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Alimentos in natura, a melhor opção

Você sabia que a base de sua alimentação deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados? Esta é uma das recomendações do Guia Alimentar para a População Brasileira, publicação do Ministério da Saúde que indica os princípios de como o brasileiro deve programar suas refeições.

O guia é um importante estudo para orientar os brasileiros a combater a desnutrição. E também prevenir doenças que estão dando o que falar, como a obesidade, diabetes, câncer e até infarto. Já está em sua segunda edição e pode ser baixado em sua totalidade da Internet.

 

Hoje vale mais traz parte da publicação que se refere a esta categoria de alimentos. Já publicamos partes do guia nos posts

➡  10 passos para uma alimentação saudável

 Saiba escolher, conservar e manusear bem os alimentos.

Vamos lá:

Faça de alimentos in natura ou minimamente processados a base de sua alimentação:

Alimentos in natura ou minimamente processados, em grande variedade e predominantemente de origem vegetal, são a base para uma alimentação nutricionalmente balanceada, saborosa, culturalmente apropriada e promotora de um sistema alimentar socialmente e ambientalmente sustentável.

Como vimos, alimentos in natura são obtidos diretamente de plantas ou de animais e são adquiridos para o consumo sem que tenham sofrido qualquer alteração após deixarem a natureza.

A aquisição de alimentos in natura é limitada a algumas variedades como frutas, legumes, verduras, raízes, tubérculos e ovos. E, ainda assim, é comum que mesmo esses alimentos sofram alguma alteração antes de serem adquiridos, como limpeza, remoção de partes não comestíveis e refrigeração.

Grãos do Rio, por Diego Dacal, julho de 2010
Grãos do Rio, por Diego Dacal, julho de 2010

Outros alimentos como arroz, feijão, leite e carne são comumente adquiridos após secagem, embalagem, pasteurização, resfriamento ou congelamento.

Outros grãos como os de milho e trigo e raízes como a mandioca costumam ainda ser moídos e consumidos na forma de farinhas ou de massas feitas de farinhas e água, como o macarrão. O leite pode ser fermentado e consumido na forma de iogurtes e coalhadas.

Secagem de café, por Mauro Guanandi, agosto de 2008
Secagem de café, por Mauro Guanandi, agosto de 2008

Limpeza, remoção de partes não comestíveis, secagem, embalagem, pasteurização, resfriamento, congelamento, moagem e fermentação são exemplos de processos mínimos que transformam alimentos in natura em minimamente processados. Note-se que, como em todo processamento mínimo, não há agregação de sal, açúcar, óleos, gorduras ou outras substâncias ao alimento.

Alimentos in natura tendem a se deteriorar muito rapidamente e esta é a principal razão para que sejam minimamente processados antes de sua aquisição. Processos mínimos aumentam a duração dos alimentos in natura, preservando-os e tornando-os apropriados para armazenamento.

E podem também abreviar as etapas da preparação (limpeza e remoção de partes não comestíveis) ou facilitar a sua digestão ou torná-los mais agradáveis ao paladar (moagem, fermentação).

Arroz integral, michelle@TNS, agosto de 2011
Arroz integral, michelle@TNS, agosto de 2011

Em algumas situações, técnicas de processamento mínimo, como o polimento excessivo de grãos, podem diminuir o conteúdo de nutrientes dos alimentos e, nesses casos, deve-se preferir o alimento menos processado (como a farinha de trigo menos refinada e o arroz integral).

Entretanto, na grande maioria das vezes, os benefícios do processamento mínimo superam eventuais desvantagens.

Abaixo, uma definição da categoria de alimentos in natura ou minimamente processados e uma lista detalhada de exemplos.

O que são alimentos in natura ou minimamente processados?

Alimentos in natura são obtidos diretamente de plantas ou de animais e não sofrem qualquer alteração após deixar a natureza.

image
Peixe fresco, por Hits Thatswitch

Alimentos minimamente processados correspondem a alimentos in natura que foram submetidos a processos de limpeza, remoção de partes não comestíveis ou indesejáveis, fracionamento, moagem, secagem, fermentação, pasteurização, refrigeração, congelamento e processos similares que não envolvam agregação de sal, açúcar, óleos, gorduras ou outras substâncias ao alimento original.

Exemplos:

Legumes, verduras, frutas, batata, mandioca e outras raízes e tubérculos
in natura ou embalados, fracionados, refrigerados ou congelados;

arroz branco, integral ou parboilizado, a granel ou embalado;

O milho aos olhos de Aurore Antoine, setembro de 2012
O milho aos olhos de Aurore Antoine, setembro de 2012

milho em grão ou na espiga, grãos de trigo e de outros cereais;

feijão de todas as cores, lentilhas, grão de bico e outras leguminosas;

cogumelos frescos ou secos;

frutas secas, sucos de frutas e sucos de frutas pasteurizados e sem adição de açúcar ou outras substâncias;

O espaguete de Annabelle Orozcom, março 2012
O espaguete de Annabelle Orozcom, março 2012

castanhas, nozes, amendoim e outras oleaginosas sem sal ou açúcar; cravo, canela, especiarias em geral e ervas frescas ou secas;

farinhas de mandioca, de milho ou de trigo e macarrão ou massas frescas ou secas feitas com essas farinhas e água;

carnes de gado, de porco e de aves e pescados frescos, resfriados ou congelados;

Leite, por Chris Pelliccione, agosto de 2014
Leite, por Chris Pelliccione, agosto de 2014

leite pasteurizado, ultrapasteurizado (‘longa vida’) ou em pó, iogurte (sem adição de açúcar);

Água fresca, Alexander St., outubro de 2009
Água fresca, Alexander St., outubro de 2009

ovos;

chá, café, e água potável.

*  *  *  *  *

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 vale mais não se responsabiliza por alterações de informações e recomendações do guia editado pelo Ministério da Saúde. Reprodução do texto e fotos sob licença Creative Commons. Todas as imagens são creditadas.

Saiba escolher, conservar e manusear bem os alimentos 🍍 🍏 🍄 🍋 🍆

Alimentar-se bem pode se transformar em uma atitude no dia a dia que resulta em boa saúde, boa qualidade de vida e inclusive de convivência social.

Legumes bem acondicionados, por Wagner T. Cassimiro - Aranha*
Legumes bem acondicionados, por Wagner T. Cassimiro – Aranha*

O Guia Alimentar para a População Brasileira, publicado no final do ano passado pelo Ministério da Saúde, aborda os cuidados na escolha, conservação e manipulação dos alimentos 🍉 🍐 🍒 🍓 🍇 🐟 🌱. vale mais traz hoje mais uma pequena _porém de alta importância_ parte da publicação que trata exatamente destes temas. Vamos lá:

Como escolher os alimentos:
Peixes frescos, Alex Proimos**
Peixes frescos, Alex Proimos**

Alimentos devem ser adquiridos em mercados, feiras, sacolões, açougues e peixarias que se apresentem limpos e organizados e que ofereçam opções de boa qualidade e em bom estado de conservação. Frutas, legumes e verduras não devem ser consumidos caso tenham partes estragadas, mofadas ou com coloração ou textura alterada.  Peixes frescos devem estar sob refrigeração e apresentar escamas bem aderidas ou couro íntegro, guelras róseas e olhos brilhantes e transparentes. Peixes congelados devem estar devidamente embalados e conservados em temperaturas adequadas. Evite adquirir aqueles que apresentam acúmulo de água ou gelo na embalagem, pois podem ter sido descongelados e congelados novamente. Carnes não devem ser adquiridas caso apresentem cor escurecida ou esverdeada, cheiro desagradável ou consistência alterada. Carnes frescas apresentam cor vermelho-brilhante (ou cor clara, no caso de aves), textura firme e gordura bem aderida e de cor clara. Alimentos embalados devem estar dentro do prazo de validade, a embalagem deve estar lacrada e livre de amassados, furos ou áreas estufadas e o conteúdo não deve apresentar alterações de cor, cheiro ou consistência.

Como conservar os alimentos
Cítricos, Tim Reckman***
Cítricos, Tim Reckman***

Alimentos não perecíveis (arroz, milho, feijão, farinhas em geral, óleos, açúcar, sal, leite em pó e alguns tipos de frutas, verduras e legumes) devem ser armazenados em local seco e arejado, em temperatura ambiente e longe de raios solares. Alimentos que estragam com maior facilidade devem ser mantidos sob refrigeração (carnes, ovos, leite, queijos, manteiga e a maioria das frutas, verduras e legumes) ou congelamento (carnes cruas, preparações culinárias, como o feijão já cozido). Preparações culinárias guardadas para a próxima refeição devem ser armazenadas sob refrigeração. Como manipular os alimentos A preocupação com a qualidade higiênico-sanitária dos alimentos envolve também o processo de manipulação e preparo. Alguns cuidados devem ser tomados a fim de reduzir os riscos de contaminação: lavar as mãos antes de manipular os alimentos e evitar tossir ou espirrar sobre eles; evitar consumir carnes e ovos crus; higienizar frutas🚰, verduras e legumes em água corrente e colocá-los em solução de hipoclorito de sódio; manter os alimentos protegidos em embalagens ou recipientes.

Fava, por David Castañón****
Fava, por David Castañón****

Para garantir alimentos e preparações adequados para o consumo, a cozinha deve ser mantida limpa, arejada e organizada. Dedicar tempo para limpar geladeira, fogão, armários, prateleiras, chão e paredes contribui para preservar a qualidade dos alimentos adquiridos ou das preparações feitas.  Além disso, cozinhar em um ambiente limpo e organizado torna esse momento mais prazeroso, diminui o tempo de preparação das refeições e favorece o convívio entre as pessoas. 

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10 passos para uma alimentação saudável

Laranja cravo*****
Laranja-cravo*****

Em novembro passado, o governo federal lançou o Guia Alimentar para a População Brasileira.  Em alguns veículos de comunicação, o lançamento passou despercebido. Em outros, foi abordado e apresentado de forma resumida.

Hoje vale mais traz uma das principais conclusões do guia, que, no final, é  um estudo para orientar os brasileiros a combater a desnutrição. E também prevenir doenças que estão dando o que falar, como a obesidade, diabetes, câncer e até infarto.

Tomates******
Tomates******

A publicação pode ser encontrada em sua totalidade em versão digital na Internet. Traz informações de como comer e preparar a refeição e sugestões para enfrentar os obstáculos do cotidiano e manter um padrão alimentar saudável. Entre os problemas abordados estão a falta de tempo e a inabilidade culinária.

Vamos ao que diz o guia lançado pelo Ministério da Saúde. As informações são para quem quer e gosta de se alimentar bem, assim como quem procura adotar hábitos saudáveis. Sem idade. Sem distinção de classe social.

Dez passos para uma alimentação adequada e saudável

Procure legumes e vegetais que estejam no ponto**

1 – Fazer de alimentos in natura ou minimamente processados a base da alimentação

Em grande variedade e predominantemente de origem vegetal, alimentos in natura ou minimamente processados são a base ideal para uma alimentação nutricionalmente balanceada, saborosa, culturalmente apropriada e promotora de um sistema alimentar socialmente e ambientalmente sustentável.

Peixe fresco
Peixe fresco***

Variedade significa alimentos de todos os tipos – grãos, raízes, tubérculos, farinhas, legumes, verduras, frutas, castanhas, leite, ovos e carnes – e variedade dentro de cada tipo – feijão, arroz, milho, batata, mandioca, tomate, abóbora, laranja, banana, frango, peixes etc.

2 – Utilizar óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades ao temperar e cozinhar alimentos e criar preparações culinárias

Sal
Sal, nunca em excesso****

Utilizados com moderação em preparações culinárias com base em alimentos in natura ou minimamente processados, óleos, gorduras, sal e açúcar contribuem para diversificar e tornar mais saborosa a alimentação sem torná-la nutricionalmente desbalanceada.

3 – Limitar o consumo de alimentos processados

Os ingredientes e métodos usados na fabricação de alimentos processados – como conservas de legumes, compota de frutas, pães e queijos – alteram de modo desfavorável a composição nutricional dos alimentos dos quais derivam. Em pequenas quantidades, podem ser consumidos como ingredientes de preparações culinárias ou parte de refeições baseadas em alimentos in natura ou minimamente processados.

4 – Evitar o consumo de alimentos ultraprocessados

Devido a seus ingredientes, alimentos ultraprocessados – como biscoitos recheados, “salgadinhos de pacote”, refrigerantes e “macarrão instantâneo” – são nutricionalmente desbalanceados. Por conta de sua formulação e apresentação, tendem a ser consumidos em excesso e a substituir alimentos in natura ou minimamente processados. Suas formas de produção, distribuição, comercialização e consumo afetam de modo desfavorável a cultura, a vida social e o meio ambiente.

image5 – Comer com regularidade e atenção, em ambientes apropriados e, sempre que possível, com companhia

Procure fazer suas refeições em horários semelhantes todos os dias e evite “beliscar” nos intervalos entre as refeições. Coma sempre devagar e desfrute o que está comendo, sem se envolver em outra atividade.

Procure comer em locais limpos, confortáveis e tranquilos e onde não haja estímulos para o consumo de quantidades ilimitadas de alimento.

Sempre que possível, coma em companhia, com familiares, amigos ou colegas de trabalho ou escola. A companhia nas refeições favorece o comer com regularidade e atenção, combina com ambientes apropriados e amplia o desfrute da alimentação. Compartilhe também as atividades domésticas que antecedem ou sucedem o consumo das refeições.

Frutas frescas são boa  opção
Frutas frescas são boa opção

6 – Fazer compras em locais que ofertem variedades de alimentos in natura ou minimamente processados

Procure fazer compras de alimentos em mercados, feiras livres e feiras de produtores e outros locais que comercializam variedades de alimentos in natura ou minimamente processados. Prefira legumes, verduras e frutas da estação e cultivados localmente. Sempre que possível, adquira alimentos orgânicos e de base agroecológica, de preferência diretamente dos produtores.

7 – Desenvolver, exercitar e partilhar habilidades culinárias

Se você tem habilidades culinárias, procure desenvolvê-las e partilhá-las, principalmente com crianças e jovens, sem distinção de gênero.

Se você não tem habilidades culinárias – e isso vale para homens e mulheres –, procure adquiri-las. Para isso, converse com as pessoas que sabem cozinhar, peça receitas a familiares, amigos e colegas, leia livros, consulte a internet, eventualmente faça cursos e… comece a cozinhar!

8 – Planejar o uso do tempo para dar à alimentação o espaço que ela merece

Planeje as compras de alimentos, organize a despensa doméstica e defina com antecedência o cardápio da semana. Divida com os membros de sua família a responsabilidade por todas as atividades domésticas relacionadas ao preparo de refeições.

Faça da preparação de refeições e do ato de comer momentos privilegiados de convivência e prazer. Reavalie como você tem usado o seu tempo e identifique quais atividades poderiam ceder espaço para a alimentação.

IMG_20150528_125955291_HDR9 – Dar preferência, quando fora de casa, a locais que servem refeições feitas na hora

No dia a dia, procure locais que servem refeições feitas na hora e a preço justo. Restaurantes de comida a quilo podem ser boas opções, assim como refeitórios que servem comida caseira em escolas ou no local de trabalho. Evite redes de fast food.

10 – Ser crítico quanto a informações, orientações e mensagens sobre alimentação veiculadas em propagandas comerciais

Lembre-se de que a função essencial da publicidade é aumentar a venda de produtos, e não informar ou, menos ainda, educar as pessoas.

Avalie com crítica o que você lê, vê e ouve sobre alimentação em propagandas comerciais e estimule outras pessoas, particularmente crianças e jovens, a fazerem o mesmo.

Em breve, vale mais irá trazer outras conclusões do guia.

Vertumnus, quadro de Giuseppe Arcimboldo que está no Castelo Skokloster Castle, na Suécia
Vertemmnus, quadro de Giuseppe Arcimboldo que está no Castelo Skokloster, na Suécia

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 vale mais não se responsabiliza por informações incorretas e complementações posteriores promovidas pelo Ministério da Saúde. Fotos com Licença Creative Commons: *do Guia; **Nancy Regan, setembro de 2010; ***Breno Peck, agosto de 2006; **** Dennis Wilkinsonm, abril de 2012; *****Arbyreed, janeiro de 2013; ****** Bartosch Salmanski, junho de 2011.